Mais um capítulo perfeito. Ah, eu moro em Curitiba mesmo, já faz nova anos. >.<' Então já até me considero nativa aushauhsuahsuahus E eu passei na primeira fase! o/ To tão feliz por isso, afinal me livrei da matemática suahsuahushauhsuahs
Juro que sempre imaginei que Alvinópolis ficasse no interior de São Paulo, nem sei direito o porquê, acho que talvez por aquele pensamento de que "essas coisas só acontecem em São Paulo(ou no Rio)" enfim eu gostei do fato de você não ter definido um lugar certo, porque essas coisas não acontecem só em São Paulo.
Ai que vontade de abraçar o Fip, esse menino é tão triste, deve ser muito difícil levar tanta porrada na vida, ser abandonado assim e ainda ter de sobreviver sozinho a maior parte delas, na minha opinião as pessoas que se levantam sozinhas são fortes muito fortes, mas isso não quer dizer que essa força não possa se desgastar. E o Fip está perdendo a vontade de dançar, poxa a dança fazia parte dele, seria como perder um parente ou um amigo muito próximo. Dá até vontade de chorar por ele.
Eu simplesmente adoro a Natahsa e Atur e o romance deles bem mais leve que o do Fip com o Flavius(apesar deles ainda serem o meu casal favorito) eu gosto muito de ver o ponto de vista feminino nessas horas, é mais gostoso de se identificar.
Escola é um sacho mesmo, talvez só seja melhor do que o cursinho hauhauhaushauhsua eu me sentia como o Flavius, até porque todos os meus amigos são de fora, e os prof gostavam de mim, só não tinha um amor platônico. Mas eu até gostaria de ter. Engraçado ver o que nesse capítulo tanto o Flavius como o Fip sentiram-se um tanto vazios. É até estranho, quando estão se dando tão bem, se brigas nem nada, é que esses sentimentos vêm a tona.
Ai eu odeio essa família do Michel. Não entendo nada. Ao mesmo tempo o tratam com desrespeito, pelos seus atos. Ofereceram tudo o que podiam e na visão deles deram tanto carinho. Acho que mesmo no dia em que eu for mãe não vou agir assim.
Michel vai sair da cidade... Acho que é coisas certa a fazer as coisas já ficaram insuportáveis pra ele, e mesmo tendo a amizade dos outros garotos acho que é a hora dele levar a vida pra frente.
yeeeeeei é bem provável que eu dê um pulo em Curitiba nessas férias. Tenho uns amigos que moram aí e adoro visitar essa cidade. Vou passar o natal com minha irmã (ela mora em Florianopolis) e no caminho talvez eu dê um pulinho aí. Ja pensei muito em morar em Curitiba, mas tenho duvidas se essa é uma cidade que eu gostaria de viver ou se é um lugar que eu gosto de visitar. Enfim xD.
Parabeeens por ter passado na primeira fase! Tomar que também passe na segunda! Você está prestando para que? Ps: se livrar da matemática não tem preço!
Acho que nesse capítulo Fip expos um pouco melhor as suas frustrações. Ele sempre falou um pouco dessas coisas, mas nunca deixou transparecer o quanto o incomodavam. Aos poucos ele vai aprendendo a se abrir. Eu penso como você, muitas vezes as pessoas são fortes por falta de opção. Porque elas TEM que se levantar sozinhas, mas todo guerreiro precisa de um tempo de paz.
Fip anda sem vontade de dançar, mas penso que é porque ele está bem. Ele sempre usou a dança como fuga, como um lugar onde se sentir bem. E agora, como vem se sentindo bem com seus amigos acaba por deixar a dança de lado. Mas isso passa. xD
Natasha e Artur tem um romance bonitinho, né? Gosto da Natasha pela forma simples e crua que ela encara as coisas. ela tenta não sofrer mais do que o necessário e deixar as coisas seguirem como são. Acho isso bem bonito no jeito dela.
E a família do Michel é bem típica, não? É a mania que muitos pais tem de encarar o filho como um pedaço deles, como alguém que tem que continuar sua linha de pensamento. E eles piram muito quando o filho tenta pensar por si só. É triste mas esse é um comportamento bem padrão. Claro que, na visão deles, o errado é o Michel. Talvez seja mesmo hora de ele partir. Mas seria triste ver essa galera se separando.
Mais um capítulo perfeito. Ah, eu moro em Curitiba mesmo, já faz nova anos. >.<' Então já até me considero nativa aushauhsuahsuahus E eu passei na primeira fase! o/ To tão feliz por isso, afinal me livrei da matemática suahsuahushauhsuahs
Juro que sempre imaginei que Alvinópolis ficasse no interior de São Paulo, nem sei direito o porquê, acho que talvez por aquele pensamento de que "essas coisas só acontecem em São Paulo(ou no Rio)" enfim eu gostei do fato de você não ter definido um lugar certo, porque essas coisas não acontecem só em São Paulo.
Ai que vontade de abraçar o Fip, esse menino é tão triste, deve ser muito difícil levar tanta porrada na vida, ser abandonado assim e ainda ter de sobreviver sozinho a maior parte delas, na minha opinião as pessoas que se levantam sozinhas são fortes muito fortes, mas isso não quer dizer que essa força não possa se desgastar. E o Fip está perdendo a vontade de dançar, poxa a dança fazia parte dele, seria como perder um parente ou um amigo muito próximo. Dá até vontade de chorar por ele.
Eu simplesmente adoro a Natahsa e Atur e o romance deles bem mais leve que o do Fip com o Flavius(apesar deles ainda serem o meu casal favorito) eu gosto muito de ver o ponto de vista feminino nessas horas, é mais gostoso de se identificar.
Escola é um sacho mesmo, talvez só seja melhor do que o cursinho hauhauhaushauhsua eu me sentia como o Flavius, até porque todos os meus amigos são de fora, e os prof gostavam de mim, só não tinha um amor platônico. Mas eu até gostaria de ter. Engraçado ver o que nesse capítulo tanto o Flavius como o Fip sentiram-se um tanto vazios. É até estranho, quando estão se dando tão bem, se brigas nem nada, é que esses sentimentos vêm a tona.
Ai eu odeio essa família do Michel. Não entendo nada. Ao mesmo tempo o tratam com desrespeito, pelos seus atos. Ofereceram tudo o que podiam e na visão deles deram tanto carinho. Acho que mesmo no dia em que eu for mãe não vou agir assim.
Michel vai sair da cidade... Acho que é coisas certa a fazer as coisas já ficaram insuportáveis pra ele, e mesmo tendo a amizade dos outros garotos acho que é a hora dele levar a vida pra frente.
Mal posso esperar pelo próximo.
yeeeeeei é bem provável que eu dê um pulo em Curitiba nessas férias. Tenho uns amigos que moram aí e adoro visitar essa cidade. Vou passar o natal com minha irmã (ela mora em Florianopolis) e no caminho talvez eu dê um pulinho aí. Ja pensei muito em morar em Curitiba, mas tenho duvidas se essa é uma cidade que eu gostaria de viver ou se é um lugar que eu gosto de visitar. Enfim xD.
Parabeeens por ter passado na primeira fase! Tomar que também passe na segunda! Você está prestando para que? Ps: se livrar da matemática não tem preço!
Acho que nesse capítulo Fip expos um pouco melhor as suas frustrações. Ele sempre falou um pouco dessas coisas, mas nunca deixou transparecer o quanto o incomodavam. Aos poucos ele vai aprendendo a se abrir. Eu penso como você, muitas vezes as pessoas são fortes por falta de opção. Porque elas TEM que se levantar sozinhas, mas todo guerreiro precisa de um tempo de paz.
Fip anda sem vontade de dançar, mas penso que é porque ele está bem. Ele sempre usou a dança como fuga, como um lugar onde se sentir bem. E agora, como vem se sentindo bem com seus amigos acaba por deixar a dança de lado. Mas isso passa. xD
Natasha e Artur tem um romance bonitinho, né? Gosto da Natasha pela forma simples e crua que ela encara as coisas. ela tenta não sofrer mais do que o necessário e deixar as coisas seguirem como são. Acho isso bem bonito no jeito dela.
E a família do Michel é bem típica, não? É a mania que muitos pais tem de encarar o filho como um pedaço deles, como alguém que tem que continuar sua linha de pensamento. E eles piram muito quando o filho tenta pensar por si só. É triste mas esse é um comportamento bem padrão. Claro que, na visão deles, o errado é o Michel. Talvez seja mesmo hora de ele partir. Mas seria triste ver essa galera se separando.