Eu estava lendo os capítulos anteriores e me perguntava sobre o que eu deveria comentar primeiro. Talvez fosse sobre essa "inocência" que transparece dos personagens, ou do simples fato de eu conseguir imaginar as cenas retratadas como se fossem vívidas e não somente uma ilusão.
Senti-me reassistindo The Last Airbender e me deparando com uma situação completamente diferente do rumo que a história tomou. Num sentido positivo, é claro. Não são fatos forçados e talvez isso tenha me incentivado à pensar nesse enredo como algo que fez parte do original, pois talvez seja este meu desejo.
A fúria de Zuko, sua indecisão. Os sentimentos de Katara... Eu compartilhei deles com os personagens. Foi leve, porém deixou uma enorme marca.
Gostei especialmente deste capítulo, pois senti aquela "fúria" adormecida do Zuko. Aquela explosão de sentimentos mistos e desconexos que só ele conseguia nos transmitir. Foi uma vibração forte. As palavras da carta, assim como suas lembranças, ambas carregavam um peso sentimental enorme e uma carga de desespero evidente: Zuko está percebendo que ama a dobradora de água.
Eu ressalto: imaginei a cena de Zuko escrevendo a carta e colocando nela todos os seus sentimentos com afinco, e, assim, meu impulso de que isso fizesse parte do enredo foi muito grande.
No geral, minha adoração está em um nível exorbitante! Vou comentar sempre que possível, não serei uma fantasminha, até porque essa fanfic merece muito mais do que apenas a leitura!
Somente uma observação de leitura chata: tem algumas frases (não especificamente neste capítulo) em que as palavras "foram comidas". Eu li em algum capítulo anterior algo do tipo: "eu fiquei feliz quando vi a sua, isso me deixou..." A palavra "carta" foi cortada e senti um pouquinho de dificuldade. Mas isto é somente um detalhe técnico que acontece com todos nós, escritores.
Até breve!
O que acho que pode melhorar:
Nesse capítulo, senti muito a expressão "mim, mim, mim, mim".
Antes de qualquer coisa, muito obrigado. Por que os comentários mais longos (repletos de conteúdo, claro) são meus preferidos de ler e responder (mas amo todos os comentários, grandes e pequenos!)
Eu só posso afirmar uma única coisa a você: quando eu imaginei esta fanfic, a primeira coisa que eu tinha em mente era incorporar ao máximo cada personagem. Não queria escrever uma coisa morta, um texto pelo texto, narrando sentimentos que muitos de nós [zutarianos] conhecemos. Eu queria escrever algo que fosse tão real, tão vivo, tão forte, que arrebatasse o leitor, que fizesse despertar nele os mesmos sentimentos confusos, escondidos, que eu imaginei para o Zuko e para a Katara.Ou seja: eu queria que, quem lesse minha Fanfic, estivesse literalmente assistindo algo parecido com um spin-off de ATLA.
Por isso, eu tinha decidido somente escrever quando eu sentisse que algo em mim havia despertado. Era como um circuito elétrico: só precisava que a chave fechasse o circuito para que os verdadeiros sentimentos, as verdadeiras ideias, pudessem fluir rapidamente em mim.
Mas é muito duro viver disso.Por que nem sempre o circuito se fecha quando eu quero. E eu tinha que obedecer minha meta, se quisesse algo de qualidade. É um risco viver disso, e eu aceitei.
Passei a buscar em muitos lugares a “fonte das ideias”. Uma música me guiou durante alguns capítulos; depois, um tumblr zutara; depois, alguns episódios e finalmente, tudo o que eu pude ler sobre o casal ZUTARA.
Eu já sentia algo desde quando eu assistia The Last Airbender. Ainda acho que os roteiristas... Pecaram nesta parte, tornando o relacionamento Katara e Aang muito... Rápido. Nós sabemos que eles passaram boa parte da saga juntos, mas para mim, não houve entre eles a fagulha, a centelha que inicia um relacionamento amoroso. Às vezes penso que a Katara foi forçada a gostar do Aang, rs.
