Poxa! Muito bom Rô... Bom mesmo!! *-* Gostei da ideia, e curti o como você narrou os fatos. E sim, já escolhi meu personagem preferido... Hehe Alice, ué. Adoro personagens femininas duronas... Já estou acompanhando e até o próximo cap! ;)
Ainda mantenho a proposta que fiz para você de não começar o capítulo explicando tanto sobre a vida dos personagens. Faça isso aos poucos, com calma. Embora você logo tenha mostrado a ação, eu sou um pouco chata nisso. Talvez por falta de tempo ou preguiça, eu só acompanho uma história se as primeiras palavras me motivarem e se elas me mostrarem que a fic vale a pena ser lida.
No mais, você elaborou o capítulo de forma que consegui ler até o final - embora eu tenha ficado confusa em algumas partes, como de onde vieram essas criaturas, porque atacaram a cidade, e até porque não notei grandes surpresas nos personagens - tive a sensação de que eles já tinham conhecimento que algo assim fosse acontecer. Mas acredito que você vai me explicar melhor isso mais tarde. ^^
Ah, e você colocou observações como essa: "Pelo menos 70% da cidade faleceu (...)". Mesmo sendo uma narrativa em terceira pessoa, o fato é que você estava se focando em Alice, e ela estava no sótão (da escola?) se escondendo, e ao menos que tivesse uma televisão ou ela tivesse passeado pela cidade e contado os sobreviventes ou, ainda, que ela tivesse algum tipo de superpoder, ela não teria como saber disso. Só mais tarde. Por isso, fique um pouco atento à isso, okay?
Sua proposta de enredo é interessante, e eu gostaria de saber o que Alice, Silena e Charlie farão a partir daí - o que farão para sobreviver, se tentarão lutar e combater essas criaturas...
Vou tentar acompanhar! :D
Kissus no kokoro.
O que mais gostei:
Alice! ^^
O que acho que pode melhorar:
Alguns erros de concordância e algumas repetições de palavras.
Muito obrigado pela crítica Keli.
Bom, tentarei seguir ao máximo suas dicas, porque sempre quero melhorar.
Sobre o surgimento das criaturas, isso será a maior icognita da história, que pouco a pouco será explicada.
Sobre a Alice, tudo não passou de uma suposição dela. Alice costuma ser muito fria e calculista, e que mesmo soando meio forçado, a suposição dela do número de sobreviventes poderia estar correta.
Enfim, obrigado pelas dicas, e espero que você acompanha a história até o final. Abraços.
Obrigado pelos elogios Mary, e continue acompanhando! (=
E
Elyon Somniare
Nota-se que te preocupaste em dar forma às personagens, trabalhar a sua personalidade, físico, gostos, estilo e história de vida. No entanto, não vejo a necessidade de ter colocado já tudo em cima do tabuleiro. Tudo o que disseste aqui sobre elas poderia ter sido demonstrado ao longo da história, o que atrairia mais o leitor, seria mais eficaz em manter o seu interesse, e evitaria este infodump que é sempre desaconselhável em histórias, e muito menos no primeiro capítulo, aquele crucial para captar a atenção do leitor.
O modo como colocaste já o ataque das criaturas no primeiro capítulo? Isso foi uma boa escolha, no entanto, melhor seria ter sido ainda mais cedo (saltando o dito infodump das personagens) e dado um pouco mais de detalhes, explorando, por exemplo, a dimensão psicológica que tal reviravolta inesperada e perigosa provocou nas personagens – aliás, este conselho de desenvolvimento estende-se a todo o restante do capítulo.
Quanto ao modo de escrever, atenção às conjugações erradas. Tens muitos verbos conjugados erroneamente, alguns apenas por terem um acento que não lhes pertence. Cuidado também com as falhar como a desta frase “é uma honra te ver, mais preciso de ir” (é “mas”, adversativo, não “mais”, adição), e com o tipo de comparações escolhidas: “porém ouviram-se gritos de dor, como quando uma mulher está prestes a dar a luz, ou algo muito pior, como bater o dedinho na madeira da porta”? Presumi que houve aqui uma tentativa de comédia, mas atendendo ao contexto e ao ambiente que dás a toda a história, fica algo despropositado.
Poxa! Muito bom Rô... Bom mesmo!! *-*
Gostei da ideia, e curti o como você narrou os fatos.
E sim, já escolhi meu personagem preferido... Hehe
Alice, ué. Adoro personagens femininas duronas...
Já estou acompanhando e até o próximo cap! ;)
Obrigado pelos elogios Carol!
Realmente, a Alice é a personagem mais carismático, levando todo mundo nas costas.
E vamos esperar pelo próximo capítulo, que vai ser bombástico, rsrs.
Oi, Rodrigo!
Li todo o capítulo! Então, o que eu achei? ^^
Ainda mantenho a proposta que fiz para você de não começar o capítulo explicando tanto sobre a vida dos personagens. Faça isso aos poucos, com calma. Embora você logo tenha mostrado a ação, eu sou um pouco chata nisso. Talvez por falta de tempo ou preguiça, eu só acompanho uma história se as primeiras palavras me motivarem e se elas me mostrarem que a fic vale a pena ser lida.
No mais, você elaborou o capítulo de forma que consegui ler até o final - embora eu tenha ficado confusa em algumas partes, como de onde vieram essas criaturas, porque atacaram a cidade, e até porque não notei grandes surpresas nos personagens - tive a sensação de que eles já tinham conhecimento que algo assim fosse acontecer. Mas acredito que você vai me explicar melhor isso mais tarde. ^^
Ah, e você colocou observações como essa: "Pelo menos 70% da cidade faleceu (...)". Mesmo sendo uma narrativa em terceira pessoa, o fato é que você estava se focando em Alice, e ela estava no sótão (da escola?) se escondendo, e ao menos que tivesse uma televisão ou ela tivesse passeado pela cidade e contado os sobreviventes ou, ainda, que ela tivesse algum tipo de superpoder, ela não teria como saber disso. Só mais tarde. Por isso, fique um pouco atento à isso, okay?
Sua proposta de enredo é interessante, e eu gostaria de saber o que Alice, Silena e Charlie farão a partir daí - o que farão para sobreviver, se tentarão lutar e combater essas criaturas...
Vou tentar acompanhar! :D
Kissus no kokoro.
O que mais gostei:
Alice! ^^
O que acho que pode melhorar:
Alguns erros de concordância e algumas repetições de palavras.
Muito obrigado pela crítica Keli.
Bom, tentarei seguir ao máximo suas dicas, porque sempre quero melhorar.
Sobre o surgimento das criaturas, isso será a maior icognita da história, que pouco a pouco será explicada.
Sobre a Alice, tudo não passou de uma suposição dela. Alice costuma ser muito fria e calculista, e que mesmo soando meio forçado, a suposição dela do número de sobreviventes poderia estar correta.
Enfim, obrigado pelas dicas, e espero que você acompanha a história até o final. Abraços.
Adorei a história. Gostei do modo como os capítulos vão ser contados e dua criatividade por pensar em algo do tipo. Já tem uma leitora aqui \o
Obrigado pelos elogios Mary, e continue acompanhando! (=
Nota-se que te preocupaste em dar forma às personagens, trabalhar a sua personalidade, físico, gostos, estilo e história de vida. No entanto, não vejo a necessidade de ter colocado já tudo em cima do tabuleiro. Tudo o que disseste aqui sobre elas poderia ter sido demonstrado ao longo da história, o que atrairia mais o leitor, seria mais eficaz em manter o seu interesse, e evitaria este infodump que é sempre desaconselhável em histórias, e muito menos no primeiro capítulo, aquele crucial para captar a atenção do leitor.
O modo como colocaste já o ataque das criaturas no primeiro capítulo? Isso foi uma boa escolha, no entanto, melhor seria ter sido ainda mais cedo (saltando o dito infodump das personagens) e dado um pouco mais de detalhes, explorando, por exemplo, a dimensão psicológica que tal reviravolta inesperada e perigosa provocou nas personagens – aliás, este conselho de desenvolvimento estende-se a todo o restante do capítulo.
Quanto ao modo de escrever, atenção às conjugações erradas. Tens muitos verbos conjugados erroneamente, alguns apenas por terem um acento que não lhes pertence. Cuidado também com as falhar como a desta frase “é uma honra te ver, mais preciso de ir” (é “mas”, adversativo, não “mais”, adição), e com o tipo de comparações escolhidas: “porém ouviram-se gritos de dor, como quando uma mulher está prestes a dar a luz, ou algo muito pior, como bater o dedinho na madeira da porta”? Presumi que houve aqui uma tentativa de comédia, mas atendendo ao contexto e ao ambiente que dás a toda a história, fica algo despropositado.