Eu acho que tirei a batata da sopa cedo demais [risos]. Vamos com calma pra ver se ainda consigo diferenciar o verde do azul. Olha só como a minha mente é drogada: Eu imaginei que quem estava vendo "a cena" de longe era o Sam, e essa cena seria meio que o Dean brincando com uma criança (Ben, suposto filho) e a Lisa ao lado, apenas admirando e sorrindo como uma depravada. Por isso, cheguei a pensar que um dos motivos (talvez até o único) do Sam (que na verdade não era o Sam, e sim o Dean [?]) estar se cortando, seria puro e simples ciúmes por não estar "participando daquilo; por não fazer parte daquela alegria momentânea. Seria bem aceitável. Louco, eu sei, mas, é. Minha cabecinha gosta de voar muito alto.
E, por fim, se foi isso mesmo o que entendi, era toda a sua família tendo um tipo de "tempo para o lazer". A questão é: Por que Dean não se juntou com sua família? Por que se sente tão mal a ponto de se cortar para amenizar a dor? Ambas sabemos que a dor emocional, na maioria das vezes, supera a dor física, mas o que pôde tê-lo feito sofrer tanto para ter que curar uma dor com outra? É um pensamento sádico, não acha? Não cabe a mim julgar o garoto, pois não tenho informações suficientes que me obriguem a fazer isso; não sei os seus reais "motivos". Mas, conforme a magnitude a situação onde o corpo está praticamente coberto pelas cicatrizes (obviamente nos lugares onde ninguém poderia ver), não deve ser coisa leve. Não deve ser algo simples. E também não deve ser algo recente, pois, como o jovem mesmo disse, nem ele se lembra exatamente quando aquilo começou.
"As mãos sujas de sangue tremiam, os lábios estavam rachados, o abdômen queimava de dor." Não adianta [u.u]. É impossível não conseguir lembrar de Slave (uma FanFiction que li há algum tempo), onde o Jens (que no caso seria o Dean [risos]) era um escravo e sofria maus tratos. Então, sempre quando leio algo "torturante" sobre o loiro, já me vem em mente aquela imagem do rapaz coberto de sangue e com as roupas esfarrapadas [ah, pode ignorar sem problema algum] [v.v].
Normalmente, não sou eu quem faz uma "análise técnica" do texto. A Suzy que acaba reparando nisso, mas tomei a liberdade de dizer que eu gostei muito da sua escrita. Achei sua forma de se expressar um tanto detalhista, se me permite dizer. Os capítulos, embora curtos, transmitem o necessário. É como eu sempre digo: O que importa é o conteúdo, e não a embalagem (é claro que isso não vale para tudo, mas...) O que sempre precisa ter em um capítulo, na minha opinião, é algo que possa prender a atenção do leitor de alguma forma; seja de uma maneira positiva que o agrade, ou algo que não o agrade; que o faça odiar alguma coisa ou algum personagem (em caso extremos, até mesmo a história), mas a Fic deve despertar algum sentimento em quem for ler. O que não pode é ser um capítulo monótono, onde tem aquela remessa de palavras desnecessárias e/ou sem nexo que só faz você ficar entediada. Então, continue assim. Você está indo muito bem, despertando o interesse e a curiosidade, já no 2° capítulo. :)
Acho melhor parar por aqui, antes que eu pegue o embalo e acabe falando mais do que deveria.
xoxo Alice
O que mais gostei: Será que era tão errado assim, fazer aquilo para conseguir se sentir bem?
[De novo pelo celular] Não nego que essa sua idéia é bem tentadora, mas eu meio que tenho uma leve preferência por um Hurt!Dean. Sem desmerecer o Sam, é claro, porque aqueles "puppy eyes" são muito lindos qyabdo tristonhos! (Ignore o sadismo) O segredo por trás das açöes de todos os personagens será explorado futuramente. Você já leu "O diário de John Winchester"? Vou arrancar algumas pessoas de lá. Mas nem tudo é o que parece, por mais óbvio que esteja ;D Vou dizer que essa declaração me pegou de surpresa! Mesmo que me esforce, é difícil uktrapassar as 1000 palavras... Nas fico feliz, porque suas frases animaram muito meu dia! *-* Beijos.
