Até que eu não estou tão atrasada quanto nas outras vezes. No dia em que eu conseguir comentar sem atrasos, provavelmente vai nevar no Saara.
Em primeiro lugar, espero que suas férias/viagem estejam sendo boas. Ah, e obrigada por conseguir dar essa escapada e conseguir postar o capítulo, eu sempre fico prometendo para mim mesma que vou conseguir fazer o mesmo, mas sempre dá algum problema na hora e eu não posto.
Cada vez mais eu tenho me identificado com o Jorgensen, preocupado e ocupado demais para notar certos sinais sutis nas pessoas.
Essa ideia das câmeras de vigilância no quarto do Moore foi, provavelmente, uma das melhores ideias que eles já tiveram. É uma coisa tão básica e simples, mas eu ainda não tinha pensado nisso. E eles explicaram de forma tão óbvia que eu estou me sentindo mais trouxa do que sou, o que já não é pouco.
Ah, que ótimo, finalmente algumas das peças do imenso quebra-cabeça que é essa fic começaram a se juntar. Adorei saber um pouquinho mais sobre os Moore.
Vamos agradecer a todo mundo, principalmente ao médico que fez o diagnóstico errado, pois sem ele nada seria possível. Imagino qual poderia ser a reação dele ao receber um agradecimento de três pessoas influentes como a Rainha Margareth Agora-Eu-Fiquei-Curiosa-Para-Saber-Seu-Nome-Completo-Muito-Comprido VI da Dinamarca, Jorgensen e Laudrup por ter feito um diagnóstico falho.
Eu realmente amo a Rainha Margareth, ela consegue fazer até as coisas mais simples e louças se tornarem grandiosas. Aquele "Obrigada, sem você eu estaria presa" foi épico.
Namorados? Wow, por isso eu não esperava, mas gosto do casal que eles formam. É bonitinho de uma forma diferente.
Uma rede social futurista foi uma adição interessante para o universo da fic. E essa conversa sobre o uso da tecnologia me fez pensar um pouco sobre a questão da acessibilidade e uso da tecnologia em diferentes partes do mundo. Foi uma boa abordagem.
Brincadeiras e provocações entre amigos, conversas ligeiramente filosóficas sobre o uso e dependência da tecnologia e desculpas levemente esfarrapadas para descobrir o que o Pai de um de seus amigos está tramando. Nada como um dia comum na Instituição JGMB.
Independente da situação, o Ed sempre terá seu bordão(nossa, até rimou hahaha).
E, como sempre, você me deixou curiosa com o final de mais um capítulo. Estou começando a pensar se isso é algo pessoal haha.
Bem, darling, é isso. Espero que tenha boas experiências em sua viagem e que poste em breve. Até mais!
Oi! Oi! Oi, L.P! Estou com um pouco de fome, mas tudo bem.
Ora, não seja por isso. Lembro que teve uma vez que a senhorita foi a primeira a comentar. E nem estava atrasada. E além disso, já nevou no Saara, se você pesquisar.
Acho sempre maravilhoso quando estou longe de casa, então estou adorando. Já postei até outro capítulo, inclusive. "Sempre dá um problema na hora" subtende-se que a criatividade acabou e que precisa encontrar desesperadamente outra criança hiperativa para sacrificar que eu tô ligada. Já li o capítulo e estou aguardando pelo próximo, ein! Quero só ver como vão lutar contra o Dani (Seca lágrimas).
Ocupado demais para notar ou será que ele já sabia? De qualquer forma, o assunto era muito mais importante do que o que estava sendo tratado antes. Dá um desconto.
Não tinha câmeras antes por questão de privacidade, mas situações extremas pedem medidas extremas. Só tenho uma coisa para te falar: Bem-vinda ao meu mundo. Onde os personagens explicam de forma óbvia o que você pensou de forma majestosa. Otárias Episódio III: A Vingança dos Inocentes Que Não Sabem de Nada.
Imagina. Está lá o médico, de boa no consultório dele, quando de repente chega uma carta da rainha da Dinamarca o agradecendo por ser um médico ruim. Depois disso ficava meio paranoico, achando que está sendo observado por todos os lados. Vai tomar banho de calças.
Quando estava escrevendo também ri um pouco dessa frase. Pensei: "Nossa, isso é muito rainha Margareth". Como não gostar de uma rainha disléxica e irônica? Pena ela não poder ser assim fora da Instituição.
