Acredito que esteja surpreso com a presença de uma nova leitora. Ou de um comentário vindo de uma nova leitora. Seja como for, a surpresa foi mútua. Eu não vou descrever o quão tedioso estava o meu dia até encontrar a sua história, porque... Seria tedioso - evidentemente. Além de desnecessário, convenhamos. Mas, eu fiquei bem intrigada com o título da sua história e foi justamente ele que rompeu com o meu tédio. In-Sanidade.
A grafia é bem curiosa. O In como prefixo cria um ambiguidade que acompanha a história inteira - ao menos, até agora. Digo, do mesmo modo que o personagem principal reflete sobre a moral - que está certo e o que está errado-, o titulo também questiona sobre a sanidade. Eu o adorei!
E essa questão moral foi algo que eu, particularmente, achei incrível. Em todos os aspectos, In-sanidade engloba a moral - ou brinca com a ideia do que é moral. Primeiro, a proposta é tentadora: 40 horas, com dinheiro pra caralho e uma liberdade surreal. O que nós faríamos com isso? E é nesse ponto em que a sociedade vai embora; é nesse ponto em que os seus valores são postos em jogo. Isso é incrível!
O Valt se pergunta e até se assusta com os seus atos. Antes matar era errado, agora não mais. Como assim? COMO ASSIM? E eu imagino, claro, que isso é muito atordoante; muito angustiante ver o que você realmente é capaz de fazer, ou melhor, ver quem você realmente é por trás daquilo que eles te obrigam ser. A velocidade é um exemplo disso. Valt sempre andou dentro dos limites. Porque, Deus? Porque ele seria multado; porque ele teria de pagar pelo que ele fez. E agora, não. Agora ele pode andar a duzentos quilômetros por hora e tudo bem.E eu talvez esteja levando realmente a sério a moral e as merdas com ela. Mas, eu não sei, se você olhar de um jeito diferente... O que nós deixamos de fazer pela sociedade? Eu não sei...
Voltando para história e juro que eu vou tentar parar de ficar falando sobre moral, eu A-DO-REI a Emily. Assim, as coisas já estavam tensas e ao mesmo tempo, legais. Então, bum, ela aparece e deixa tudo mais tenso e mais legal. Eu estou muito curiosa para o próximo capítulo, sério. A insanity e tudo envolvendo essa empresa é complicado - e foda pra caralho! Eu não imaginava nada do que foi dito! Eu fiquei tão surpresa e eu achei tudo tão incrível que eu nem sei muito o que dizer.
Mas, claro, eu tenho que dizer alguma coisa. Relendo a sinopse - porque a minha memória é uma bosta-, eu notei que tem muita coisa escondida por debaixo do tapete. MUITA COISA MESMO. E eu acho que a Emily sabe de muitas dessas coisas. Ela já demonstrou isso, alias, com o bônus de hora. Eu realmente fiquei intrigada e surpresa com essa notícia. Ou com a equipe dela na missão contra a Insanity.
PUTA QUE PARIU, eu estou muito curiosa. Sério. E eu acho que o Harry tem a ver com ela. Talvez eles tenham se conhecido antes... Eu não sei. Digo, por enquanto, que adorei os novos personagens e que estou extremamente ansiosa pela continuação da história.
Acho que é isso, então. Desculpa por ter falado tanto de moral e por ter falado tanto em geral. Espero te ver em breve. Beijos e até Ç:
Você falou bastante de moral, isso é verdade. Mas é exatamente o que eu quero com essa história. Levantar esse questionamentos nas pessoas sobre a moral e se essa "moral" é nossa barreira para sermos quem realmente somos (entre outras coisas rs).
Admito que fiquei surpreso de ter uma nova leitora - que leu todos os capítulos e prestou atenção em cada um deles.
Essa questão da velocidade do Mart já foi um dilema meu, que agora está bem resolvido. Será que estou errado quando dirijo acima do limite de velocidade permitido? Eu particularmente acho que não, pois o limite de velocidade é pra, literalmente, limitar a velocidade dos carros para que não ocorram acidentes entre eles. Então, se estou de madrugada numa via livre, por que não posso dirigir a 80km ao invés de 60km? Nem preciso dizer sobre passar semáforos fechados quando percebo que não vem nenhum carro.