Opa..opa...John Winchester aprontando...fiquei muito intrigada agora. O que será está acontecendo de tão grave para ele ficar se torturando? Vamos ver!
John é uma caixinha de surpresas... Mas não pretendo deixá-lo como o carrasco. Foi apenas um sargento severo, e nada mais até que se prove o contrário.
Adianto que o mistério principal será mantido nas sombras durante algum tempo, e que não é algo muito agradável.
Eu tenho uma amiga que se cortava a tempos atraz, nos ultimos tempos ela parece ter parado com isso. Chegou a um ponto que ela começou a achar natural ao ponto de fazer isso na minha frente e de outra pessoa, depois ela colocava absorvente sobre os cortes para estampar o sangue. Por isso eu sempre me lembro dela quando escuto "Quando a dor te corta" do Leoni.
O capitulo foi interessante, me pergunto pq Dean faria isso. SE não me engano isso é um transtorno não é? algo com o nome boderline, ou algo assim? Não sei como e escreve.
Baseei essas atitudes em algumas coisas que presenciei na adolescência, e posso dizer que pode ser, sim, o transtorno de Borderline (Transtorno de Personalidade Limítrofe), mas nesse caso não é exatamente isso. Em grande parte, essas ações estão associadas ao transtorno, mas aqui, Dean estaria disposto a se matar para acabar com essa dor. (O que não acontece nos casos de automutilação) Não me baseei em TPL, porque seria levar muito aos extremos, ao meu ver. A situação já está meio complicada sem eu querer tornar tudo ainda mais complexo, então...
Bem, Dean tem um propósito, mas isso só é explicado mais para frente (ainda não escrevi o capítulo). Mas garanto que as coisas melhoram depois! Não chego ao extremo de matar ninguém, viu? ;)
Como já disse no outro comentário. Gostei da sua narrativa. Tem qualidade. Esse capítulo foi intenso. Ainda não pude captar muita coisa sobre o enredo, mas percebi que John não será um pai adorável. Fiquei curioso para saber como é a relação de Dean com o John e - principalmente - como é sua relação com Sam.
Gostei muito do que eu li. Está de parabéns pela contrução da narrativa.
Definitivamente, John não será um pai exemplar por aqui. Mas, como eu disse para a Waldorf's, gosto de colocar mais de um "carrasco". Ele pode parecer mau, mas não é o vilão. A relação pai-e-filho entre John e Dean é bem instável, mas isso será explorado mais futuramente. Entre Dean e Sam, as coisas mudam bastante; drasticamente, eu diria, logo nos capítulos 3 e 4. Mas enfim.
Não tenho palavras para dizer o quanto seus reviews me animaram, de verdade! Espero manter esse interesse vivo =}
Eu amo como você escreve a história do ponto de vista de Dean xD, geralmente me apetece ler histórias em que ele tem um destaque maior trantando-se de conflitos pessoais , acho que tem haver com a maior volatilidade de sua personalidade
Sério que gosta? Fico alegre por isso! Geralmente, começo por ele como um "teste" para dar intensidade, e, depois, vou dando mais destaque aos outros, para cada um que vai surgindo, entende? Ainda estou me esforçando, e é muito bom para mim, saber que curte! Beijão :B
Digo e repito: essa história vai ser bem melancólica. Gostei desse começo, da... Hm, digamos assim, 'solidão' que o personagem transmite. Não é exatamente uma dor, mas também não chega a ser apenas um sentimento. Okey, sou péssimo em me explicar, sei disso.
Mas, se tudo estivesse bem, ele não iria procurar alento numa lâmina, não é mesmo? E, se precisa disso para se sentir bem de verdade, então o cara já está com a mente bem ferrada mesmo. Ao ponto de surtar e se mutilar, pelo visto.
Curiosidade: quantos anos ele tem?
O que mais gostei: Não foi a primeira e nem seria a última vez que Dean sentiria medo do pai.
Não é um sentimento, porque ele consegue externar fisicamente, mas também não é algo externo o suficiente para que não seja sentido em seu interior. [OI? Quem é pior pra explicações? HUASHUASHUASHUASHUA's] Mas, é, as coisas não estão nem um pouco boas para ele. E todo mundo sabe que o loiro já tinha a mente confusa bem antes de eu complicar ainda mais as coisas XD
Uh... Dean tem 12, e eu não deveria dizer isso, mas não afeta muita coisa mesmo, então... :B
E
Elleart
"Era essa a cena que sempre se repetia durante a tarde: ele lá, com o rosto na janela, observando a família no quintal, cortando-se longe dos olhares que iriam julgá-lo. Às vezes, acreditava que havia algo errado em seu cérebro. Será que era tão errado assim, fazer aquilo para conseguir se sentir bem?"
Surtando aqui do outro lado, por saber que está gostando, rawr *---------*
Beijos!
U
Usuáriomorto
Eu lí este capítulo antes, mas não comentei por que eu realmente fiquei sem palavras. Esse negócio de ficar se cortando, eu mesma conhecí pessoas que faziam esse tipo de coisa, sei lá é meio triste, achar que pode se livrar de sentimentos ruins por meio da dor.
Dean, é um caso diferente. Sei lá, acho que ele só faz/fazia isso por que precisava ou melhor necessitava disso. Era como um vício, sabe quando você acha que todos a sua volta estão te julgando, mas aí você se isola e acaba fazendo coisas que muitas vezes são ruins pra você.
Agora eu fiquei com raiva do Jonh. Aliás, eu não lembro quando foi que eu não fiquei com raiva do Jonh. Idiota!
Enfim, adorei. Um cheiro da Debi, fui!
Mas eu vou voltar.....
O que mais gostei: " Os dedos pálidos seguraram a navalha com força (....) "
De boa! Sei como é ficar sem tempo/sem palavras. Então... No pressure. Comente quando e se quiser ^^ Acho que essa questão de mutilação é algo bem polêmico. Não sou muito de falar a respeito, mas isso é porque tenho motivos pessoais para tal. Não acredito que seja certo, mas também não vejo como um erro :)
Dean é um caso à parte. Ele se cortava, ele praticava aquilo com a lâmina, para abafar todo o restante. Porque, para ele, se a dor física fosse maior que as outras dores [a do coração, a da alma], seria o suficiente para esquecer os problemas por algum tempo, mesmo que pouco. Ele finge que não, mas se importa.
Pode ficar com raiva dele à vontade HUASHUASHUASHUASHUA's também não vou muito com a cara do Daddy-Chester, mas aqui, mesmo parecendo o vilão, ele não é exatamente isso. Suas atitudes têm um motivo ~lá lá lá~
Esse Dean é um bocado diferente do Dean que é mostrado no seriado, apesar de não se ter tantas informações sobre sua infância. A não ser que vc esteja querendo fazer uma história de universo paralelo. O Dean do seriado tinha um tremendo respeito pelo pai, e procurava de todas as formas, agradá-lo. John podia ter errado muito com Dean, mas do jeito dele, era um pai amoroso. Parece que vc vai representar uma versão bem mais sórdita do relacionamento deles. Estou animada.
Eu acho que tirei a batata da sopa cedo demais [risos]. Vamos com calma pra ver se ainda consigo diferenciar o verde do azul. Olha só como a minha mente é drogada: Eu imaginei que quem estava vendo "a cena" de longe era o Sam, e essa cena seria meio que o Dean brincando com uma criança (Ben, suposto filho) e a Lisa ao lado, apenas admirando e sorrindo como uma depravada. Por isso, cheguei a pensar que um dos motivos (talvez até o único) do Sam (que na verdade não era o Sam, e sim o Dean [?]) estar se cortando, seria puro e simples ciúmes por não estar "participando daquilo; por não fazer parte daquela alegria momentânea. Seria bem aceitável. Louco, eu sei, mas, é. Minha cabecinha gosta de voar muito alto.
