E...Que perfeito!Meu Deus, que perfeito mesmo!
Concordo com tudo o que li e temo continuar nadando.
Realmente olhar para as pessoas machuca, a felicidade delas realmente é uma onda e sempre me afoga de novo...
Continue essa perfeição, sua perfeita ♡
Você voltou! Eu sempre fico meio indecisa se a pessoa vai de fato comentar de novo ou não e bem, você voltou! De qualquer forma, muito obrigada pelos elogios. E sim, nós temos que continuar nadando... Apesar de isso não ser uma escolha. Quanto ao perfeita, não. De jeito nenhum eu sou perfeita. Assim como meu texto. ;) Mas eu fico grata por pensar assim. Quer dizer, se eu sou, você também é, viu?
E eu fico feliz que tenha concordado com isso, contudo tem algo que discorde? Sério, sem timidez ou vergonha. Eu realmente adoro discutir sobre os temas que escrevo. Por isso, caso queira falar sobre isso - e qualquer coisa, na verdade - pode falar. Mandar uma MP... E muito obrigada de novo. Sério, o seu comentário me deixou muito bem. Desculpa a demora também. É que eu estou cheia de trabalhos e agora, as provas.
Todavia, espero te ver em breve. Beijos e até Ç:
R
RetseMoles
Às vezes, realmente, não vivemos, só atuamos, fingimos, mentimos, por que o mundo é um imenso palco, onde somos atores, protagonistas de nós mesmos, de comédias, romances, dramas, onde fingimos ser o que não somos, onde o mundo nos engana, onde tentamos seguir roteiros, ou simplesmente os seguimos....
Assim como para um algo é certo e para outro pode ser errado, uma vida pode parecer perfeita para alguém e para outra não... nós não somos iguais, não pensamos igual, ainda mais em um mundo assim, onde ter status, dinheiro, um parceiro, aparentemente perfeito, fama, e beleza é tudo, em um mundo hipócrita, e cruel... pessoas pensam diferente, são diferentes, têm histórias diferentes, amam de modos diferentes, odeiam de modo diferente, ter uma vida que para muitos parece ser perfeita, não quer dizer que é perfeita para você...
E, é, exatamente isso que fazemos. Fingimos. O tempo todo. Ou quase. As pessoas perguntam dezenas de vezes em um dia "Você está bem?", e o que sempre dizemos é "Sim, e você?" ou algo do gênero, as respostas são sempre as mesmas, mesmo que o nosso mundo esteja ruindo, continuamos a viver na mentira... Pessoas fingem que se importam, fingem que estão bem, fingem que não precisam de ajuda, fingem que são felizes, fingem que são perfeitas, fingem que são melhores, fingem que amam, que odeiam, fingem que sentem, ou que não sentem nada, elas simplesmente fingem até um ponto que elas mesmas acreditam nas próprias mentiras, que todos acreditam...
O que irá acontecer quando cansarmos de nadar? Quando nossos braços e pernas doam a um ponto que não consigamos voltar? Quando e se os roteiros acabarem? Quando não soubermos mais o que fingi...? Nós afundaremos até não aguentarmos mas a pressão? Isso me assusta, me dá medo, mas temos que continuar e ver o que acontece no final, porque o mundo não vai parar para darmos um jeito na vida, para recuperarmos as forças, afinal, somos só meros atores nessa peça que é a vida....
Ester, eu adorei o que você escreveu. Seu texto ficou incrível. De verdade. Adorei a parte do palco, principalmente. E a parte em que somos diferentes. Não pensamos do mesmo modo. Eu gostei demais da sua percepção sobre isso. Quanto às perguntas, nós só continuamos a nadar. Era isso que eu queria trazer. Não importa o quanto você se sinta mal ou o quanto você queira acabar com tudo, você continuará vivendo. Nadando.
Em todas as situações que você descreveu, não há escolha: nós só continuamos. E, exatamente! O mundo não para. É, de fato, assustador. Ao menos, me assusta também. Contanto o que nós podemos fazer? Nada(r). É isso. Apenas isso. Porém, muito obrigada por ter escrito essas palavras. Eu adorei mesmo lê-las.
Muito obrigada! Inimaginável? Uau! Confesso que esse elogio pegou-me completamente de surpresa. Você jura? Eu nunca acho que o que eu escrevo é perfeito. Eu acho que é normal isso... Não sei. Porém, obrigada novamente. Eu quem te parabenizo pelo apoio e por sempre comentar. Sério, eu sei que sempre falo, mas para mim é extremamente importante isso.
Oi. Gostei muito deste capítulo, por que me indentifiquei totalmente com ele. Todos nadamos em busca de uma felicidade, mas o que seria esta felicidade? Ela vale a pena? Por que tanto valor? Por que todos não podemos ser quem somos sem a preocupação de ser "feliz" como a sociedade quer? Parabéns mesmo, chorei aqui. Literalmente.
Fico muito feliz que tenha gostado do capítulo e se identificado com ele. Eu questiono as mesmas coisas. E... É horrível! Vivemos o tempo inteiro em busca de algo que nem mesmo sabemos... Enfim, você chorou mesmo? Se sim, eu estou sem palavras. De verdade. Agradeço pelo comentário que como sempre foi construtivo. Espero te ver em breve. Beijos e até Ç:
EXATAMENTE! Eu coloquei lá, porque não resisti. Eu sei que o que escrevi não faz alusão à história, mas eu gosto tanto de Procurando o Nemo que quando eu vi, não deu. Eu tive que colocar uma referência! Apesar disso, você foi a única que comentou sobre isso. É, a Dori é incrível. Eu adoro ela! Muito obrigada por resgatar isso e por comentar. E claro: continuemos a nadar.
Espero te ver em breve. Beijos e até Ç:
W
Wendy Narry
Esse capítulo tem uma metáfora interessante, essa da vida com o mar, e você na imensidão azul e você não conseguindo nadar e se afogando e um tubarão... Quer dizer... Mas eu entendi perfeitamente o que você quis dizer.
Nascemos em um mundo imenso, cheio de pessoas, lugares, pessoas, coisas, pessoas e... pessoas? E quando você resolve crescer para finalmente sonhar e seguir seu próprio rumo, investigar a imensidão, descobrir coisas novas, as pessoas te puxam junto com elas para superfície ou te afogam com elas, fazem com que você se torne um coral vazio e sem vida nele, fazem você seguir a onda, como uma latinha de cerveja que algum babaca jogou no mar em uma praia em meio ao carnaval em Copacabana.
O mais interessante é que essa latinha vai nadando pelo mar e vai matando tudo que passa por ela, que pode ser as pessoas que criam uma moda, ou tradição e fazem com que outras pessoas das próximas gerações se tornem que nem essa latinha, passam de seres vivos para latinhas que vão boiando por ai, inertes, até resolverem se afundar.
As vezes se afundando, você descobre que há coisas muito loucas e legais que poderiam revolucionar a tudo que os seres vivos já viveram até hoje, assim como você pode ir á superfície para respirar e olhar para as estrelas e talvez descobrir que tenham alienígenas nos observando ou até mesmo avistar uma nova galáxia de inovações que você poderia usar, mas as pessoas estão perdendo tempo demais afundando para nada ou respirando e olhando umas para as outras, seguindo a onda, esquecendo que estas podem fazer com que tudo seja diferente.
Me faz muito bem ver que julgou a metáfora interessante, porque por meio dela eu tento passar coisas - que você conseguiu captar muito bem. Houve um momento em você diz: "como uma latinha de cerveja que algum babaca jogou no mar em uma praia em meio ao carnaval em Copacabana." e nossa! Você não imagina o quanto essa frase significou para mim.
Eu a repeti umas cinco vezes e sei lá, faz sentido. É de uma realidade tão grande que me deixa sem palavras. Sobre esse final, a mesma coisa. Afundar ou olhar as estrelas? Não consigo me expressar, peço desculpas. Mas foi uma colisão essa analogia com tudo o que eu sou e com tudo o que eu desejo. Vou pensar no rumo, estou pensando...
Enfim, amei seu comentário. Amei tudo o que você falou e de verdade, cada palavra atingiu-me imensamente. Muito obrigada! Espero te ver em breve. Beijos e até Ç:
Heey!
Você voltou! Eu sempre fico meio indecisa se a pessoa vai de fato comentar de novo ou não e bem, você voltou! De qualquer forma, muito obrigada pelos elogios. E sim, nós temos que continuar nadando... Apesar de isso não ser uma escolha. Quanto ao perfeita, não. De jeito nenhum eu sou perfeita. Assim como meu texto. ;) Mas eu fico grata por pensar assim. Quer dizer, se eu sou, você também é, viu?
E eu fico feliz que tenha concordado com isso, contudo tem algo que discorde? Sério, sem timidez ou vergonha. Eu realmente adoro discutir sobre os temas que escrevo. Por isso, caso queira falar sobre isso - e qualquer coisa, na verdade - pode falar. Mandar uma MP... E muito obrigada de novo. Sério, o seu comentário me deixou muito bem. Desculpa a demora também. É que eu estou cheia de trabalhos e agora, as provas.
Todavia, espero te ver em breve. Beijos e até Ç:
Às vezes, realmente, não vivemos, só atuamos, fingimos, mentimos, por que o mundo é um imenso palco, onde somos atores, protagonistas de nós mesmos, de comédias, romances, dramas, onde fingimos ser o que não somos, onde o mundo nos engana, onde tentamos seguir roteiros, ou simplesmente os seguimos....
Assim como para um algo é certo e para outro pode ser errado, uma vida pode parecer perfeita para alguém e para outra não... nós não somos iguais, não pensamos igual, ainda mais em um mundo assim, onde ter status, dinheiro, um parceiro, aparentemente perfeito, fama, e beleza é tudo, em um mundo hipócrita, e cruel... pessoas pensam diferente, são diferentes, têm histórias diferentes, amam de modos diferentes, odeiam de modo diferente, ter uma vida que para muitos parece ser perfeita, não quer dizer que é perfeita para você...
E, é, exatamente isso que fazemos. Fingimos. O tempo todo. Ou quase. As pessoas perguntam dezenas de vezes em um dia "Você está bem?", e o que sempre dizemos é "Sim, e você?" ou algo do gênero, as respostas são sempre as mesmas, mesmo que o nosso mundo esteja ruindo, continuamos a viver na mentira... Pessoas fingem que se importam, fingem que estão bem, fingem que não precisam de ajuda, fingem que são felizes, fingem que são perfeitas, fingem que são melhores, fingem que amam, que odeiam, fingem que sentem, ou que não sentem nada, elas simplesmente fingem até um ponto que elas mesmas acreditam nas próprias mentiras, que todos acreditam...
O que irá acontecer quando cansarmos de nadar? Quando nossos braços e pernas doam a um ponto que não consigamos voltar? Quando e se os roteiros acabarem? Quando não soubermos mais o que fingi...? Nós afundaremos até não aguentarmos mas a pressão? Isso me assusta, me dá medo, mas temos que continuar e ver o que acontece no final, porque o mundo não vai parar para darmos um jeito na vida, para recuperarmos as forças, afinal, somos só meros atores nessa peça que é a vida....
Heey!
Ester, eu adorei o que você escreveu. Seu texto ficou incrível. De verdade. Adorei a parte do palco, principalmente. E a parte em que somos diferentes. Não pensamos do mesmo modo. Eu gostei demais da sua percepção sobre isso. Quanto às perguntas, nós só continuamos a nadar. Era isso que eu queria trazer. Não importa o quanto você se sinta mal ou o quanto você queira acabar com tudo, você continuará vivendo. Nadando.
Em todas as situações que você descreveu, não há escolha: nós só continuamos. E, exatamente! O mundo não para. É, de fato, assustador. Ao menos, me assusta também. Contanto o que nós podemos fazer? Nada(r). É isso. Apenas isso. Porém, muito obrigada por ter escrito essas palavras. Eu adorei mesmo lê-las.
Espero te ver em breve. Beijos e até Ç:
O que mais gostei:
perfeito de um jeito inimaginável, mlr tu te garante pakas :) parabéns
Heey!
Muito obrigada! Inimaginável? Uau! Confesso que esse elogio pegou-me completamente de surpresa. Você jura? Eu nunca acho que o que eu escrevo é perfeito. Eu acho que é normal isso... Não sei. Porém, obrigada novamente. Eu quem te parabenizo pelo apoio e por sempre comentar. Sério, eu sei que sempre falo, mas para mim é extremamente importante isso.