Só que com o Zuko, não.
Eu consegui ver essa centelha antes mesmo dela nascer. Mesmo que no começo eles não tenham nada de íntimo ou próximo, a ideia permeava minha cabeça. E quando eu fui pensar no assunto, aos meus olhos, Katara e Zuko se encaixavam melhor do que qualquer outro casal que envolvia a Katara.
Mesmo que muitos digam que é clichê ou óbvio demais juntar duas coisas opostas, eu continuo insistindo em dizer que não, que ZUTARA é muito mais do que um simples romance ou algo que nunca virá a existir (a pior verdade para um zutariano como eu). Eu não sabia dizer o que ZUTARA era, mas agora, eu tenho uma resposta clara na minha mente, embora muito confusa para ser explicada.
Junte todas estas coisas que eu disse com suas observações. Tudo isso que eu acumulei durante muito tempo, eu venho tentando despejar sobre as palavras. Elas são voláteis, sabem me obedecer, embora às vezes, gostam de fugir de meus dedos. Rs.
Às vezes... Eu sonho muito alto, sabia? Às vezes eu penso que um dia, um dos roteiritas (que o nome me escapa) lerá esta Fanfic, e quem sabe... Impressionado com o que eu escrevi (da forma que eu escrevi), se sinta, ao menos... Motivado a continuar Avatar, com mais avatares além de Aang e Korra, e dos outros que certamente virão. Sei que é praticamente impossível isso acontecer (mais impossível ainda é zutara se tornar algo concreto e oficial), mas é essa esperança, esse sonho, que compensa todo meu trabalho.
Por que, a verdade é esta: que Zutara significa “amar algo próximo sabendo que é impossível e distante”. Ao menos, é assim que eu penso.
Mais uma vez, obrigado pelo comentário. E sim, acontece comigo eu “comer” algumas palavras. Faço isso, por um lado, por que quero deixar o texto o mais coloquial possível – mas por outro, é um erro meu.
Olá! Agora que tive tempo, pude ler o capítulo. Ah, sim, gostaria de dizer que gostei muito das suas respostas dos meus reviews! Vou me esforçar para analizar muito bem! :)
Ficou muito bom!! - Novamente, uma escrita impecável e envolvente.
Bem, vamos a análise mais detalhada...
Antes, eu pensei que o narrador alternava por capítulo, então pensei que agora seria a vez da Katara narrar, mas eu gostei muito dessa carta.
A angústia que você transmitiu pelo Zuko me deixou impressionada, foi como se você realmente fosse ele - eu já disse isso, não? - e estivesse contando parte de sua vida - novamente, você conseguiu entrar perfeitamente no personagem! (Eu realmente preciso treinar isso.)
Pobre Zuko. A pressão exercida por liderar uma Nação inteira faz sentido, ainda mais essa Nação sendo a Nação do Fogo, que, imagino, nessa época pós-guerra deveria estar bem "agitada", repleta de dobradores de fogo que ainda acreditavam no ódio para dominar o fogo.
Uma das passagens que mais me agradou foi esta:
"...como a fênix que renasce das suas cinzas para uma nova vida." - Adorei a comparação que você fez, achei perfeita para o momento, onde a meta é se transformar, reerguer-se das cinzas - sem falar que adoro a história da Fênix, desde que li sobre isso há alguns anos.
Então, o tio do Zuko, o Iroh, foi nomeado "servidor de chá real", pelo Rei da Terra? Desculpe, não aguentei, eu tive que rir! Gostei dessa parte, o tio do Zuko é um personagem excelente! O sonho dele foi realizado, afinal! :)
Certo, eu me distanciei muito do foco da fic, o romance Zutara:
--> Eu estou amando o jeito do Zuko nessa fic! Ele está bem mais sincero, realmente. Menos orgulhoso. Ele diz que a única pessoa que poderia apoiá-lo neste momento crítico e cheio de responsabilidades em cima dele é apenas a pessoa que ele mais ama, ou seja, a Katara! Que lindo!! *-*
Mas ainda preciso de você, Katara. Ainda preciso sentir aquilo que sinto quando conversamos: um misto de calor e confiança. Quanta sinceridade, quanta emoção! E, também, quanto amor e confiança.
