Perfeito! Este capítulo suporta ainda mais minha teoria da menina que se sente incomodada com os paradigmas da sociedade porém os segue por que sabe que é o melhor para ela, apesar de estar por dentro lutando consigo mesma cada dia de sua vida, querendo se desvincular. Realmente este capítulo é o mais direto daqui da história até agora, por mais que a maioria dos capítulos sejam abstratos e utilizem de expressões que dão ideia daquela emoção. Não sei se você quis experimentar este novo modo de narrar, mas se tntou, se deu muito bem. Afinal, tudo o que você escreve, escreve divinamente. Diferentemente de mim, poderia escrever qualquer coisa e soar impecável. Parabénssssssss.......
Ai meu Deus! Sério, eu não escrevo divinamente - apesar de me sentir extremamente lisonjeada por achar isso. Impecável? Na-na-ni-na-não. Aposto que você encontrou vários erros, sejam eles ortográficos ou sei lá, fatos que julga serem... Idiotas, bestas, ridículos, incoerentes e por aí vai. Não acho que tem como um texto ser impecável. Porém, novamente, eu me sinto muito agradecida por julgar-me dessa forma.
Por fim, mas, com certeza, não menos importante, eu gosto muito do que você escreve. Sério, aquelas histórias eram muito bem feitas. Tinham um enredo cativante e não eram chatas de serem lidas. Acredite em mim quando lhe digo que você escreve bem. E se discorda, lembre-se de que é com o tempo que acabamos escrevendo algo que julguemos bom - ou, pelo menos, algo que para nós dê pro gasto.
Enfim, pense nisso. Ah e esse qualquer coisa é mentira. De verdade, tem cada merda que eu escrevo e falo "Jesus, o que foi isso? O que aconteceu comigo?" Certo... Agora, perfeito? Eu não aguento seus elogios! Para mim, eles soam tão errados. Porque eu sei que esse capítulo não ficou tão bom assim. Suspeito de que ele nem tenha ficado bom. Contudo, muito obrigada. É muito motivante saber que considera tanto das palavras idiotas que escrevo.
Concordo também. Esse capítulo suporta essa teoria, só não sei se é o melhor para ela. Ou para todo mundo. Não há realmente uma opção. Justamente por isso, ela luta consigo mesmo, querendo se desvincular, como você bem disse. Acredita que eu só reparei agora nisso? Acho que só aconteceu... Mas obrigada. Muito obrigada por comentar sempre e elogiar-me. Não se sinta inferior a mim; eu nem entendo como você pode... O que escrevo é tão merda. Tão nada de mais.
Seja como for, fiquei muito feliz com seu comentário. Não hesite, caso queira, comunicar-me falhas, erros ou a sua própria opinião. Às vezes, sinto que comentar adquiriu um sinônimo de elogiar, mas sei lá. Não acho que deva ser necessariamente assim. Bem, é isso. Espero te ver em breve. Beijos e até Ç:
W
Wendy Narry
AAAAAEEEEEEEENNNNNN COMO EU AMEI ESSE CAPÍTULO MEU DEUS! EU AMEI AMEI AMEI E AMEI E AMEI DE NOVO! Só to triste por que já to saindo da metade da história, não quero que ela acabe ;-; Mas já to indo pro final... sad.
Enfim! Caraca! De novo! De forma FODA você falou tudo, falou mais, mais um pouco e falou tudo de novo! Mostrou de forma simples e, ao mesmo tempo, complexa como somos bonecos, fantoches em cordéis, controlados por líderes, que são controlados por mais líderes que fazem com que definam o show de horrores e putaria que eles adoram assistir.
Esses demônios fazem de tudo para possuírem tudo que nos foi dado de direito, mas aí que vem a questão, já nos possuem desde o nosso nascimento, já recebemos nossos números em uma cartela de pessoas, as quais recebem nomes e identidades e por aí vai. Vemos que na verdade não estamos vendo nada, ouvimos quando, na verdade, nos arrancaram os tímpanos, e quando reparamos isso, felizmente, sempre conseguimos uma forma de escapar disso e recuperar tudo o que é nosso de direito.
Mas, infelizmente, nunca temos a boa vontade de levantar e sair dessa cortina isolada. Isso por que parece que esses apresentadores e donos do show de fantoches, percebem que estamos cortando nossos cordéis, e assim, fazem alguma coisa para nos acomodar de novo, acomodar a todos que tentam e acomodar a todos que estamos tentando trazer conosco. Eles fazem questão de tentarem nos colocar de volta em nossos lugares.
O mais interessante desses donos de show é que eles, na maior parte do tempo, não aceitam ser somente os controladores, mas querem ser fantoches também, por causa disso, sempre dizem fazer suas ação em nome de algum deus ou coisa do tipo (lá vem o agnóstico chato).