E entre essas e outras eu só consigo deduzir que ser insano as vezes é algo bom.
Mas agora eu estou entrando no campo de moral e falando demais sobre isso rs.
Sobre a Emily, bem, ela é um dos personagens com mais passado que apareceram até agora. Então se prepare que muitas surpresas sobre ela aparecerão. Além do que, é essencial descobrir detalhes sobre o passado dela para entender porque ela é assim agora - e já adianto, irei mostrar o passado da Emily, provavelmente pelo ponto de vista dela.
No entanto, adianto uma coisa, os personagens dessa história morrem, então nem sempre é bom se apegar.
Espero que continue lendo, espero conseguir postar uns dois capítulos nos próximos dias.
Bem, eu ainda estou lendo a sua história, moço — só não consegui ler nos dias que os capítulos foram postados, mas mesmo assim estou aqui — e não irei abandoná-la tão cedo (na verdade, não irei abandoná-la nunca; irei acompanhar até você acabar de postar todos os capítulos), pois agora a narrativa está ficando realmente boa. Não que antes não fosse (Mart já sabia fazer seu papel), só que temos Emily (eu ia dizer para deixar Alice, porém, está bom com o nome que você deixou ♥) e todo esse mistério da Insanity.
Uau, você tirou de onde toda essa história? Primeiro nos traz uma empresa que promove carnificina a um bom preço, trazendo pânico e terror que são encobertos apenas para saciar a humanidade com sua insecável sede de matança e crueldade. Sério, Insanity é o que há de ruim no ser humano. Pois, por mais que a gente diga que não gostamos de morte, não gostamos da crueldade, das guerras e dos crimes, uma parte do nosso subconsciente gosta — ora, se fosse mentira, então por que os filmes, programas ou seriados cheios de sangue e carnificina fazem sucesso? O ser humano gosta disso; só apenas tenta esconder para não assustar às outras pessoas com a verdade vil.
E eu adorei Emily. Digamos que personagens como ela me cativam demais. Não, não é porque ela tem uma frieza profissional, não é porque ela não "possui" sentimentos — é porque ela está abrindo os olhos do Mart, de um jeito ou de outro. É como se ela fosse um anjo da guarda, ou alguém que foi enfiado na história para deixá-la mais emocionante, para tornar tudo um pouco mais realístico do que realmente é. Pode ser que Mart seja parte de algum plano dela (que, sim, Emily pode ter bolado com Harry, já que ela diz que há gente dentro da companhia que a ajuda) e ela esteja apenas o usando, mas pelo menos ele aprende que nem tudo que enxerga é de verdade. A Insanity é uma farsa, e Mart era uma boa marionete nas mãos do senhor Black e os assuntos de seu interesse.
Fico me perguntando o que vai acontecer agora. Agora que sabemos o que a Insanity é — acredito que você não abriu totalmente o jogo sobre a companhia, não pôs as cartas sobre a mesa. Fico curiosa ao pensar no que Emily está tramando, no que a Insanity vai fazer caso pôr as mãos sobre os dois; fico, também, me perguntando a participação do filho do senhor Black, se este está metido em algo (se ele joga para o lado "bom" ou para o lado "ruim"). Quero saber o que o Silva vai fazer com eles, o que vai acontecer quando os três realmente se encararem num racha, numa luta pela sobrevivência do mais forte.
Nisto tudo, quero saber quem realmente está mentindo e quem realmente está falando a verdade. Pois mesmo gostando de Emily, eu devo desconfiar desta; para mim, apenas Mart é alguém que eu conheço de verdade (ou um pouco) e é o único que sei que não está falando a mentira (é o que parece) sobre as suas intenções. Eu sei que há algo sob a superfície das expressões ingênuas dele (Mart), mas sei que ele não pode ser tão cruel quanto a Insanity ou a própria Emily.
Obs: Não querendo ser chata, mas já sendo, devo alertá-lo sobre os vocativos serem separados por vírgulas, e que algumas frases (no momento que eles falam algo) devem ser checadas. Como por exemplo:
– Ele é. Eu apenas sou melhor. – Ela tentou disfarçar a mentira, mas desta vez eu percebi, só que não ia comentar nada. Era bom ela achar que eu ainda era o garoto ingênuo e inexperiente.
Eu modifiquei a parte de cima, arrumando alguns desvios. Coloquei o acento final na frase da Emily, e iniciei a narrativa do Mart com o "e" de "ela" na maiúscula, já que não tinha nenhum "disse, comentou, murmurou" então não havia necessidade de deixá-lo na minúscula.
Eu sei que você não tem muito tempo para revisar sempre os capítulos (e que isso realmente é chato), mas estou sendo uma leitora legal e alertando sobre alguns desvios, sim? Não há necessidade de modificar logo (ou de modificar), porém só estou apontando para você ver que esses desvios se repetiram em outros capítulos e que eu só quero o seu bem, êêê. \õ/~
Enfimmmmm. Era só isso! A sua história é boa demais, você escreve bem demais e, com certeza, eu ainda serei a sua leitora número um!
O que mais gostei:
Emily, cem por cento Emily desde que ela apareceu a três capítulos atrás.
Sinceramente achei que tinha te perdido após minha ausência de mais de um mês, fico feliz que não.
Obrigado pelos elogios e obrigado pelo toque no final do comentário. Eu realmente não tenho tempo de revisar os capítulos, mas ficarei atento a essa regra pra não cometer esse tipo de erro enquanto estiver escrevendo.
Ah! Eu queria chamar a Emily de Alice também, mas como os personagens de "In-Sanidade" podem morrer a qualquer tempo eu preferi não colocar Alice, se não eu ficaria muito apegado a ela, pois é o nome da minha futura filha. :/
(Nota: não estou dizendo que ela irá morrer xD)
Sobre o filho do Black, ele é um mistério que eu estou desvendando ainda. Alguns personagens eu escolho fazer isso, criar suas personalidades e deixá-los agir por si só, desde que não comprometa o real objetivo da história (e sim, já tenho um final para essa história), e ele é um desses personagens.
Espero que continue lendo mesmo e não me abandone até a história acabar.
E parabéns por conseguir entrar na Liga dos Betas :DD
Heey!
Acredito que esteja surpreso com a presença de uma nova leitora. Ou de um comentário vindo de uma nova leitora. Seja como for, a surpresa foi mútua. Eu não vou descrever o quão tedioso estava o meu dia até encontrar a sua história, porque... Seria tedioso - evidentemente. Além de desnecessário, convenhamos. Mas, eu fiquei bem intrigada com o título da sua história e foi justamente ele que rompeu com o meu tédio. In-Sanidade.
A grafia é bem curiosa. O In como prefixo cria um ambiguidade que acompanha a história inteira - ao menos, até agora. Digo, do mesmo modo que o personagem principal reflete sobre a moral - que está certo e o que está errado-, o titulo também questiona sobre a sanidade. Eu o adorei!
E essa questão moral foi algo que eu, particularmente, achei incrível. Em todos os aspectos, In-sanidade engloba a moral - ou brinca com a ideia do que é moral. Primeiro, a proposta é tentadora: 40 horas, com dinheiro pra caralho e uma liberdade surreal. O que nós faríamos com isso? E é nesse ponto em que a sociedade vai embora; é nesse ponto em que os seus valores são postos em jogo. Isso é incrível!
O Valt se pergunta e até se assusta com os seus atos. Antes matar era errado, agora não mais. Como assim? COMO ASSIM? E eu imagino, claro, que isso é muito atordoante; muito angustiante ver o que você realmente é capaz de fazer, ou melhor, ver quem você realmente é por trás daquilo que eles te obrigam ser. A velocidade é um exemplo disso. Valt sempre andou dentro dos limites. Porque, Deus? Porque ele seria multado; porque ele teria de pagar pelo que ele fez. E agora, não. Agora ele pode andar a duzentos quilômetros por hora e tudo bem.E eu talvez esteja levando realmente a sério a moral e as merdas com ela. Mas, eu não sei, se você olhar de um jeito diferente... O que nós deixamos de fazer pela sociedade? Eu não sei...