"Por que estou desejando tudo isso? Por que passei a acreditar que eu tenho que escrever ao menos algo para ti? Por que o pensamento da espera de uma reposta me parece tão doloroso? Por que tudo isso está acontecendo?" - Oh, as dúvidas presentes nesta carta são similares às que estão na carta da Katara, e essas dúvidas deixam a carta mais verdadeira, mais sincera. Deixam-na também com um toque de angústia e confusão por parte dos personagens, e isso é essencial, pois o sentimento "amor" vêm repleto de dúvidas, medo, mas, também, cumplicidade - o que eles demonstram nas cartas. Fico impressionada em como você consegue retratar perfeitamente as dúvidas de cada um, afinal, foi um romance inesperado, porém muito forte.
Nossa! A Mai pegou a carta, jamais poderia ter imaginado isso! Foi, com certeza, uma situação muito bem inserida na história! O que me surpreendeu foi a quantidade de sentimendo presente nas falas da Mai, que, geralmente, é uma menina que não gosta de expressar o que sente. Mas, tratando-se do Zuko...
A briga da Mai com o Zuko me deixou pasma, foi muito bem descrita! Não consegui desviar os olhos da tela até lê-la com o máximo de atenção possível. Quase senti a dor dela, e a dor dele, também!
Não acho que você tenha avançado demais na história, como você disse nas notas iniciais:" me deixei levar pela euforia dos sentimentos que tomaram conta de mim" - Ora essa, não é exatamente isso que faz um escritor?! Transmitir o que sente através das palavras?!
Nossa, acho que esse foi o maior review que eu já fiz! Fique até com medo, agora. Vou parar por aqui.
Vamos lá. *estica os dedos*
Eu estava lendo os capítulos anteriores e me perguntava sobre o que eu deveria comentar primeiro. Talvez fosse sobre essa "inocência" que transparece dos personagens, ou do simples fato de eu conseguir imaginar as cenas retratadas como se fossem vívidas e não somente uma ilusão.
Senti-me reassistindo The Last Airbender e me deparando com uma situação completamente diferente do rumo que a história tomou. Num sentido positivo, é claro. Não são fatos forçados e talvez isso tenha me incentivado à pensar nesse enredo como algo que fez parte do original, pois talvez seja este meu desejo.
A fúria de Zuko, sua indecisão. Os sentimentos de Katara... Eu compartilhei deles com os personagens. Foi leve, porém deixou uma enorme marca.
Gostei especialmente deste capítulo, pois senti aquela "fúria" adormecida do Zuko. Aquela explosão de sentimentos mistos e desconexos que só ele conseguia nos transmitir. Foi uma vibração forte. As palavras da carta, assim como suas lembranças, ambas carregavam um peso sentimental enorme e uma carga de desespero evidente: Zuko está percebendo que ama a dobradora de água.
Eu ressalto: imaginei a cena de Zuko escrevendo a carta e colocando nela todos os seus sentimentos com afinco, e, assim, meu impulso de que isso fizesse parte do enredo foi muito grande.
No geral, minha adoração está em um nível exorbitante! Vou comentar sempre que possível, não serei uma fantasminha, até porque essa fanfic merece muito mais do que apenas a leitura!
Somente uma observação de leitura chata: tem algumas frases (não especificamente neste capítulo) em que as palavras "foram comidas". Eu li em algum capítulo anterior algo do tipo: "eu fiquei feliz quando vi a sua, isso me deixou..." A palavra "carta" foi cortada e senti um pouquinho de dificuldade. Mas isto é somente um detalhe técnico que acontece com todos nós, escritores.
Até breve!
O que acho que pode melhorar:
Nesse capítulo, senti muito a expressão "mim, mim, mim, mim".
Respondendo *estrala os dedos*
Antes de qualquer coisa, muito obrigado. Por que os comentários mais longos (repletos de conteúdo, claro) são meus preferidos de ler e responder (mas amo todos os comentários, grandes e pequenos!)
