Comentários em “Sete Vidas”: “vida 1: capítulo 3”

Ana Ackles

Fiquei triste!!! Coitado do Dean parece ter sofrido bem mais!!

SWD
SWD Autor

Como eu disse antes, só é engraçado quando se vê de longe. W

Hayley_Ackles

coitado do Sam

SWD
SWD Autor

O Sam não se esforçou para apoiar o irmão. Desistiu dele. Fingiu que não existia. A pena que o Sam sente é de si próprio. W

LeShary

Nossa, nem sei o que dizer sobre esse capítulo, por um lado eu concordo com o Sam, a obsessão de Dean por roupas femininas o fez perder o convívio com o irmão, o que é bem triste. Mas na minha opinião, Sam age como se Dean fosse um tarado que tentaria dormir com o próprio irmão ou sei lá o quê. O que não é verdade, já que Dean não é homossexual. De qualquer maneira esse é um ótimo capítulo!

SWD
SWD Autor

Sam era um garoto e estava confuso e magoado. W

Perola-

Interessante o conflito do Sam. Sorte dele se conseguir descobrir que é mesmo uma obra do Trickster, e que existe um Dean do jeito que ele gostaria que fosse.

SWD
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Esse Dean e esse Sam, os dois têm que mudar (ou o destino dos dois será trágico). Spoiler de muitos capítulos a frente. W

Alexys Creedence

Tudo bem. Sem pudores, vou admitir que chorei nesse capítulo. Sam ganhou pontos comigo agora, sério. Muitos pontos. Ele tem vergonha, mas tenta agir como se não tivesse, ele tenta fazer o Dean se sentir melhor com sua própria personalidade, quando, na verdade, a única coisa que quer é vê-la desaparecer. Tudo bem, vou admitir que fiquei meio doída quando li o capítulo e parei pra pensar. Porque aquilo que mais nos magoa é a rejeição da família. Por que tem tanta gente fingindo ser o que não é, agindo e indo contra todos os conceitos próprios, fazendo tudo aquilo que os outros querem? Todo mundo quer ser aceito, e é por isso que dói quando alguém finalmente admite a si mesmo e aos outros o que realmente é. Porque todo mundo afasta o que é diferente, todo mundo rejeita e vira a cara. E o que mais dói é a rejeição da família, porque, no geral, a opinião deles é a que mais importa pra gente. E aí as pessoas, os amigos, os primos, tios, se afastam, porque o preconceito faz os valentões as rotularem. E a verdade é que tudo isso é uma droga, porque nem sempre a pessoa consegue esconder o que ela sente, e os outros, os diferentes, percebem.

E tem pessoas como o Winchester caçula nessa vida um. Aquelas que dizem uma coisa, sentem outra, mas tentam agir como se o que falam fosse verdade. Tudo bem. Pode não ser uma atitude muito correta, mas ele se sente mal vendo o irmão sozinho daquela maneira, e por isso tenta consertar as coisas, por assim dizer. Ele está ao menos tentando fazer alguma coisa para Dean se sentir melhor, e isso pra mim já conta. Pelo menos, por enquanto...

Desculpa se só falei bobagem. É um assunto meio delicado, e geralmente quando eu penso demais sobre essas coisas, acabo não dizendo nada com nada.

Beijos.



O que mais gostei: Os homens podiam ser mais perigosos que os monstros.
SWD
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Achei seus comentários perfeitos. Agir socialmente é muitas vezes representar. É dizer o que esperam que digamos. Principalmente na família, um relação que é para sempre. Às vezes, repetimos tantas vezes a mentira que passamos a acreditar que é a verdade. O Sam tem esperança que o Dean mude, mas sabe que ele não vai. W

Alice Mcfire

OOhh Samm... O importante é que você ao menos tenta, né?

Não é fácil, isso tenho certeza... Compreendi o ponto de vista do garoto, pois afinal, o comportamento do irmão interferia tbm em sua vida, mas acho que não é fugindo de um problema que ele vai se resolver. Por isso admirei Sam por tomar a decisão de seguir viagem junto com Dean quando estava em Stanfor, mesmo com a possibilidade de tudo aquilo que vivenciou por causa dos habitos do irmão, voltarem a acontecer...

xoxo

SWD
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É difícil para o Dean e foi difícil para o Sam. Os irmãos não são unidos como os que conhecemos e, como veremos bem depois, isso terá trágicas conseqüências.

W

Arethya Sven

É triste saber que o Sam tem vergonha do irmão dele. Mas, sei lá, também não acho que tenha como culpá-lo por essa situação toda. Ele não conviveu com o irmão por um bom tempo, por causa do desejo que o Dean tem de vestir roupas femininas. Talvez, no fundo, no fundo, ele esteja mais magoado com isso do que qualquer outra coisa. Magoado porque foi por causa desse desejo que eles tiveram que se separar.

Admiro o modo dele de querer quase desesperadamente aceitar o irmão como ele é, com roupa de mulher ou não. E também porque parece que o Dean não facilita mesmo. A mágoa é maior quando nossos próprios parentes, nossa família não nos aceita do jeito que somos. Mas é preciso conciliar.

Eu acredito que o Sam amava, e ama o Dean, independentemente de qualquer coisa. Mesmo que sinta vergonha dele. Mesmo que eles tenham ficado separados.

O problema é que ele está desesperado pela aceitação das pessoas, ao contrário do Dean. Ele não quis ficar perto do irmão, porque as pessoas apontavam e riam, e ele ficava constrangido. O problema é também que o Dean não parece ligar para o que os outros pensam, e isso é perigoso. Como eu disse, é preciso conciliar. Não é como se você fosse levar em conta tudo que as pessoas falam a seu respeito, porque não vai ser feliz nunca desse jeito. Mas se você não levar em conta nada, você vai ficar cada vez mais sozinho.

E ninguém quer ficar sozinho.



O que mais gostei: Os homens podiam ser mais perigosos que os monstros.
SWD
SWD Autor

O Sam não compreende que o Dean não age como age porque quer. É uma compulsão de natureza sexual. Inconscientemente acha que o Dean preferiu ficar com suas manias a mantê-lo próximo quando ele precisava tanto de um irmão. Existe mágoa de parte a parte.

É óbvio que essa situação acabaria levando o Dean para a situação que está vivendo, mesmo sem a intervenção do Trickster. Tem tudo para acabar mal (e vai acabar muito mal, como veremos bem mais na frente).

W

jord73

Gostei de ver a perspectiva do Sam sobre os fatos. Por mais que ele ame o Dean, não quer dizer que tudo esteja 100% pra ele sobre essa versão alternativa do irmão.

Até mais.

SWD
SWD Autor

Está muito longe de estar 100%. O Sam está sendo condescendente consigo mesmo ao apresentar sua visão dos fatos. A vergonha que ele sente do irmão é tanta que faz com que ele evite contato físico, mesmo um simples abraço. Ele está tentando enganar a si próprio quando diz que respeita a opção do irmão. Que não é uma opção, é uma compulsão.

W

Constantin Rousseau

Sou aquele tipo de Dean!girl que sai por aí atirando no escuro contra tudo e contra todos, sabe? Às vezes violenta com as palavras, principalmente quando se trata de algo que pode acabar machucando o loiro, independentemente da forma, seja física ou emocional. Mas simplesmente não consigo pensar que Sam é culpado por se sentir dessa forma. Triste é pensar que ele se reprime assim, que ele sente em parte remorso, e ao mesmo tempo não gosta. [Oi?] Mas isso não significa nada, afinal. É aquele rótulo, aquilo que parece "escrito na testa" da pessoa. Porém, se todos aceitassem uns aos outros, o mundo não seria mundo, não é mesmo? Ele quer que o irmão mude, ele deseja isso; ficou subentendido no decorrer do capítulo, e claro quando ele chegou ao fim. Mas ele acredita que não há uma forma de isso acontecer. Não creio que tenha falado algo com sentido, mas é porque uma MP aleatória me distraiu '-'



O que mais gostei: Dean dava um sorriso triste e fingia que estava tudo bem. Mas ficava arrasado.
SWD
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Você captou bem o espírito. O Sam está tentando, quase se violentando para 'entender' o irmão. Mas não vai entender nunca.

W

U
Usuáriomorto

Deve ser difícil ter um irmão travesti, eu não culpo o Sam por ter vergonha do Dean, mas também não apoio o jeito que ele afasta o irmão mesmo sem querer. Não só o dean sofre com as piadas, mas como o sam também.

Ótimo capítulo.



O que mais gostei: Queria acreditar que, em algum outro lugar, existisse mesmo um Dean sexualmente realizado, com um irmão que não tivesse vergonha dele.
SWD
SWD Autor

O Sam sofreu por ele e pelo Dean, no conflito entre mudá-lo ou aceitá-lo. Mas quem é a criança que entende? Respeitar as diferenças é um aprendizado de vida inteira. Ao entender um grupo, descobrimos que não entendemos outro, e depois outro.

W