Voltando para história e juro que eu vou tentar parar de ficar falando sobre moral, eu A-DO-REI a Emily. Assim, as coisas já estavam tensas e ao mesmo tempo, legais. Então, bum, ela aparece e deixa tudo mais tenso e mais legal. Eu estou muito curiosa para o próximo capítulo, sério. A insanity e tudo envolvendo essa empresa é complicado - e foda pra caralho! Eu não imaginava nada do que foi dito! Eu fiquei tão surpresa e eu achei tudo tão incrível que eu nem sei muito o que dizer.
Mas, claro, eu tenho que dizer alguma coisa. Relendo a sinopse - porque a minha memória é uma bosta-, eu notei que tem muita coisa escondida por debaixo do tapete. MUITA COISA MESMO. E eu acho que a Emily sabe de muitas dessas coisas. Ela já demonstrou isso, alias, com o bônus de hora. Eu realmente fiquei intrigada e surpresa com essa notícia. Ou com a equipe dela na missão contra a Insanity.
PUTA QUE PARIU, eu estou muito curiosa. Sério. E eu acho que o Harry tem a ver com ela. Talvez eles tenham se conhecido antes... Eu não sei. Digo, por enquanto, que adorei os novos personagens e que estou extremamente ansiosa pela continuação da história.
Acho que é isso, então. Desculpa por ter falado tanto de moral e por ter falado tanto em geral. Espero te ver em breve. Beijos e até Ç:
Olá.
Você falou bastante de moral, isso é verdade. Mas é exatamente o que eu quero com essa história. Levantar esse questionamentos nas pessoas sobre a moral e se essa "moral" é nossa barreira para sermos quem realmente somos (entre outras coisas rs).
Admito que fiquei surpreso de ter uma nova leitora - que leu todos os capítulos e prestou atenção em cada um deles.
Essa questão da velocidade do Mart já foi um dilema meu, que agora está bem resolvido. Será que estou errado quando dirijo acima do limite de velocidade permitido? Eu particularmente acho que não, pois o limite de velocidade é pra, literalmente, limitar a velocidade dos carros para que não ocorram acidentes entre eles. Então, se estou de madrugada numa via livre, por que não posso dirigir a 80km ao invés de 60km? Nem preciso dizer sobre passar semáforos fechados quando percebo que não vem nenhum carro.
E entre essas e outras eu só consigo deduzir que ser insano as vezes é algo bom.
Mas agora eu estou entrando no campo de moral e falando demais sobre isso rs.
Sobre a Emily, bem, ela é um dos personagens com mais passado que apareceram até agora. Então se prepare que muitas surpresas sobre ela aparecerão. Além do que, é essencial descobrir detalhes sobre o passado dela para entender porque ela é assim agora - e já adianto, irei mostrar o passado da Emily, provavelmente pelo ponto de vista dela.
No entanto, adianto uma coisa, os personagens dessa história morrem, então nem sempre é bom se apegar.
Espero que continue lendo, espero conseguir postar uns dois capítulos nos próximos dias.
Caralho, que susto que vc me deu! Kkkkk continue u.u estou realmente animado com a historia
Bem, eu ainda estou lendo a sua história, moço — só não consegui ler nos dias que os capítulos foram postados, mas mesmo assim estou aqui — e não irei abandoná-la tão cedo (na verdade, não irei abandoná-la nunca; irei acompanhar até você acabar de postar todos os capítulos), pois agora a narrativa está ficando realmente boa. Não que antes não fosse (Mart já sabia fazer seu papel), só que temos Emily (eu ia dizer para deixar Alice, porém, está bom com o nome que você deixou ♥) e todo esse mistério da Insanity.
Uau, você tirou de onde toda essa história? Primeiro nos traz uma empresa que promove carnificina a um bom preço, trazendo pânico e terror que são encobertos apenas para saciar a humanidade com sua insecável sede de matança e crueldade. Sério, Insanity é o que há de ruim no ser humano. Pois, por mais que a gente diga que não gostamos de morte, não gostamos da crueldade, das guerras e dos crimes, uma parte do nosso subconsciente gosta — ora, se fosse mentira, então por que os filmes, programas ou seriados cheios de sangue e carnificina fazem sucesso? O ser humano gosta disso; só apenas tenta esconder para não assustar às outras pessoas com a verdade vil.
