Bem foi interessante saber que a fic teve um segundo capitulo e que esplicou quem estava fazendo a narração. A segunda historia é bem mais facil de entender, porem... tipo não sou nada contra fazer os personagens de South Park serem yaois, mas o Cartman ficou meio que 'passivo' demais (que entra muito em conflito já que ele é do tipo que sempre busca 'autoridade'), mas enfim nada que condene a sua ideia, só me assustei um pouco com o segundo capitulo.
O terceiro passa um pouco de contradição em diversas partes, mas inspiração foi revelado e pode ser até compreendido.
Aguardando o próximo capitulo, até a proxima!!!!!!!!
A segunda historia é bem mais facil de entender, porém... tipo não sou nada contra fazer os personagens de South Park serem yaois
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Nenhum individuo é limitado à reação de um único sexo, mas sempre encontra lugar para sentimentos em relação ao sexo oposto, o desejo sexual silencioso e alterado estará presente em relação às pessoas do mesmo sexo’’ essa é a tese defendida
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mas o Cartman ficou meio que 'passivo' demais (que entra muito em conflito já que ele é do tipo que sempre busca 'autoridade'), mas enfim nada que condene a sua ideia, só me assustei um pouco com o segundo capitulo.
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Concordo, posso complementar com a minha visão sobre essa necessidade de passividade, assim como eu posso focar nessa sua necessidade dele afirmar a sua 'autoridade', ou você quer dizer masculinidade, afinal passividade seria uma característica 'predominantemente feminino', mas vamos tentar debater sobre isso em outros capítulos, mas eu gostei que você se envolveu com a questão, ás vezes uma hora entramos em um consenso, não acho que você condenou a idéia, eu que não te convencia com as minhas palavras, mas fica o desafio de retratar esse outro lado
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O terceiro passa um pouco de contradição em diversas partes, mas inspiração foi revelada e pode ser até compreendido.
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Satre diz que o homem é condenado a ser livre e frente a essa liberdade, o ser humano se angustia porque a liberdade implica escolha, que só o próprio indivíduo pode fazer. Muitos de nós paralisamos e, assim, achamos que não fomos obrigados a escolher. Mas a "não ação", por si só, já é uma escolha. A escolha de adiar a existência, adiando os riscos para não errar e gerar culpa, é uma tônica na sociedade contemporânea. Arriscar-se, procurar a autenticidade, é uma tarefa árdua, uma jornada pessoal que o ser deve empreender em busca de si mesmo.
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Eu só quis salientar que quanto mais ciente a pessoa está de suas escolhas mais angustiante ela será, mais ciente de sua impotência, a necessidade de controlar os outros ao seu redo é para camuflar essa impotência
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Espero que tenha sido mais objetiva, é obvio que eu posso não ter me expressado bem, mas isso eu irei com o tempo me policiando
Bem foi interessante saber que a fic teve um segundo capitulo e que esplicou quem estava fazendo a narração. A segunda historia é bem mais facil de entender, porem... tipo não sou nada contra fazer os personagens de South Park serem yaois, mas o Cartman ficou meio que 'passivo' demais (que entra muito em conflito já que ele é do tipo que sempre busca 'autoridade'), mas enfim nada que condene a sua ideia, só me assustei um pouco com o segundo capitulo.
O terceiro passa um pouco de contradição em diversas partes, mas inspiração foi revelado e pode ser até compreendido.
Aguardando o próximo capitulo, até a proxima!!!!!!!!
A segunda historia é bem mais facil de entender, porém... tipo não sou nada contra fazer os personagens de South Park serem yaois
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Nenhum individuo é limitado à reação de um único sexo, mas sempre encontra lugar para sentimentos em relação ao sexo oposto, o desejo sexual silencioso e alterado estará presente em relação às pessoas do mesmo sexo’’ essa é a tese defendida
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mas o Cartman ficou meio que 'passivo' demais (que entra muito em conflito já que ele é do tipo que sempre busca 'autoridade'), mas enfim nada que condene a sua ideia, só me assustei um pouco com o segundo capitulo.
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Concordo, posso complementar com a minha visão sobre essa necessidade de passividade, assim como eu posso focar nessa sua necessidade dele afirmar a sua 'autoridade', ou você quer dizer masculinidade, afinal passividade seria uma característica 'predominantemente feminino', mas vamos tentar debater sobre isso em outros capítulos, mas eu gostei que você se envolveu com a questão, ás vezes uma hora entramos em um consenso, não acho que você condenou a idéia, eu que não te convencia com as minhas palavras, mas fica o desafio de retratar esse outro lado
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O terceiro passa um pouco de contradição em diversas partes, mas inspiração foi revelada e pode ser até compreendido.
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Satre diz que o homem é condenado a ser livre e frente a essa liberdade, o ser humano se angustia porque a liberdade implica escolha, que só o próprio indivíduo pode fazer. Muitos de nós paralisamos e, assim, achamos que não fomos obrigados a escolher. Mas a "não ação", por si só, já é uma escolha. A escolha de adiar a existência, adiando os riscos para não errar e gerar culpa, é uma tônica na sociedade contemporânea. Arriscar-se, procurar a autenticidade, é uma tarefa árdua, uma jornada pessoal que o ser deve empreender em busca de si mesmo.
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Eu só quis salientar que quanto mais ciente a pessoa está de suas escolhas mais angustiante ela será, mais ciente de sua impotência, a necessidade de controlar os outros ao seu redo é para camuflar essa impotência
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Espero que tenha sido mais objetiva, é obvio que eu posso não ter me expressado bem, mas isso eu irei com o tempo me policiando