Eu só posso afirmar uma única coisa a você: quando eu imaginei esta fanfic, a primeira coisa que eu tinha em mente era incorporar ao máximo cada personagem. Não queria escrever uma coisa morta, um texto pelo texto, narrando sentimentos que muitos de nós [zutarianos] conhecemos. Eu queria escrever algo que fosse tão real, tão vivo, tão forte, que arrebatasse o leitor, que fizesse despertar nele os mesmos sentimentos confusos, escondidos, que eu imaginei para o Zuko e para a Katara.Ou seja: eu queria que, quem lesse minha Fanfic, estivesse literalmente assistindo algo parecido com um spin-off de ATLA.
Por isso, eu tinha decidido somente escrever quando eu sentisse que algo em mim havia despertado. Era como um circuito elétrico: só precisava que a chave fechasse o circuito para que os verdadeiros sentimentos, as verdadeiras ideias, pudessem fluir rapidamente em mim.
Mas é muito duro viver disso.Por que nem sempre o circuito se fecha quando eu quero. E eu tinha que obedecer minha meta, se quisesse algo de qualidade. É um risco viver disso, e eu aceitei.
Passei a buscar em muitos lugares a “fonte das ideias”. Uma música me guiou durante alguns capítulos; depois, um tumblr zutara; depois, alguns episódios e finalmente, tudo o que eu pude ler sobre o casal ZUTARA.
Eu já sentia algo desde quando eu assistia The Last Airbender. Ainda acho que os roteiristas... Pecaram nesta parte, tornando o relacionamento Katara e Aang muito... Rápido. Nós sabemos que eles passaram boa parte da saga juntos, mas para mim, não houve entre eles a fagulha, a centelha que inicia um relacionamento amoroso. Às vezes penso que a Katara foi forçada a gostar do Aang, rs.
Só que com o Zuko, não.
Eu consegui ver essa centelha antes mesmo dela nascer. Mesmo que no começo eles não tenham nada de íntimo ou próximo, a ideia permeava minha cabeça. E quando eu fui pensar no assunto, aos meus olhos, Katara e Zuko se encaixavam melhor do que qualquer outro casal que envolvia a Katara.
Mesmo que muitos digam que é clichê ou óbvio demais juntar duas coisas opostas, eu continuo insistindo em dizer que não, que ZUTARA é muito mais do que um simples romance ou algo que nunca virá a existir (a pior verdade para um zutariano como eu). Eu não sabia dizer o que ZUTARA era, mas agora, eu tenho uma resposta clara na minha mente, embora muito confusa para ser explicada.
Junte todas estas coisas que eu disse com suas observações. Tudo isso que eu acumulei durante muito tempo, eu venho tentando despejar sobre as palavras. Elas são voláteis, sabem me obedecer, embora às vezes, gostam de fugir de meus dedos. Rs.
Às vezes... Eu sonho muito alto, sabia? Às vezes eu penso que um dia, um dos roteiritas (que o nome me escapa) lerá esta Fanfic, e quem sabe... Impressionado com o que eu escrevi (da forma que eu escrevi), se sinta, ao menos... Motivado a continuar Avatar, com mais avatares além de Aang e Korra, e dos outros que certamente virão. Sei que é praticamente impossível isso acontecer (mais impossível ainda é zutara se tornar algo concreto e oficial), mas é essa esperança, esse sonho, que compensa todo meu trabalho.
Por que, a verdade é esta: que Zutara significa “amar algo próximo sabendo que é impossível e distante”. Ao menos, é assim que eu penso.
Mais uma vez, obrigado pelo comentário. E sim, acontece comigo eu “comer” algumas palavras. Faço isso, por um lado, por que quero deixar o texto o mais coloquial possível – mas por outro, é um erro meu.
Sem mais,
No aguardo por seus comentários.
P.S.: Perdoe a longa resposta.