E eu adorei Emily. Digamos que personagens como ela me cativam demais. Não, não é porque ela tem uma frieza profissional, não é porque ela não "possui" sentimentos — é porque ela está abrindo os olhos do Mart, de um jeito ou de outro. É como se ela fosse um anjo da guarda, ou alguém que foi enfiado na história para deixá-la mais emocionante, para tornar tudo um pouco mais realístico do que realmente é. Pode ser que Mart seja parte de algum plano dela (que, sim, Emily pode ter bolado com Harry, já que ela diz que há gente dentro da companhia que a ajuda) e ela esteja apenas o usando, mas pelo menos ele aprende que nem tudo que enxerga é de verdade. A Insanity é uma farsa, e Mart era uma boa marionete nas mãos do senhor Black e os assuntos de seu interesse.
Fico me perguntando o que vai acontecer agora. Agora que sabemos o que a Insanity é — acredito que você não abriu totalmente o jogo sobre a companhia, não pôs as cartas sobre a mesa. Fico curiosa ao pensar no que Emily está tramando, no que a Insanity vai fazer caso pôr as mãos sobre os dois; fico, também, me perguntando a participação do filho do senhor Black, se este está metido em algo (se ele joga para o lado "bom" ou para o lado "ruim"). Quero saber o que o Silva vai fazer com eles, o que vai acontecer quando os três realmente se encararem num racha, numa luta pela sobrevivência do mais forte.
Nisto tudo, quero saber quem realmente está mentindo e quem realmente está falando a verdade. Pois mesmo gostando de Emily, eu devo desconfiar desta; para mim, apenas Mart é alguém que eu conheço de verdade (ou um pouco) e é o único que sei que não está falando a mentira (é o que parece) sobre as suas intenções. Eu sei que há algo sob a superfície das expressões ingênuas dele (Mart), mas sei que ele não pode ser tão cruel quanto a Insanity ou a própria Emily.
Obs: Não querendo ser chata, mas já sendo, devo alertá-lo sobre os vocativos serem separados por vírgulas, e que algumas frases (no momento que eles falam algo) devem ser checadas. Como por exemplo:
– Ele é. Eu apenas sou melhor. – Ela tentou disfarçar a mentira, mas desta vez eu percebi, só que não ia comentar nada. Era bom ela achar que eu ainda era o garoto ingênuo e inexperiente.
Eu modifiquei a parte de cima, arrumando alguns desvios. Coloquei o acento final na frase da Emily, e iniciei a narrativa do Mart com o "e" de "ela" na maiúscula, já que não tinha nenhum "disse, comentou, murmurou" então não havia necessidade de deixá-lo na minúscula.
Eu sei que você não tem muito tempo para revisar sempre os capítulos (e que isso realmente é chato), mas estou sendo uma leitora legal e alertando sobre alguns desvios, sim? Não há necessidade de modificar logo (ou de modificar), porém só estou apontando para você ver que esses desvios se repetiram em outros capítulos e que eu só quero o seu bem, êêê. \õ/~
Enfimmmmm. Era só isso! A sua história é boa demais, você escreve bem demais e, com certeza, eu ainda serei a sua leitora número um!
O que mais gostei:
Emily, cem por cento Emily desde que ela apareceu a três capítulos atrás.
Você voltou! *-*
Sinceramente achei que tinha te perdido após minha ausência de mais de um mês, fico feliz que não.
Obrigado pelos elogios e obrigado pelo toque no final do comentário. Eu realmente não tenho tempo de revisar os capítulos, mas ficarei atento a essa regra pra não cometer esse tipo de erro enquanto estiver escrevendo.
Ah! Eu queria chamar a Emily de Alice também, mas como os personagens de "In-Sanidade" podem morrer a qualquer tempo eu preferi não colocar Alice, se não eu ficaria muito apegado a ela, pois é o nome da minha futura filha. :/
(Nota: não estou dizendo que ela irá morrer xD)
Sobre o filho do Black, ele é um mistério que eu estou desvendando ainda. Alguns personagens eu escolho fazer isso, criar suas personalidades e deixá-los agir por si só, desde que não comprometa o real objetivo da história (e sim, já tenho um final para essa história), e ele é um desses personagens.
Espero que continue lendo mesmo e não me abandone até a história acabar.
E parabéns por conseguir entrar na Liga dos Betas :DD