Cá estou eu, afundando-me de novo, sentindo a dor dele como se fosse em meu peito... E eu caio, lentamente, pareço voar em um prédio, mas não há nada para me puxar de volta. Já caí, já me afoguei, já estou no solo, com ossos quebrados e pulmões sem ar. Sim, estou sem ar, sem chão, sem vida. E venho de novo perguntar: o que fizeste comigo?
No capítulo anterior me fizeste crer em parábolas, em um mundo fantástico que apenas posso comparar ao de Alice, então aqui estás me sufocando com a realidade, com o trânsito, com os gritos, com o desespero. Até quando sentirei cada um destes em exacerbada exatidão? Eu não quero mais saber como isto acaba, criarei um final alternativo e feliz na minha mente, sem lágrimas, sem rodopios, sem pássaros. Só Jenny e Dylan e as cores do quadro, vivas demais para que esse tumulto os atrapalhe.
E, bem, também estou divagando agora... Creio que jamais ficarei em um engarrafamento do mesmo jeito, tampouco em um túnel. Penso em quantas pessoas não estão como o Dylan, presos em seus carros, às vezes com o volume alto, numa pequena redoma, contudo, suas angústias, suas Jennys, seus heroísmos tão pequenos e tão perfeitos... É, jamais ficarei dentro de um carro do mesmo jeito, nem observarei o trânsito do mesmo jeito, talvez agora todos os carros estejam repletos de Dylans e isto é demais para mim.
De novo, estou divagando, nem sei por onde mais, só sei que é esse assovio irritante que fica em meus ouvidos. O engraçado é que eu tinha escutado uma música e lembrei de Jenny e Dylan, pouco antes de ver a notificação do capítulo, pouco antes de saber que você me destroçaria em tão ínfimos pedacinhos.
Deixarei dois trechos... Já que músicas sempre parecem traduzir muito melhor o que eu sou capaz de dizer, o primeiro é: We are surrounded by all of these lies And people who talk too much You've got that kind of look in your eyes As if no one knows anything but us Should this be the last thing I see I want you to know it's enough for me 'Cause all that you are is all that I'll ever need
O segundo é só uma frase e eu realmente a imaginei neste final... O sorriso dela me parece luz pelos olhos dele, uma luz aquecedora, aconchegante, tenra e vivaz. E esse trecho em si só pede isto "Lumière, darling Lumière over me" acho que eu vou buscar um pouco de luz, de água, de calma. Sinto que precisarei assim que acabar esta história, assim que acabares comigo.
Era pra ser uma história fofa de romance, mas vejo que se tornou uma tortura literária. Talvez isso seja proposital. Talvez isso seja o que eu quero, e seja prazeroso para mim. Prazeroso de uma forma um tanto quanto masoquista. Uma vez que todos os personagens vivem dentro de mim, e antes de passar tudo para o papel, preciso sentir primeiro. Como uma ponte. A conexão entre o físico e o abstrato.
E opa, opa, opa. Nada de criar ilusões. A verdade é sempre melhor. Caso contrário livros não teriam finais, assim criaríamos os finais. Mas se fosse assim, nunca haveria uma certeza nesse mundo. Finais não seriam escritos. Viveríamos apenas o começo e o meio. Isso é perturbador, afinal, tudo tem de ter um fim. Coisas inacabadas não são lembradas nem comemoradas. Eu não gosto de coisas inacabadas, e é por isso que eu preciso terminar as minhas.
É impossível eu olhar para as pessoas que passam por mim na rua e tentar adivinhar suas vidas, seus problemas. Quase sempre ando de cabeça baixa. Vejo mentes dispersas, distantes. Vejo olhares insatisfeitos e tristes. Em que mundo vivemos hoje? Ninguém se importa mais com nada.
E ao ler essa letra eu me arrepiei com a simetria. Tão parecido com minha história! Vou até ouvir ela. Posso dizer um semi-spoiler? Se você ler até o final, talvez precise de um desfibrilador no último capítulo. Não quero ser culpado por um infarto. -qq
Esperando que sobreviva até o fim. Até as próximas palavras.
Apedrejamento é uma boa. É. Mas acho que vou poupar a cabeça e as mãos para você poder continuar escrevendo.
Brincadeirinha ♡
Primeiro eu vou falar sobre o capítulo anterior. Eu ainda não me recuperei dele. Na verdade, eu ainda não tinha me recuperado da parte 1 e você vem e traz a parte dois e mais a personificação das virtudes da pequena Jenny. Você fez eu imaginar todo um mundo, toda uma história. E com essa combinação nada normal (castor, coruja, macaco e... seria um lobisomem? Eu imaginei um lobisomem :v) personificando as melhores vantagens de uma criança. Isso foi maravilhoso. Mesmo.
Agora sobre esse capítulo. É. Eu estou sofrendo junto com Dylan, então por favor, tenha consideração pela minha pessoa. No começo você fez sua dose de reflexões que eu amo e tal. Até o bilhete, a foto do bilhete. Por favor, me diga que foi você que produziu e fotografou esse bilhete, por favor. Seria quase impossível achar uma imagem que representasse com tamanha perfeição a Jenny.
Outra coisa: como você consegue fazer um personagem tão frágil sofrer tanto? Até eu fiquei atordoada com esse acidente, consegui imaginar aquelas cenas de filme em que a visão do personagem é retratada, e nela se pode ver tudo girando, desfocado. Juro que fiquei tonta só de imaginar. E agora o que? Ele esta cada vez mais longe de salvar Jenny, de ser o herói dela, de poder começar a se expressar, de tentar resgatar o amor dela. E isso por que os outros, malditos outros não entendem que ele precisa disso para viver. Como não percebem, como é possível?
Só mais uma coisinha. O que foram esses últimos parágrafos em que a narração se dirige à personagem? Se quer saber, essa foi minha parte favorita desse capítulo.
Agora a proeza máxima da noite: você conseguiu me fazer chorar! (Ta, não foi chorar, eu só lacrimejei, mas isso ja é grande coisa).
Bom, esse comentário ficou pequeno e talvez tenha alguns erros, mas é por que estou pelo celular e tal. E espero que o próximo venha logo ♥
Eu estou sem palavras! Não sei dizer o que eu sentir ao ler esse capítulo, talvez não seja possível passar em palavras o que eu senti. Eu senti a dor do Dylan, senti o desespero dele e mais ainda eu senti o amor dele por Jenny. É engraçado como só damos o verdeiro valor as coisas quando estamos somente as perdendo, e infelizmente Dylan foi somente mais um que se rendeu a rotina.
As vezes penso que o amor é o sentimento mais puro, mas também é o sentimento mais trabalhoso. Mesmo quando achamos que está tudo bem, ele vai se despedaçando aos poucos e a outra pessoa só percebe quando seu parceiro já está em ruínas... Casos sérios da vida, muitos passam. Mas bem, eu amei o capítulo como sempre ♥
O carro vermelho tentava chegar ao da frente, mas não conseguia. A curiosidade do motorista aumentava a cada instante. Ele conhecia o rapaz que estava dirigindo, tinha ciência de seu sofrimento. Passou parte da história em cima de uma nuvem branca e macia, observando todo o percurso que Dylan percorreu até aquele momento. Mas estava exausto de ficar sentado, apenas observando o sofrimento do jovem apaixonado.
O motorista também conhecia a menina Jen, e sentia um grande carinho pela mesma. Seus olhos começaram a ficar marejados, pois ele se lembrou do inicio da história até o ponto atual, como um filme da vida que passa rapidamente em nossas mentes. Oh, ele estava desesperado. Era possível ver seus dentes cerrados, o cenho franzido, o olhar vago.
Suspirou, encostou a cabeça no apoio do banco do carro e respirou fundo. Dylan precisava se apressar, mas infelizmente ninguém podia ajuda-lo. Ou ao menos não conseguiam ver uma maneira de fazê-lo.
O motorista abriu a porta do carro e saiu do veículo. Correu até Dylan, deu três socos em sua janela, mas o jovem não o respondeu. Ele não conseguia vê-lo, muito menos senti-lo. Tocou os pequenos dedos no vidro da janela, respirou fundo e observou o papel nas mãos de Dylan.
Perdeu-se em devaneios, como se conseguisse conectar sua mente à de Dylan. O carro voltava a andar, mas na verdade nunca tinha parado. Ele não olhava para os lados, e muito menos enxergava os carros que estavam em sua frente.
Uma batida. Um acidente. O sangue começou a escorrer pela testa de Dylan, e sua mente foi levada para o abismo. Ele estava desesperado, queria continuar procurando sua amada, mas era quase impossível.
O motorista deu alguns passos para trás, passando a ponta da língua no lábio inferior, sentindo as lágrimas quentes descer de seus olhos e escorrer pelas bochechas. Passou a mão direita no rosto, deixando ali por dez segundos. Ao levantar a mão um rosto feminino foi revelado. Uma grande nuvem macia e branquinha apareceu em meio aos caos. Ela deitou na nuvem e a abraçou com força, deixando as lágrimas caírem cada vez mais. Com um simples giro, sua nuvem a levou aos céus, de onde continuou sentada, observando ansiosamente o que acontecia com Dylan e Jenny.
~ O que posso dizer... Por mais boboca que ele seja, estou torcendo por ele. Desejando que ele consiga se salvar, e depois recuperar a mulher que tanto ama. Porém, quando isso acontecer, espero que ele faça valer a pena, que diga que a ama todas as manhãs ao acordar, as tardes em meio ao pãozinho de queijo, café e rosquinhas coloridas, e que se declare antes de dormir. Peço perdão pela demora em comentar, mas você sabe, eu estava e continuo estando sem internet em casa. Mais um dos vários capítulos que eu amo. Afinal, eu amo a história inteira, assim como amo quem a escreve. Eu não sei por que, mas o meu comentário começou daquela forma e eu não consegui parar. Foi uma forma de tentar expressar o que senti ao ler o capítulo.
Já disse como é cretino por escrever tão bem e me deixar emocionada? Ah, eu já devo ter dito, mas falarei novamente. Cretino. C-r-e-t-i-n-o. Aquela escrita que toca a minha alma e me faz mergulhar no oceano mais profundo, que talvez seja aquele que fica no fim do caminho. Parabéns por mais um maravilhoso capítulo, meu amor. Eu te amo. ♥
Tô com pena de você. Já deve tá de saco cheio de me aturar, querendo que eu cale a boca ou suma de vez. Pois é, eu sei.
Moço para de me fazer chorar cara, tô só me afundando cada vez mais no sofá desconsolada com essa agonia do Dylan. Minha vontade é de entrar na história e ajudar ele de qualquer jeito!
Mds... Quanta sofrição e-e
Ainda sofre um acidente... ai socorro... Quando acho que não dá pra piorar, você consegue.
Destruidor de feels profissional você hein... aplausos
Desculpa o comentário bosta... =/
Beijooos meu sashimi de peixe branco (meu favorito huehuehue)
B
Bea Góes Cruz
Aí meu Deus que agonia que agoniaaaa Esse negócio de tempo limitado sempre mexe com meus nervos Partiu próximo capítulo já
Cá estou eu, afundando-me de novo, sentindo a dor dele como se fosse em meu peito... E eu caio, lentamente, pareço voar em um prédio, mas não há nada para me puxar de volta. Já caí, já me afoguei, já estou no solo, com ossos quebrados e pulmões sem ar. Sim, estou sem ar, sem chão, sem vida. E venho de novo perguntar: o que fizeste comigo?
No capítulo anterior me fizeste crer em parábolas, em um mundo fantástico que apenas posso comparar ao de Alice, então aqui estás me sufocando com a realidade, com o trânsito, com os gritos, com o desespero. Até quando sentirei cada um destes em exacerbada exatidão? Eu não quero mais saber como isto acaba, criarei um final alternativo e feliz na minha mente, sem lágrimas, sem rodopios, sem pássaros. Só Jenny e Dylan e as cores do quadro, vivas demais para que esse tumulto os atrapalhe.
E, bem, também estou divagando agora... Creio que jamais ficarei em um engarrafamento do mesmo jeito, tampouco em um túnel. Penso em quantas pessoas não estão como o Dylan, presos em seus carros, às vezes com o volume alto, numa pequena redoma, contudo, suas angústias, suas Jennys, seus heroísmos tão pequenos e tão perfeitos... É, jamais ficarei dentro de um carro do mesmo jeito, nem observarei o trânsito do mesmo jeito, talvez agora todos os carros estejam repletos de Dylans e isto é demais para mim.
De novo, estou divagando, nem sei por onde mais, só sei que é esse assovio irritante que fica em meus ouvidos. O engraçado é que eu tinha escutado uma música e lembrei de Jenny e Dylan, pouco antes de ver a notificação do capítulo, pouco antes de saber que você me destroçaria em tão ínfimos pedacinhos.
Deixarei dois trechos... Já que músicas sempre parecem traduzir muito melhor o que eu sou capaz de dizer, o primeiro é:
We are surrounded by all of these lies
And people who talk too much
You've got that kind of look in your eyes
As if no one knows anything but us
Should this be the last thing I see
I want you to know it's enough for me
'Cause all that you are is all that I'll ever need
O segundo é só uma frase e eu realmente a imaginei neste final... O sorriso dela me parece luz pelos olhos dele, uma luz aquecedora, aconchegante, tenra e vivaz. E esse trecho em si só pede isto "Lumière, darling Lumière over me" acho que eu vou buscar um pouco de luz, de água, de calma. Sinto que precisarei assim que acabar esta história, assim que acabares comigo.
Em um suspiro,
Layla.
Era pra ser uma história fofa de romance, mas vejo que se tornou uma tortura literária. Talvez isso seja proposital. Talvez isso seja o que eu quero, e seja prazeroso para mim. Prazeroso de uma forma um tanto quanto masoquista. Uma vez que todos os personagens vivem dentro de mim, e antes de passar tudo para o papel, preciso sentir primeiro. Como uma ponte. A conexão entre o físico e o abstrato.
E opa, opa, opa. Nada de criar ilusões. A verdade é sempre melhor. Caso contrário livros não teriam finais, assim criaríamos os finais. Mas se fosse assim, nunca haveria uma certeza nesse mundo. Finais não seriam escritos. Viveríamos apenas o começo e o meio. Isso é perturbador, afinal, tudo tem de ter um fim. Coisas inacabadas não são lembradas nem comemoradas. Eu não gosto de coisas inacabadas, e é por isso que eu preciso terminar as minhas.
É impossível eu olhar para as pessoas que passam por mim na rua e tentar adivinhar suas vidas, seus problemas. Quase sempre ando de cabeça baixa. Vejo mentes dispersas, distantes. Vejo olhares insatisfeitos e tristes. Em que mundo vivemos hoje? Ninguém se importa mais com nada.
E ao ler essa letra eu me arrepiei com a simetria. Tão parecido com minha história! Vou até ouvir ela. Posso dizer um semi-spoiler? Se você ler até o final, talvez precise de um desfibrilador no último capítulo. Não quero ser culpado por um infarto. -qq
Esperando que sobreviva até o fim. Até as próximas palavras.
Apedrejamento é uma boa. É. Mas acho que vou poupar a cabeça e as mãos para você poder continuar escrevendo.
Brincadeirinha ♡
Primeiro eu vou falar sobre o capítulo anterior. Eu ainda não me recuperei dele. Na verdade, eu ainda não tinha me recuperado da parte 1 e você vem e traz a parte dois e mais a personificação das virtudes da pequena Jenny. Você fez eu imaginar todo um mundo, toda uma história. E com essa combinação nada normal (castor, coruja, macaco e... seria um lobisomem? Eu imaginei um lobisomem :v) personificando as melhores vantagens de uma criança. Isso foi maravilhoso. Mesmo.
Agora sobre esse capítulo. É. Eu estou sofrendo junto com Dylan, então por favor, tenha consideração pela minha pessoa. No começo você fez sua dose de reflexões que eu amo e tal. Até o bilhete, a foto do bilhete. Por favor, me diga que foi você que produziu e fotografou esse bilhete, por favor. Seria quase impossível achar uma imagem que representasse com tamanha perfeição a Jenny.
Outra coisa: como você consegue fazer um personagem tão frágil sofrer tanto? Até eu fiquei atordoada com esse acidente, consegui imaginar aquelas cenas de filme em que a visão do personagem é retratada, e nela se pode ver tudo girando, desfocado. Juro que fiquei tonta só de imaginar. E agora o que? Ele esta cada vez mais longe de salvar Jenny, de ser o herói dela, de poder começar a se expressar, de tentar resgatar o amor dela. E isso por que os outros, malditos outros não entendem que ele precisa disso para viver. Como não percebem, como é possível?
Só mais uma coisinha. O que foram esses últimos parágrafos em que a narração se dirige à personagem? Se quer saber, essa foi minha parte favorita desse capítulo.
Agora a proeza máxima da noite: você conseguiu me fazer chorar! (Ta, não foi chorar, eu só lacrimejei, mas isso ja é grande coisa).
Bom, esse comentário ficou pequeno e talvez tenha alguns erros, mas é por que estou pelo celular e tal. E espero que o próximo venha logo ♥
Eu estou sem palavras! Não sei dizer o que eu sentir ao ler esse capítulo, talvez não seja possível passar em palavras o que eu senti. Eu senti a dor do Dylan, senti o desespero dele e mais ainda eu senti o amor dele por Jenny. É engraçado como só damos o verdeiro valor as coisas quando estamos somente as perdendo, e infelizmente Dylan foi somente mais um que se rendeu a rotina.
As vezes penso que o amor é o sentimento mais puro, mas também é o sentimento mais trabalhoso. Mesmo quando achamos que está tudo bem, ele vai se despedaçando aos poucos e a outra pessoa só percebe quando seu parceiro já está em ruínas... Casos sérios da vida, muitos passam. Mas bem, eu amei o capítulo como sempre ♥
Ansiosa pela continuação...
Bjos bjos *3*
O carro vermelho tentava chegar ao da frente, mas não conseguia. A curiosidade do motorista aumentava a cada instante. Ele conhecia o rapaz que estava dirigindo, tinha ciência de seu sofrimento. Passou parte da história em cima de uma nuvem branca e macia, observando todo o percurso que Dylan percorreu até aquele momento. Mas estava exausto de ficar sentado, apenas observando o sofrimento do jovem apaixonado.
O motorista também conhecia a menina Jen, e sentia um grande carinho pela mesma. Seus olhos começaram a ficar marejados, pois ele se lembrou do inicio da história até o ponto atual, como um filme da vida que passa rapidamente em nossas mentes. Oh, ele estava desesperado. Era possível ver seus dentes cerrados, o cenho franzido, o olhar vago.
Suspirou, encostou a cabeça no apoio do banco do carro e respirou fundo. Dylan precisava se apressar, mas infelizmente ninguém podia ajuda-lo. Ou ao menos não conseguiam ver uma maneira de fazê-lo.
O motorista abriu a porta do carro e saiu do veículo. Correu até Dylan, deu três socos em sua janela, mas o jovem não o respondeu. Ele não conseguia vê-lo, muito menos senti-lo. Tocou os pequenos dedos no vidro da janela, respirou fundo e observou o papel nas mãos de Dylan.
Perdeu-se em devaneios, como se conseguisse conectar sua mente à de Dylan. O carro voltava a andar, mas na verdade nunca tinha parado. Ele não olhava para os lados, e muito menos enxergava os carros que estavam em sua frente.
Uma batida. Um acidente. O sangue começou a escorrer pela testa de Dylan, e sua mente foi levada para o abismo. Ele estava desesperado, queria continuar procurando sua amada, mas era quase impossível.
O motorista deu alguns passos para trás, passando a ponta da língua no lábio inferior, sentindo as lágrimas quentes descer de seus olhos e escorrer pelas bochechas. Passou a mão direita no rosto, deixando ali por dez segundos. Ao levantar a mão um rosto feminino foi revelado. Uma grande nuvem macia e branquinha apareceu em meio aos caos. Ela deitou na nuvem e a abraçou com força, deixando as lágrimas caírem cada vez mais. Com um simples giro, sua nuvem a levou aos céus, de onde continuou sentada, observando ansiosamente o que acontecia com Dylan e Jenny.
~ O que posso dizer... Por mais boboca que ele seja, estou torcendo por ele. Desejando que ele consiga se salvar, e depois recuperar a mulher que tanto ama. Porém, quando isso acontecer, espero que ele faça valer a pena, que diga que a ama todas as manhãs ao acordar, as tardes em meio ao pãozinho de queijo, café e rosquinhas coloridas, e que se declare antes de dormir. Peço perdão pela demora em comentar, mas você sabe, eu estava e continuo estando sem internet em casa. Mais um dos vários capítulos que eu amo. Afinal, eu amo a história inteira, assim como amo quem a escreve. Eu não sei por que, mas o meu comentário começou daquela forma e eu não consegui parar. Foi uma forma de tentar expressar o que senti ao ler o capítulo.
Já disse como é cretino por escrever tão bem e me deixar emocionada? Ah, eu já devo ter dito, mas falarei novamente. Cretino. C-r-e-t-i-n-o. Aquela escrita que toca a minha alma e me faz mergulhar no oceano mais profundo, que talvez seja aquele que fica no fim do caminho. Parabéns por mais um maravilhoso capítulo, meu amor. Eu te amo. ♥
Oi oi oi
Oioi oi oi vem balançar kud... não pera.
Oi oi, Tio Lucaxxxxx.
Volteir porque... sei lá, só deu vontade.
HUAHAUAHSUASHAUSAHSUASHAUSAHSUASHAUSHAU
Tô com pena de você. Já deve tá de saco cheio de me aturar, querendo que eu cale a boca ou suma de vez. Pois é, eu sei.
Moço para de me fazer chorar cara, tô só me afundando cada vez mais no sofá desconsolada com essa agonia do Dylan. Minha vontade é de entrar na história e ajudar ele de qualquer jeito!
Mds... Quanta sofrição e-e
Ainda sofre um acidente... ai socorro... Quando acho que não dá pra piorar, você consegue.
Destruidor de feels profissional você hein... aplausos
Desculpa o comentário bosta... =/
Beijooos meu sashimi de peixe branco (meu favorito huehuehue)
Aí meu Deus que agonia que agoniaaaa
Esse negócio de tempo limitado sempre mexe com meus nervos
Partiu próximo capítulo já