Olá! Agora que tive tempo, pude ler o capítulo. Ah, sim, gostaria de dizer que gostei muito das suas respostas dos meus reviews! Vou me esforçar para analizar muito bem! :)
Ficou muito bom!! - Novamente, uma escrita impecável e envolvente.
Bem, vamos a análise mais detalhada...
Antes, eu pensei que o narrador alternava por capítulo, então pensei que agora seria a vez da Katara narrar, mas eu gostei muito dessa carta.
A angústia que você transmitiu pelo Zuko me deixou impressionada, foi como se você realmente fosse ele - eu já disse isso, não? - e estivesse contando parte de sua vida - novamente, você conseguiu entrar perfeitamente no personagem! (Eu realmente preciso treinar isso.)
Pobre Zuko. A pressão exercida por liderar uma Nação inteira faz sentido, ainda mais essa Nação sendo a Nação do Fogo, que, imagino, nessa época pós-guerra deveria estar bem "agitada", repleta de dobradores de fogo que ainda acreditavam no ódio para dominar o fogo.
Uma das passagens que mais me agradou foi esta:
"...como a fênix que renasce das suas cinzas para uma nova vida." - Adorei a comparação que você fez, achei perfeita para o momento, onde a meta é se transformar, reerguer-se das cinzas - sem falar que adoro a história da Fênix, desde que li sobre isso há alguns anos.
Então, o tio do Zuko, o Iroh, foi nomeado "servidor de chá real", pelo Rei da Terra? Desculpe, não aguentei, eu tive que rir! Gostei dessa parte, o tio do Zuko é um personagem excelente! O sonho dele foi realizado, afinal! :)
Certo, eu me distanciei muito do foco da fic, o romance Zutara:
--> Eu estou amando o jeito do Zuko nessa fic! Ele está bem mais sincero, realmente. Menos orgulhoso. Ele diz que a única pessoa que poderia apoiá-lo neste momento crítico e cheio de responsabilidades em cima dele é apenas a pessoa que ele mais ama, ou seja, a Katara! Que lindo!! *-*
Mas ainda preciso de você, Katara. Ainda preciso sentir aquilo que sinto quando conversamos: um misto de calor e confiança. Quanta sinceridade, quanta emoção! E, também, quanto amor e confiança.
"Por que estou desejando tudo isso? Por que passei a acreditar que eu tenho que escrever ao menos algo para ti? Por que o pensamento da espera de uma reposta me parece tão doloroso? Por que tudo isso está acontecendo?" - Oh, as dúvidas presentes nesta carta são similares às que estão na carta da Katara, e essas dúvidas deixam a carta mais verdadeira, mais sincera. Deixam-na também com um toque de angústia e confusão por parte dos personagens, e isso é essencial, pois o sentimento "amor" vêm repleto de dúvidas, medo, mas, também, cumplicidade - o que eles demonstram nas cartas. Fico impressionada em como você consegue retratar perfeitamente as dúvidas de cada um, afinal, foi um romance inesperado, porém muito forte.
Nossa! A Mai pegou a carta, jamais poderia ter imaginado isso! Foi, com certeza, uma situação muito bem inserida na história! O que me surpreendeu foi a quantidade de sentimendo presente nas falas da Mai, que, geralmente, é uma menina que não gosta de expressar o que sente. Mas, tratando-se do Zuko...
A briga da Mai com o Zuko me deixou pasma, foi muito bem descrita! Não consegui desviar os olhos da tela até lê-la com o máximo de atenção possível. Quase senti a dor dela, e a dor dele, também!
Não acho que você tenha avançado demais na história, como você disse nas notas iniciais: " me deixei levar pela euforia dos sentimentos que tomaram conta de mim" - Ora essa, não é exatamente isso que faz um escritor?! Transmitir o que sente através das palavras?!
Nossa, acho que esse foi o maior review que eu já fiz! Fique até com medo, agora. Vou parar por aqui.
Bem, é isso, o capítulo ficou excelente!
Odeio a Mai '-'
Nossa... Coitada dela. Preciso fazer algo a respeito, ou então...
*-* que lindo...