Bom, espero te ver em breve. Beijos e até Ç:
Oi. Gostei muito deste capítulo, por que me indentifiquei totalmente com ele. Todos nadamos em busca de uma felicidade, mas o que seria esta felicidade? Ela vale a pena? Por que tanto valor? Por que todos não podemos ser quem somos sem a preocupação de ser "feliz" como a sociedade quer? Parabéns mesmo, chorei aqui. Literalmente.
Heey!
Fico muito feliz que tenha gostado do capítulo e se identificado com ele. Eu questiono as mesmas coisas. E... É horrível! Vivemos o tempo inteiro em busca de algo que nem mesmo sabemos... Enfim, você chorou mesmo? Se sim, eu estou sem palavras. De verdade. Agradeço pelo comentário que como sempre foi construtivo. Espero te ver em breve. Beijos e até Ç:
E já dizia a Dori (Procurando Nemo): "Quando a vida decepciona qual é a solução? Continue a nadar, continue a nadar..."
Heey!
EXATAMENTE! Eu coloquei lá, porque não resisti. Eu sei que o que escrevi não faz alusão à história, mas eu gosto tanto de Procurando o Nemo que quando eu vi, não deu. Eu tive que colocar uma referência! Apesar disso, você foi a única que comentou sobre isso. É, a Dori é incrível. Eu adoro ela! Muito obrigada por resgatar isso e por comentar. E claro: continuemos a nadar.
Espero te ver em breve. Beijos e até Ç:
Esse capítulo tem uma metáfora interessante, essa da vida com o mar, e você na imensidão azul e você não conseguindo nadar e se afogando e um tubarão... Quer dizer... Mas eu entendi perfeitamente o que você quis dizer.
Nascemos em um mundo imenso, cheio de pessoas, lugares, pessoas, coisas, pessoas e... pessoas? E quando você resolve crescer para finalmente sonhar e seguir seu próprio rumo, investigar a imensidão, descobrir coisas novas, as pessoas te puxam junto com elas para superfície ou te afogam com elas, fazem com que você se torne um coral vazio e sem vida nele, fazem você seguir a onda, como uma latinha de cerveja que algum babaca jogou no mar em uma praia em meio ao carnaval em Copacabana.
O mais interessante é que essa latinha vai nadando pelo mar e vai matando tudo que passa por ela, que pode ser as pessoas que criam uma moda, ou tradição e fazem com que outras pessoas das próximas gerações se tornem que nem essa latinha, passam de seres vivos para latinhas que vão boiando por ai, inertes, até resolverem se afundar.
As vezes se afundando, você descobre que há coisas muito loucas e legais que poderiam revolucionar a tudo que os seres vivos já viveram até hoje, assim como você pode ir á superfície para respirar e olhar para as estrelas e talvez descobrir que tenham alienígenas nos observando ou até mesmo avistar uma nova galáxia de inovações que você poderia usar, mas as pessoas estão perdendo tempo demais afundando para nada ou respirando e olhando umas para as outras, seguindo a onda, esquecendo que estas podem fazer com que tudo seja diferente.
Por tanto... Continue a nadar, mas no seu rumo.
Adorei o capítulo!
Bejanos do Tantariano.
Heey!
Me faz muito bem ver que julgou a metáfora interessante, porque por meio dela eu tento passar coisas - que você conseguiu captar muito bem. Houve um momento em você diz: "como uma latinha de cerveja que algum babaca jogou no mar em uma praia em meio ao carnaval em Copacabana." e nossa! Você não imagina o quanto essa frase significou para mim.
Eu a repeti umas cinco vezes e sei lá, faz sentido. É de uma realidade tão grande que me deixa sem palavras. Sobre esse final, a mesma coisa. Afundar ou olhar as estrelas? Não consigo me expressar, peço desculpas. Mas foi uma colisão essa analogia com tudo o que eu sou e com tudo o que eu desejo. Vou pensar no rumo, estou pensando...
Enfim, amei seu comentário. Amei tudo o que você falou e de verdade, cada palavra atingiu-me imensamente. Muito obrigada! Espero te ver em breve. Beijos e até Ç: