Comentários em “Coloring The Void”: “Butters - Unique”

L371C14

Hello, Sr. 23! Bem-vindo de volta!! ^^

Ok, chega de enrolação, vamos falar logo da one.

Vou ser sincera. Ficou muito sem pré nem cabeça, ficou muito estranha. Tipo, não tem foco nenhum durante o capítulo inteiro. Quer dizer, até tem, mas como foi apresentado não ficou tão bom (o foco era pra ser o Butters, certo??). Acho que se você desse foco em um tema apenas, ficaria muito melhor e se você desse um POV do pai do Butters ficaria legal tbm, afinal, todos sabem que ele taça o foda-se para o filho. Por que ele começou a se importar com ele? Como eles está se sentindo? entre outras perguntas...

Outra coisa que admito que ficou meio estranha (pra não dizer irritante) foi as referências do além, como o treco da Culpa das Estrelas. Eu amo referência, mas tem que ser com moderação e com um pouco de sentido tbm. Pior é que você já escreveu fanfics com ótimas referências, mas nessa one não ficou tão legal

Enfim, a ideia foi boa.... Mas acho que não foi tão bem executada.

Bjos e até a próxima!! o/

Killian Herondale 23

Oiee...

Bem vamos começar logo isso.

No momento, estou a fic em outra aba, lendo-a para poder conseguir agrada gregos e troianos na resposta.

Foco. Você disse que até tem um, mas não é muito colocado em prática. Bem o foco era o amadurecimento de Butters colocado perante a saia justa que ele ficou na fic. Butters pode ter falado que: ''E por causa de tudo isso que aconteceu comigo, consegui - nos anos seguintes que se seguiram - evoluir consideravelmente sobre os anos. A tornar-me uma pessoa mais madura e consciente do que antes. Não que me rotulo de babaca ou algo assim, mas sei que fui enganado e deixei de viver um pouco por causa disso.'' Ele admite isso como fosse a verdade total, mas quando é mais trabalhado na fic, na verdade descobrimos que Butters não totalmente maduro assim, pois ele tem um medo secreto de que seus pais não gostem dele ou até o odeiem por causa dos castigos. É somente existe bem lá no fundo do coração do garoto. Isso cria uma sensação que é descrita no texto em que quando os pais ficam com medo, parece que ele ganha alguma coisa com isso, como: ''Não que eu iria rejeitar Oxford por nada, mas meus pais, até Stephen implorara de joelhos com o rosto inchado de lágrimas e o nariz escorrendo de uma pequena - ou não - quantidade de meleca líquida.'' A imploração dos pais faz com que Butters cria a lista mental, não é? Mas ele somente faz isso, pois está em dúvida se o medo dele era algo concreto ou era somente a imaginação dele.

''

Por quê estou fazendo isso?


Você queria decidir, Butters.

Se eu queria ir para Inglaterra, por quê ainda não respondei á mensagem deles?

Seus pais. Eles estão preocupados com essa grande mudança e por isso você fez a lista.

E se não algo que meu coração não quer?

Seu coração quer ir para a Inglaterra?

Acho... Não sei, mas o que pensar agora.

Você se acha digno de ir para lá?

Por quê deixo a minha mente fazer perguntas tão difíceis?

Você se acha? Sabe, digno?

Talvez.''

Esse é um momento na narrativa em que Butters admite que está levando a situação da lista para um patamar, mas... Como posso dizer? Desnecessário. E como longe de todos os problemas, Butters consegue definir seus pensamentos sobre esse acontecimento. Ele sempre soube que iria escolher a Inglaterra logo de cara, mas também pensara sobre seus pais, mas: ''mesmo que poderia me comunicar via Skype para a satisfação dos meus pais.'' E apesar dele saber o resultado final, ele sabe como iria ficar: ''O problema que venho pensando justamente isso a semana inteira e agora - no último dia restante - minha lista está em um empate, como eu quisesse ir para Inglaterra e de algum jeito ainda poder ficar em South Park'' , mas ele decidiu admitir e afirmar essa afirmação no último minuto, deixando a situação desnecessária. Mas como o POV é do Butters... Vou deixar quieto.

E no fim, ele escolheu o que realmente queria e disse a verdade para os pais, no momento para a mãe, do que embromar essa saia justa, se é que podemos chamar disso... E descobre que na verdade todas as preocupações dele eram somente dúvidas que se apoderaram de sua mente e que deveria ter falado a verdade anos atrás. Tanto o relief dele que até faz uma pequena piadinha para mãe como uma indireta: ''Como os castigos constantes?'' E que seus pais poderiam ir até o fim do mundo por ele, respeitando- o como deveria ter sido há muito tempo atrás.

Bem as referências... Vamos deixar isso contigo, pois é muito pessoal.

Essa foi uma tentativa de explicar por que escrevi como escrevi e desenvolvi como desenvolvi a história. Talvez, eu estava com muita pressa de escrever e publicar para ter pelo menos algum feedback ou algo assim... Você decide.

Qualquer coisa, eu adorarei de conversar contigo no inbox.

Espero ter respondido as perguntas, senão... INBOX!

XOXO,

Killian Herondale 23

Knight Beast X

Quando se ler uma historia ou se ver uma animação ou um filme, sempre é recomendado ter a suspensão de descrença, porem quando algo sai do bom senso, a qualidade da historia decai muito. O grande defeito da história, porque a história não passa impressão que é o Butters.

Os primeiros parágrafos já começam do personagem referindo seus pais pelos nomes e não como ‘pai e mãe’, uma atitude não comum do personagem. Logo seguida vem que o pai está aos pés do filho chorando para não ir para Inglaterra. Como todo fã de South Park sabe que os pais do Butters não estão preocupado pelo filho e mostrar algo diferente sem nenhuma explicação é algo mesmo que elimina a suspensão de descrença.

O terceiro parágrafo já quebra o ritmo dos mesmos que faz um leitor se perguntar: o que está acontecendo? Sobre o passado do Butters esqueceu que ele tem aquele menino ruivo que é o General Desordem que é o amigo oficial do mesmo. Também fez o erro de responsabilizar o Cartman de ser o único que usou o personagem. Tipo de tantos personagens que ignoram, que usam, que até batem, faz até o Cartman ser o único garoto que respeita o Butters (até o Kenny que Butters falou que ela legal já quase o cegou, já bateu diversas vezes e o usou junto com Stan, Kyle e Cartman). Mesmo se Butters se revoltasse com o Cartman, o máximo que o segundo iria fazer era falar “foda-se” e não da piti e quebrar a casa do loiro. Eu até iria entender que no lugar do Cartman fosse o Kyle (já que o personagem que já quebrou as coisas do outro). Ainda por cima a parte não acrescenta em nada.

Os próximos acontecimentos não fazem tem ritmo nenhum porque fala que ele parou para amadurecer, mas omite como foi todo esse processo como foi essa mudança e que ações ele precisou a tomar.

Ainda teve outra quebra de ritmo que foi de descrição das lembranças para descrição das ações em tempo real saindo sem rumo para cidade. Deu impressão que queria fazer algo poético, mas não fez sentido. Pareceu que era uma pessoa que tem problema de pensar se não tiver andando que basicamente só levou uma conclusão: tomar atitude. Poxa isso foi mais enrolarão do que poesia.

Daí a historia chega seus momentos finais aonde o Butters tem seu momento de mãe e filho, que poderia ser lindo, mas não teve sentido. Ela não conectou em nenhum comento com o personagem para não dizer que nenhum momento teve algo cativante.

Tenho que dizer que fracassou em criar uma fanfic focado o Butters, porque em toda historia não tem impressão que é o próprio Butters que está narrando a historia.