Eu adorei a forma como você descreveu cada momento. Tem certeza que tem dificuldade para representar os personagens? Eu achei muito bom.
Eu não sei de quem tenho mais pena: Arthur, Alfred, Peter, Tino, Berwald ou Kumajirou. (Ele estava sendo esmagado! XP)
Alfred achou mais normal fadas e unicórnios do que espíritos de irmãos. E eu achei o argumento dele válido, por mais que: "ele está morto", para mim, fosse um choque maior.
Arthurtinha algum indício de que Peter estava realmente morto? Eu digo, além do que contaram, obviamente?
Meu caro, você pode fazer uma oferenda no mar, já que foi por lá que ele… morreu.
Eu achei uma história incrível, e se Hetalia não fosse voltado para comédia, tenho certeza que os produtores usariam esta ideia.
Sua inspiração também deve ser levada em conta, e ah! É nossas horas que você gostaria de voltar no tempo e poder oferecer algo a uma pessoa específica. Na verdade, podemos fazer isso desde já, digo, ajudar as pessoas.
Vish, eu fiz um rio de lágrimas? Eu não preciso pagar nenhuma indenização por danos à casa, né? #tiro
Agora falando sério, muito obrigada pelo review. Sério. Me faz achar que o que eu escrevi pode não ter sido um fracasso total.
Sério que você gostou das minhas descrições? Eu tendo a achá-las um lixo, então, obrigada! Omais complicado em Hetalia é tentar equilibrar as personalidades dos personagens enquanto indivíduoscom as características relacionadas a seu povo. Mesmo em Human AU (sim, pode não parecer, mas essa fic é em Human AU), acho importante não deixar a coisa tender demais pra um lado ou outro, para não soar desrespeitoso ou quadrado demais (também é divertido fazer esses lados entrando em conflito, mas isso só serve pra canon AU).
Olha, eu também não sei ao certo dizer o que eu penso de cada personagem nessa história. Sendo sincera, pretendo fazer dela parte de uma trilogia (bem, não tenho certeza de quantas partes serão, mas acredito que três mesmo), então aguarde, porque ainda vem muita coisa em volta, ainda que vá levar meses, talvez mais de ano pra sair :P
Na verdade há uma razão para Alfred achar que as fadas e unicórnios são normais e espíritos de gente não (embora eu não vá dar de bandeja agora :P). Eu fiz ele ficar é cansado mesmo. Sabe o "na primeira vez a gente explica, na segunda a gente reclama, na terceira a gente explode"? Foi com essa intenção que escrevi o Alfred nessa fic. Ele tentando ser paciente e compreensivo mas falhando é algo que parece perfeitamente plausível, a meu ver.
Bem, ele foi o único que não saiu de Sealand, e não faltam testemunhas de que havia alguém lá dentro, mas não sobrou um osso, um botão de camisa, um artigo da mochila, nada. Ou seja, em parte essa paranoia do Arthur é algo que acontece mesmo na realidade (sim, não são poucos os que não aceitam a morte de entes queridos porque não conseguiram achar o corpo).
Isso já está parcialmente nos meus planos. Aguarde~
Fico lisonjeada com um elogio desses. Ficou mesmo bom assim? ^^
Esse tipo de pensamento dói muito, eu mesma vivo me pegando fazendo isso. Não é o assunto mais novo que eu já vi por aí, mas é daqueles que eu acho que nunca se esgotarão. Sim, acredito que há assuntos que podem nunca se tornar clichês se bem trabalhados.
Você fez um rio de lágrimas aqui em casa.
Eu adorei a forma como você descreveu cada momento. Tem certeza que tem dificuldade para representar os personagens? Eu achei muito bom.
Eu não sei de quem tenho mais pena: Arthur, Alfred, Peter, Tino, Berwald ou Kumajirou. (Ele estava sendo esmagado! XP)
Alfred achou mais normal fadas e unicórnios do que espíritos de irmãos. E eu achei o argumento dele válido, por mais que: "ele está morto", para mim, fosse um choque maior.
Arthurtinha algum indício de que Peter estava realmente morto? Eu digo, além do que contaram, obviamente?
Meu caro, você pode fazer uma oferenda no mar, já que foi por lá que ele… morreu.
Eu achei uma história incrível, e se Hetalia não fosse voltado para comédia, tenho certeza que os produtores usariam esta ideia.
Sua inspiração também deve ser levada em conta, e ah! É nossas horas que você gostaria de voltar no tempo e poder oferecer algo a uma pessoa específica. Na verdade, podemos fazer isso desde já, digo, ajudar as pessoas.
Bolinhos?
Vish, eu fiz um rio de lágrimas? Eu não preciso pagar nenhuma indenização por danos à casa, né? #tiro
Agora falando sério, muito obrigada pelo review. Sério. Me faz achar que o que eu escrevi pode não ter sido um fracasso total.
Sério que você gostou das minhas descrições? Eu tendo a achá-las um lixo, então, obrigada! Omais complicado em Hetalia é tentar equilibrar as personalidades dos personagens enquanto indivíduoscom as características relacionadas a seu povo. Mesmo em Human AU (sim, pode não parecer, mas essa fic é em Human AU), acho importante não deixar a coisa tender demais pra um lado ou outro, para não soar desrespeitoso ou quadrado demais (também é divertido fazer esses lados entrando em conflito, mas isso só serve pra canon AU).
Olha, eu também não sei ao certo dizer o que eu penso de cada personagem nessa história. Sendo sincera, pretendo fazer dela parte de uma trilogia (bem, não tenho certeza de quantas partes serão, mas acredito que três mesmo), então aguarde, porque ainda vem muita coisa em volta, ainda que vá levar meses, talvez mais de ano pra sair :P
Na verdade há uma razão para Alfred achar que as fadas e unicórnios são normais e espíritos de gente não (embora eu não vá dar de bandeja agora :P). Eu fiz ele ficar é cansado mesmo. Sabe o "na primeira vez a gente explica, na segunda a gente reclama, na terceira a gente explode"? Foi com essa intenção que escrevi o Alfred nessa fic. Ele tentando ser paciente e compreensivo mas falhando é algo que parece perfeitamente plausível, a meu ver.
Bem, ele foi o único que não saiu de Sealand, e não faltam testemunhas de que havia alguém lá dentro, mas não sobrou um osso, um botão de camisa, um artigo da mochila, nada. Ou seja, em parte essa paranoia do Arthur é algo que acontece mesmo na realidade (sim, não são poucos os que não aceitam a morte de entes queridos porque não conseguiram achar o corpo).
Isso já está parcialmente nos meus planos. Aguarde~
Fico lisonjeada com um elogio desses. Ficou mesmo bom assim? ^^
Esse tipo de pensamento dói muito, eu mesma vivo me pegando fazendo isso. Não é o assunto mais novo que eu já vi por aí, mas é daqueles que eu acho que nunca se esgotarão. Sim, acredito que há assuntos que podem nunca se tornar clichês se bem trabalhados.
Muito obrigada pelo comentário de novo :D