Meu Eru, eu também amo o Silmarillion! Já li e reli tantas vezes que praticamente decorei. Foi meu livro de cabeceira durante anos e é muito especial pra mim :)
Tadinha da Syndel! Eu tmb tenho medo do escuro e posso muito bem imaginar o terror naquele calabouço, mesmo sem a magia tenebrosa de lá.
Duvido que sem a certeza do amor do principe, ela pudesse escapar com a sanidade intacta.
É interessante ver a interação entre Legolas e o pai, que o trata com austeridade. Naquela época, em que Legolas estava crescendo, imagino que Thranduil agia com o filho da forma com que foi criado pelo pai. Oropher não me pareceu um pai afetuoso. E é difícil fugir de nossa criação, por mais que tentemos.
Mas acho que aquela rigidez, diferente da demonstrada por ele em O Hobbit, fosse apenas a rigidez de homens acostumados a pensar que os meninos tinham que ser tratados assim, para se tornarem homens fortes. Machismo de época mesmo :)
Não conseguiria pensar nele como um pai ruim, especialmente sob a vigilância de mamãe Syndel.
Eita! Um dia eu chego a esse nível de quase decorar, haha! Eu só li uma vez até agora, mas pretendo ler muitas outras, ainda! Ele é definitivamente o livro mais lindo que eu já li (e em se tratando da minha pessoa, isso quer dizer muita coisa! Hahaha!)!
Pois é! Eu não tenho medo de escuro, mas me sinto claustrofóbica toda vez que vejo aquelas celas minúsculas no filme d"O Hobbit"! Credo...
Ah, sim. Eu também não penso no Thranduil como um pai ruim (como algumas pessoas parecem pensar), de forma alguma! Aliás, muito ao contrário! Como você disse, acho que é só o jeito dele, e também acho que tem muito a ver com o Oropher... Mais adiante na fanfic, acho que essa questão fica mais clara um pouco. ^-^
Meu Eru, eu também amo o Silmarillion! Já li e reli tantas vezes que praticamente decorei. Foi meu livro de cabeceira durante anos e é muito especial pra mim :)
Tadinha da Syndel! Eu tmb tenho medo do escuro e posso muito bem imaginar o terror naquele calabouço, mesmo sem a magia tenebrosa de lá.
Duvido que sem a certeza do amor do principe, ela pudesse escapar com a sanidade intacta.
É interessante ver a interação entre Legolas e o pai, que o trata com austeridade. Naquela época, em que Legolas estava crescendo, imagino que Thranduil agia com o filho da forma com que foi criado pelo pai. Oropher não me pareceu um pai afetuoso. E é difícil fugir de nossa criação, por mais que tentemos.
Mas acho que aquela rigidez, diferente da demonstrada por ele em O Hobbit, fosse apenas a rigidez de homens acostumados a pensar que os meninos tinham que ser tratados assim, para se tornarem homens fortes. Machismo de época mesmo :)
Não conseguiria pensar nele como um pai ruim, especialmente sob a vigilância de mamãe Syndel.
Beijocas
Oi, Nimrodel! :)
Eita! Um dia eu chego a esse nível de quase decorar, haha! Eu só li uma vez até agora, mas pretendo ler muitas outras, ainda! Ele é definitivamente o livro mais lindo que eu já li (e em se tratando da minha pessoa, isso quer dizer muita coisa! Hahaha!)!
Pois é! Eu não tenho medo de escuro, mas me sinto claustrofóbica toda vez que vejo aquelas celas minúsculas no filme d"O Hobbit"! Credo...
Ah, sim. Eu também não penso no Thranduil como um pai ruim (como algumas pessoas parecem pensar), de forma alguma! Aliás, muito ao contrário! Como você disse, acho que é só o jeito dele, e também acho que tem muito a ver com o Oropher... Mais adiante na fanfic, acho que essa questão fica mais clara um pouco. ^-^
Obrigada por mais esse comentário!
Xoxo
Esse captulo acabou com meu emocional, apenas.
Quando Thranduil estava se despedindo de Syndel, meus olhos suaram, na boa