Poderíamos mesmo tocar o foda-se e continuar andando em nossa própria maneira, fazermos o que quiséssemos, fazermos o que acharmos ser certo e definir o nosso futuro, de um jeito que a sociedade não tente definir isso, mas vivemos em sociedade não é? Infelizmente, não dá para fazer tudo, e o ser humano, egoísta, invejoso e ganancioso como sempre foi, não pode viver sem alguma espécie de sociedade e governo.
Como diz aquele filósofo que eu esqueci o nome: O ser humano é carente de atenção e não consegue viver sozinho, por isso vive em sociedade.
Enfim! ADOREI O CAPÍTULO!
Beijos do Wendy Narry na testa e nas bochechas, ou quem sabe... Deixa pra lá.. ATÉ MAIS :D
AAAAAAAAAAHHHHHH! QUE FELICIDADE TENHO AO LER ISSO! E não fique triste, ainda tem um caminhozinho pela frente e acredite, a forma como os próximos capítulos se constituem muda bastante. Não sei se irá gostar, mas só de ter lido esse começo estou saltando de alegria, feito pôneis malditos :3
Meu deus! Quando você fala desse jeito, eu sempre desconfio se é sobre a minha história mesmo. Você me elogia tanto e, sabe, a maneira como você interpreta as minhas palavras, fazem com elas falem tudo, de forma simples e, ao mesmo tempo, complexo. Você é incrível, lembre-se disso ;)
Como é terrível, não é? Tê-los documentados e legitimados, tê-los como parte da nossa essência e justamente tê-los como as partes que nos mantêm no "nosso lugar". Como é terrível! Tentar cortar as cordas e cair no chão. Como é terrível implorar para tê-las novamente...
Ri alto com o agnóstico chato, mas compreendo. É a questão do discurso ser pautado em algo que não se deve contrariar. Não sei se concordo com essa necessidade de um governo ( lá vem a anarcocapitalista... Brincadeira, sobre politica, prefiro manter minha boca fechada.).
Não sei ao certo quem você queria se referir, porém pensei em Bauman. Talvez seja porque comecei a ler um livro dele, mas não sei. Depois conte-me quem era, pois gostei realmente da frase. Fico feliz de verdade quando diz que gosta do capítulo! Muito obrigada mesmo por ser um leitor tão maravilhoso e com um olhar fantástico sobre o que escrevo.
Perfeito! Este capítulo suporta ainda mais minha teoria da menina que se sente incomodada com os paradigmas da sociedade porém os segue por que sabe que é o melhor para ela, apesar de estar por dentro lutando consigo mesma cada dia de sua vida, querendo se desvincular. Realmente este capítulo é o mais direto daqui da história até agora, por mais que a maioria dos capítulos sejam abstratos e utilizem de expressões que dão ideia daquela emoção. Não sei se você quis experimentar este novo modo de narrar, mas se tntou, se deu muito bem. Afinal, tudo o que você escreve, escreve divinamente. Diferentemente de mim, poderia escrever qualquer coisa e soar impecável. Parabénssssssss.......
Heey!
Ai meu Deus! Sério, eu não escrevo divinamente - apesar de me sentir extremamente lisonjeada por achar isso. Impecável? Na-na-ni-na-não. Aposto que você encontrou vários erros, sejam eles ortográficos ou sei lá, fatos que julga serem... Idiotas, bestas, ridículos, incoerentes e por aí vai. Não acho que tem como um texto ser impecável. Porém, novamente, eu me sinto muito agradecida por julgar-me dessa forma.
Por fim, mas, com certeza, não menos importante, eu gosto muito do que você escreve. Sério, aquelas histórias eram muito bem feitas. Tinham um enredo cativante e não eram chatas de serem lidas. Acredite em mim quando lhe digo que você escreve bem. E se discorda, lembre-se de que é com o tempo que acabamos escrevendo algo que julguemos bom - ou, pelo menos, algo que para nós dê pro gasto.
Enfim, pense nisso. Ah e esse qualquer coisa é mentira. De verdade, tem cada merda que eu escrevo e falo "Jesus, o que foi isso? O que aconteceu comigo?" Certo... Agora, perfeito? Eu não aguento seus elogios! Para mim, eles soam tão errados. Porque eu sei que esse capítulo não ficou tão bom assim. Suspeito de que ele nem tenha ficado bom. Contudo, muito obrigada. É muito motivante saber que considera tanto das palavras idiotas que escrevo.
Concordo também. Esse capítulo suporta essa teoria, só não sei se é o melhor para ela. Ou para todo mundo. Não há realmente uma opção. Justamente por isso, ela luta consigo mesmo, querendo se desvincular, como você bem disse. Acredita que eu só reparei agora nisso? Acho que só aconteceu... Mas obrigada. Muito obrigada por comentar sempre e elogiar-me. Não se sinta inferior a mim; eu nem entendo como você pode... O que escrevo é tão merda. Tão nada de mais.
Seja como for, fiquei muito feliz com seu comentário. Não hesite, caso queira, comunicar-me falhas, erros ou a sua própria opinião. Às vezes, sinto que comentar adquiriu um sinônimo de elogiar, mas sei lá. Não acho que deva ser necessariamente assim. Bem, é isso. Espero te ver em breve. Beijos e até Ç:
AAAAAEEEEEEEENNNNNN COMO EU AMEI ESSE CAPÍTULO MEU DEUS! EU AMEI AMEI AMEI E AMEI E AMEI DE NOVO! Só to triste por que já to saindo da metade da história, não quero que ela acabe ;-; Mas já to indo pro final... sad.
Enfim! Caraca! De novo! De forma FODA você falou tudo, falou mais, mais um pouco e falou tudo de novo! Mostrou de forma simples e, ao mesmo tempo, complexa como somos bonecos, fantoches em cordéis, controlados por líderes, que são controlados por mais líderes que fazem com que definam o show de horrores e putaria que eles adoram assistir.
Esses demônios fazem de tudo para possuírem tudo que nos foi dado de direito, mas aí que vem a questão, já nos possuem desde o nosso nascimento, já recebemos nossos números em uma cartela de pessoas, as quais recebem nomes e identidades e por aí vai. Vemos que na verdade não estamos vendo nada, ouvimos quando, na verdade, nos arrancaram os tímpanos, e quando reparamos isso, felizmente, sempre conseguimos uma forma de escapar disso e recuperar tudo o que é nosso de direito.
Mas, infelizmente, nunca temos a boa vontade de levantar e sair dessa cortina isolada. Isso por que parece que esses apresentadores e donos do show de fantoches, percebem que estamos cortando nossos cordéis, e assim, fazem alguma coisa para nos acomodar de novo, acomodar a todos que tentam e acomodar a todos que estamos tentando trazer conosco. Eles fazem questão de tentarem nos colocar de volta em nossos lugares.
O mais interessante desses donos de show é que eles, na maior parte do tempo, não aceitam ser somente os controladores, mas querem ser fantoches também, por causa disso, sempre dizem fazer suas ação em nome de algum deus ou coisa do tipo (lá vem o agnóstico chato).
Poderíamos mesmo tocar o foda-se e continuar andando em nossa própria maneira, fazermos o que quiséssemos, fazermos o que acharmos ser certo e definir o nosso futuro, de um jeito que a sociedade não tente definir isso, mas vivemos em sociedade não é? Infelizmente, não dá para fazer tudo, e o ser humano, egoísta, invejoso e ganancioso como sempre foi, não pode viver sem alguma espécie de sociedade e governo.
Como diz aquele filósofo que eu esqueci o nome: O ser humano é carente de atenção e não consegue viver sozinho, por isso vive em sociedade.
Enfim! ADOREI O CAPÍTULO!
Beijos do Wendy Narry na testa e nas bochechas, ou quem sabe... Deixa pra lá.. ATÉ MAIS :D
Heey!
AAAAAAAAAAHHHHHH! QUE FELICIDADE TENHO AO LER ISSO! E não fique triste, ainda tem um caminhozinho pela frente e acredite, a forma como os próximos capítulos se constituem muda bastante. Não sei se irá gostar, mas só de ter lido esse começo estou saltando de alegria, feito pôneis malditos :3
Meu deus! Quando você fala desse jeito, eu sempre desconfio se é sobre a minha história mesmo. Você me elogia tanto e, sabe, a maneira como você interpreta as minhas palavras, fazem com elas falem tudo, de forma simples e, ao mesmo tempo, complexo. Você é incrível, lembre-se disso ;)
Como é terrível, não é? Tê-los documentados e legitimados, tê-los como parte da nossa essência e justamente tê-los como as partes que nos mantêm no "nosso lugar". Como é terrível! Tentar cortar as cordas e cair no chão. Como é terrível implorar para tê-las novamente...
Ri alto com o agnóstico chato, mas compreendo. É a questão do discurso ser pautado em algo que não se deve contrariar. Não sei se concordo com essa necessidade de um governo ( lá vem a anarcocapitalista... Brincadeira, sobre politica, prefiro manter minha boca fechada.).
Não sei ao certo quem você queria se referir, porém pensei em Bauman. Talvez seja porque comecei a ler um livro dele, mas não sei. Depois conte-me quem era, pois gostei realmente da frase. Fico feliz de verdade quando diz que gosta do capítulo! Muito obrigada mesmo por ser um leitor tão maravilhoso e com um olhar fantástico sobre o que escrevo.
Espero te ver em breve. Beijos e até Ç: