Aeee curti muito esse capitulo também :D Achei interessante ler uma história pelo ponto de vista de um robo com IA e ver o eterno dilema dele sobre as emoções humanas. a parte da fuga da empresa também ficou excelente... Gostei bastante. Parabéns pelo capítulo :) Abraços, Nat S.
Histórias em 1ª pessoa fazem o leitor entrar na cabeça do personagem, permitindo-o vivenciar tudo através de seus olhos. Imagine como deve ser descrever um ente vivo - sem entrar no debate do que define um ente como estando vivo - desprovido da capacidade de sentir...
Esse foi o desafio que encarei ao escrever Automaton. =]
O Robb queima a pilha de sucata, mas será que conseguiu manter o capote intacto quando usou o jato nas costas? Não sei como ele conseguiu manter escondido essas escapadas chamando tanto atenção, chamuscando gente e perturbando vizinhos alheios. Mas sabe o que seria triste? Se os empregados na fábrica e o próprio Van Gueller já soubessem e apenas fingissem não saber, por achar engraçado, ou uma pena, ver um robô saindo para procurar filmes antigos. Provavelmente algum erro de programação.
Eu me pergunto se Van Gueller realmente abriria mão de Robb e de todo o dinheiro que poderia vir a lucrar com ele caso o Automaton vencesse; se daria parte dos lucros para o Robb e deixaria que ele se convertesse a um androide para convívio humano. Vendo até onde chega a desonestidade de Van Gueller e sua falta de preocupação com as danificações que o Robb poderia ter ao fazer o upgrade incompatível com seu processador, duvido muito que ele seria tão bonzinho assim.
Aeee curti muito esse capitulo também :D
Achei interessante ler uma história pelo ponto de vista de um robo com IA e ver o eterno dilema dele sobre as emoções humanas. a parte da fuga da empresa também ficou excelente...
Gostei bastante. Parabéns pelo capítulo :)
Abraços, Nat S.
Histórias em 1ª pessoa fazem o leitor entrar na cabeça do personagem, permitindo-o vivenciar tudo através de seus olhos. Imagine como deve ser descrever um ente vivo - sem entrar no debate do que define um ente como estando vivo - desprovido da capacidade de sentir...
Esse foi o desafio que encarei ao escrever Automaton. =]
Muito obrigada pelo comentário! ♥
O Robb queima a pilha de sucata, mas será que conseguiu manter o capote intacto quando usou o jato nas costas? Não sei como ele conseguiu manter escondido essas escapadas chamando tanto atenção, chamuscando gente e perturbando vizinhos alheios. Mas sabe o que seria triste? Se os empregados na fábrica e o próprio Van Gueller já soubessem e apenas fingissem não saber, por achar engraçado, ou uma pena, ver um robô saindo para procurar filmes antigos. Provavelmente algum erro de programação.
Eu me pergunto se Van Gueller realmente abriria mão de Robb e de todo o dinheiro que poderia vir a lucrar com ele caso o Automaton vencesse; se daria parte dos lucros para o Robb e deixaria que ele se convertesse a um androide para convívio humano. Vendo até onde chega a desonestidade de Van Gueller e sua falta de preocupação com as danificações que o Robb poderia ter ao fazer o upgrade incompatível com seu processador, duvido muito que ele seria tão bonzinho assim.
Adoro muito esse seu conto, sabia?