O tom nesse capítulo começou um pouco mais sério, e isso me preocupou um pouquinho, mas logo percebi que o momento pedia e que você foi fazendo o humor aparecer aos poucos neste capítulo. A forma como os fantasmas veem os humanos foi uma das coisas que mais gostei neste capítulo. É uma indiferença nada (mesmo) indiferente? (estou ficando muito confuso e filosófico, pode ser excesso de contato com... você sabe) ... (mas acho que sou maluco assim por essência, mesmo). Sinto uma espécie de ressentimento que leva a uma atitude um pouco birrenta dos fantasmas em relação as pessoas vivas, e mesclada àquela angústia de pensar se se poderia ter feito algo a mais em vida, agora que estão mortos e a vida é uma dimensão distante, conquanto tão próxima que eles quase a tocam. Mas ele toca os velhinhos... e aquela risada na fonte... o sorriso do casal de idosos. Eu me senti lá! Eu me senti Idoso. Eu me senti fantasma. Eu me senti a fonte! Eu me senti até mesmo o sorriso. Foi uma cena muito singela, sensível, linda!
Os mistérios continuam... mas ainda não postou o 4º capítulo... OBRIGADO SEU... desculpa, já me recompus. Curiosidade natural é uma dádiva e uma maldição.
Estou bastante intrigado quanto ao desaparecer gradual pelo qual Halicar passa no final do capítulo. Tenho meus palpites quanto a esse processo.
A escrita está muito boa (agora preciso dizer uma novidade, já que já cansei de dizer que sua escrita é ótima kk).
Um capítulo muito criativo. Aquelas divagações acerca do sol, do monumento... existenciais! Psicológicas e viscerais. Ponto.
Uma coisinha que achei: "A lei do mínimo me esforço me dominou" conserta aí, Bro. Joinha? :)
Well, gostaria de dizer rumo ao próximo... mas terei de esperar um pouco, então... paciência (outra coisa que preciso trabalhar, minha ansiedade e falta de paciência! kk)
Sim, seriedade também é um dos focos da fic. Nem tudo será mil maravilhas porque, querendo ou não, tem o assunto morte e redenção no meio, não é? Eu também me senti muito feliz com a cena dos velhinhos. Ficou muito agradável.. eu até diria que ficou bastante sincera.
No quarto capítulo (que já foi postado, mané. Não me xinga. Inclusive sai o quinto capítulo hoje, se eu não endoidar até o final do dia, é claro) você vai entender o que aconteceu, realmente, com o Halicarnasso. Promessa de escoteiro.
Fico muito feliz que também tenha gostado desse capítulo, pois tenho me dedicado demais, logo, é bom ver pessoas curtindo a história. E obrigado por achar o erro, vou corrigir agora mesmo. Agradeço :)
O tom nesse capítulo começou um pouco mais sério, e isso me preocupou um pouquinho, mas logo percebi que o momento pedia e que você foi fazendo o humor aparecer aos poucos neste capítulo. A forma como os fantasmas veem os humanos foi uma das coisas que mais gostei neste capítulo. É uma indiferença nada (mesmo) indiferente? (estou ficando muito confuso e filosófico, pode ser excesso de contato com... você sabe) ... (mas acho que sou maluco assim por essência, mesmo). Sinto uma espécie de ressentimento que leva a uma atitude um pouco birrenta dos fantasmas em relação as pessoas vivas, e mesclada àquela angústia de pensar se se poderia ter feito algo a mais em vida, agora que estão mortos e a vida é uma dimensão distante, conquanto tão próxima que eles quase a tocam. Mas ele toca os velhinhos... e aquela risada na fonte... o sorriso do casal de idosos. Eu me senti lá! Eu me senti Idoso. Eu me senti fantasma. Eu me senti a fonte! Eu me senti até mesmo o sorriso. Foi uma cena muito singela, sensível, linda!
Os mistérios continuam... mas ainda não postou o 4º capítulo... OBRIGADO SEU... desculpa, já me recompus. Curiosidade natural é uma dádiva e uma maldição.
Estou bastante intrigado quanto ao desaparecer gradual pelo qual Halicar passa no final do capítulo. Tenho meus palpites quanto a esse processo.
A escrita está muito boa (agora preciso dizer uma novidade, já que já cansei de dizer que sua escrita é ótima kk).
Um capítulo muito criativo. Aquelas divagações acerca do sol, do monumento... existenciais! Psicológicas e viscerais. Ponto.
Uma coisinha que achei: "A lei do mínimo me esforço me dominou" conserta aí, Bro. Joinha? :)
Well, gostaria de dizer rumo ao próximo... mas terei de esperar um pouco, então... paciência (outra coisa que preciso trabalhar, minha ansiedade e falta de paciência! kk)
Parabéns pela excelente história.
Sim, seriedade também é um dos focos da fic. Nem tudo será mil maravilhas porque, querendo ou não, tem o assunto morte e redenção no meio, não é? Eu também me senti muito feliz com a cena dos velhinhos. Ficou muito agradável.. eu até diria que ficou bastante sincera.
No quarto capítulo (que já foi postado, mané. Não me xinga. Inclusive sai o quinto capítulo hoje, se eu não endoidar até o final do dia, é claro) você vai entender o que aconteceu, realmente, com o Halicarnasso. Promessa de escoteiro.
Fico muito feliz que também tenha gostado desse capítulo, pois tenho me dedicado demais, logo, é bom ver pessoas curtindo a história. E obrigado por achar o erro, vou corrigir agora mesmo. Agradeço :)
Valeu, valeu e valeu. Hahahaha.
Até o próximo capítulo