Uma coisa que sempre me irrita muito é que não consigo retratar romance. Sei lá, é pouco tempo e ainda tenho/quero mostrar tanta coisa que isso atrapalharia. Se fosse por mim teria até, sei lá, triângulo amoroso EdxHenryxArícia (Três nomes aleatórios), mas tudo bem.
Hoje em dia nem todo mundo tem acesso a internet. E nesse futuro é pior. Só os muito ricos tem acesso a ela e nem sabem/ligam pros problemas dos outros.
Não importa quantas pesquisas elas fizeram, quantas conversas tiveram, ou em quantas ciladas caíram, tem que ter o bordão do Ed, senão não é a JGMB.
Não, cara. Se você me deixa curiosa com um capítulo é minha obrigação te deixar curiosa com outro. É completamente pessoal. Só não muito planejado.
Até que esse Klaus fez uma coisa interessante, né...?
Afinal, eles agora tem uma carta na mangá, ou melhor, a Rainha tem... eu espero que o Moore não trame contra ela, afinal, ela é meio ceguinha né...? Não seria nada bom se isso caísse em mão erradas, mas, talvez eles tenham um backup né...? é bem mais seguro, um risco a menos... ^^
Olha o bullying ai! Só por que a Arícia é pobre e nunca viu a rede social eles ficam incomodando a coitada, fizeram muito bem defendendo a moça... ^^ e ainda ela deu uma boa resposta para o Chris. Por sinal, o livro do Henry é ótimo... ^^
Tá pensando o quê? Klaus de idiota só tem cara. Quando quer ser útil, ele pode.
Cegos todos os personagens são. Menos o Moore, pois os vilões tem que ser mais espertos. Jorgensen tem os arquivos no computador dele. A rainha só tem uma cópia para usar ela mesma. Não se preocupe.
Na verdade, a maior parte do pessoal nunca teve contado com o "FaceBook" moderno. Parando para pensar, só os meninos do grupo tinham muito dinheiro. As meninas todas eram pobres. Créditos para o Henry, a resposta. Qualquer livro pro Henry é ótimo. E o "bullying" eu havia colocado pensando mais em implicância entre primos do que em bullying. Parando para pensar, meio que foi isso. Foi mal...
Hey! Como vai?
Até que eu não estou tão atrasada quanto nas outras vezes. No dia em que eu conseguir comentar sem atrasos, provavelmente vai nevar no Saara.
Em primeiro lugar, espero que suas férias/viagem estejam sendo boas. Ah, e obrigada por conseguir dar essa escapada e conseguir postar o capítulo, eu sempre fico prometendo para mim mesma que vou conseguir fazer o mesmo, mas sempre dá algum problema na hora e eu não posto.
Cada vez mais eu tenho me identificado com o Jorgensen, preocupado e ocupado demais para notar certos sinais sutis nas pessoas.
Essa ideia das câmeras de vigilância no quarto do Moore foi, provavelmente, uma das melhores ideias que eles já tiveram. É uma coisa tão básica e simples, mas eu ainda não tinha pensado nisso. E eles explicaram de forma tão óbvia que eu estou me sentindo mais trouxa do que sou, o que já não é pouco.
Ah, que ótimo, finalmente algumas das peças do imenso quebra-cabeça que é essa fic começaram a se juntar. Adorei saber um pouquinho mais sobre os Moore.
Vamos agradecer a todo mundo, principalmente ao médico que fez o diagnóstico errado, pois sem ele nada seria possível. Imagino qual poderia ser a reação dele ao receber um agradecimento de três pessoas influentes como a Rainha Margareth Agora-Eu-Fiquei-Curiosa-Para-Saber-Seu-Nome-Completo-Muito-Comprido VI da Dinamarca, Jorgensen e Laudrup por ter feito um diagnóstico falho.
Eu realmente amo a Rainha Margareth, ela consegue fazer até as coisas mais simples e louças se tornarem grandiosas. Aquele "Obrigada, sem você eu estaria presa" foi épico.
Namorados? Wow, por isso eu não esperava, mas gosto do casal que eles formam. É bonitinho de uma forma diferente.
Uma rede social futurista foi uma adição interessante para o universo da fic. E essa conversa sobre o uso da tecnologia me fez pensar um pouco sobre a questão da acessibilidade e uso da tecnologia em diferentes partes do mundo. Foi uma boa abordagem.
Brincadeiras e provocações entre amigos, conversas ligeiramente filosóficas sobre o uso e dependência da tecnologia e desculpas levemente esfarrapadas para descobrir o que o Pai de um de seus amigos está tramando. Nada como um dia comum na Instituição JGMB.
Independente da situação, o Ed sempre terá seu bordão(nossa, até rimou hahaha).
E, como sempre, você me deixou curiosa com o final de mais um capítulo. Estou começando a pensar se isso é algo pessoal haha.
Bem, darling, é isso. Espero que tenha boas experiências em sua viagem e que poste em breve.
Até mais!
Oi! Oi! Oi, L.P! Estou com um pouco de fome, mas tudo bem.
Ora, não seja por isso. Lembro que teve uma vez que a senhorita foi a primeira a comentar. E nem estava atrasada. E além disso, já nevou no Saara, se você pesquisar.
Acho sempre maravilhoso quando estou longe de casa, então estou adorando. Já postei até outro capítulo, inclusive. "Sempre dá um problema na hora" subtende-se que a criatividade acabou e que precisa encontrar desesperadamente outra criança hiperativa para sacrificar que eu tô ligada. Já li o capítulo e estou aguardando pelo próximo, ein! Quero só ver como vão lutar contra o Dani (Seca lágrimas).
Ocupado demais para notar ou será que ele já sabia? De qualquer forma, o assunto era muito mais importante do que o que estava sendo tratado antes. Dá um desconto.
Não tinha câmeras antes por questão de privacidade, mas situações extremas pedem medidas extremas. Só tenho uma coisa para te falar: Bem-vinda ao meu mundo. Onde os personagens explicam de forma óbvia o que você pensou de forma majestosa. Otárias Episódio III: A Vingança dos Inocentes Que Não Sabem de Nada.
Imagina. Está lá o médico, de boa no consultório dele, quando de repente chega uma carta da rainha da Dinamarca o agradecendo por ser um médico ruim. Depois disso ficava meio paranoico, achando que está sendo observado por todos os lados. Vai tomar banho de calças.
Quando estava escrevendo também ri um pouco dessa frase. Pensei: "Nossa, isso é muito rainha Margareth". Como não gostar de uma rainha disléxica e irônica? Pena ela não poder ser assim fora da Instituição.
Uma coisa que sempre me irrita muito é que não consigo retratar romance. Sei lá, é pouco tempo e ainda tenho/quero mostrar tanta coisa que isso atrapalharia. Se fosse por mim teria até, sei lá, triângulo amoroso EdxHenryxArícia (Três nomes aleatórios), mas tudo bem.
Hoje em dia nem todo mundo tem acesso a internet. E nesse futuro é pior. Só os muito ricos tem acesso a ela e nem sabem/ligam pros problemas dos outros.
Não importa quantas pesquisas elas fizeram, quantas conversas tiveram, ou em quantas ciladas caíram, tem que ter o bordão do Ed, senão não é a JGMB.
Não, cara. Se você me deixa curiosa com um capítulo é minha obrigação te deixar curiosa com outro. É completamente pessoal. Só não muito planejado.
Até a próxima, ;)!
Gostei. Continua. Bjs
Oi de novo, Caroquinha! Valeu mesmo por ter gostado e amanhã já terá outro capítulo.
Até a próxima, :)!
Até que esse Klaus fez uma coisa interessante, né...?
Afinal, eles agora tem uma carta na mangá, ou melhor, a Rainha tem... eu espero que o Moore não trame contra ela, afinal, ela é meio ceguinha né...? Não seria nada bom se isso caísse em mão erradas, mas, talvez eles tenham um backup né...? é bem mais seguro, um risco a menos... ^^
Olha o bullying ai! Só por que a Arícia é pobre e nunca viu a rede social eles ficam incomodando a coitada, fizeram muito bem defendendo a moça... ^^ e ainda ela deu uma boa resposta para o Chris. Por sinal, o livro do Henry é ótimo... ^^
Então, vejamos-nos em breve...
Kisses... ^^
Hi, My Friend!
Tá pensando o quê? Klaus de idiota só tem cara. Quando quer ser útil, ele pode.
Cegos todos os personagens são. Menos o Moore, pois os vilões tem que ser mais espertos. Jorgensen tem os arquivos no computador dele. A rainha só tem uma cópia para usar ela mesma. Não se preocupe.
Na verdade, a maior parte do pessoal nunca teve contado com o "FaceBook" moderno. Parando para pensar, só os meninos do grupo tinham muito dinheiro. As meninas todas eram pobres. Créditos para o Henry, a resposta. Qualquer livro pro Henry é ótimo. E o "bullying" eu havia colocado pensando mais em implicância entre primos do que em bullying. Parando para pensar, meio que foi isso. Foi mal...
Até a próxima, ;)!