E, por fim, se foi isso mesmo o que entendi, era toda a sua família tendo um tipo de "tempo para o lazer". A questão é: Por que Dean não se juntou com sua família? Por que se sente tão mal a ponto de se cortar para amenizar a dor? Ambas sabemos que a dor emocional, na maioria das vezes, supera a dor física, mas o que pôde tê-lo feito sofrer tanto para ter que curar uma dor com outra? É um pensamento sádico, não acha? Não cabe a mim julgar o garoto, pois não tenho informações suficientes que me obriguem a fazer isso; não sei os seus reais "motivos". Mas, conforme a magnitude a situação onde o corpo está praticamente coberto pelas cicatrizes (obviamente nos lugares onde ninguém poderia ver), não deve ser coisa leve. Não deve ser algo simples. E também não deve ser algo recente, pois, como o jovem mesmo disse, nem ele se lembra exatamente quando aquilo começou.
"As mãos sujas de sangue tremiam, os lábios estavam rachados, o abdômen queimava de dor." Não adianta [u.u]. É impossível não conseguir lembrar de Slave (uma FanFiction que li há algum tempo), onde o Jens (que no caso seria o Dean [risos]) era um escravo e sofria maus tratos. Então, sempre quando leio algo "torturante" sobre o loiro, já me vem em mente aquela imagem do rapaz coberto de sangue e com as roupas esfarrapadas [ah, pode ignorar sem problema algum] [v.v].
Normalmente, não sou eu quem faz uma "análise técnica" do texto. A Suzy que acaba reparando nisso, mas tomei a liberdade de dizer que eu gostei muito da sua escrita. Achei sua forma de se expressar um tanto detalhista, se me permite dizer. Os capítulos, embora curtos, transmitem o necessário. É como eu sempre digo: O que importa é o conteúdo, e não a embalagem (é claro que isso não vale para tudo, mas...) O que sempre precisa ter em um capítulo, na minha opinião, é algo que possa prender a atenção do leitor de alguma forma; seja de uma maneira positiva que o agrade, ou algo que não o agrade; que o faça odiar alguma coisa ou algum personagem (em caso extremos, até mesmo a história), mas a Fic deve despertar algum sentimento em quem for ler. O que não pode é ser um capítulo monótono, onde tem aquela remessa de palavras desnecessárias e/ou sem nexo que só faz você ficar entediada. Então, continue assim. Você está indo muito bem, despertando o interesse e a curiosidade, já no 2° capítulo. :)
Acho melhor parar por aqui, antes que eu pegue o embalo e acabe falando mais do que deveria.
xoxo Alice
O que mais gostei: Será que era tão errado assim, fazer aquilo para conseguir se sentir bem?
Opa..opa...John Winchester aprontando...fiquei muito intrigada agora. O que será está acontecendo de tão grave para ele ficar se torturando? Vamos ver!
John é uma caixinha de surpresas... Mas não pretendo deixá-lo como o carrasco. Foi apenas um sargento severo, e nada mais até que se prove o contrário.
Adianto que o mistério principal será mantido nas sombras durante algum tempo, e que não é algo muito agradável.
Eu tenho uma amiga que se cortava a tempos atraz, nos ultimos tempos ela parece ter parado com isso. Chegou a um ponto que ela começou a achar natural ao ponto de fazer isso na minha frente e de outra pessoa, depois ela colocava absorvente sobre os cortes para estampar o sangue. Por isso eu sempre me lembro dela quando escuto "Quando a dor te corta" do Leoni.
O capitulo foi interessante, me pergunto pq Dean faria isso. SE não me engano isso é um transtorno não é? algo com o nome boderline, ou algo assim? Não sei como e escreve.
Baseei essas atitudes em algumas coisas que presenciei na adolescência, e posso dizer que pode ser, sim, o transtorno de Borderline (Transtorno de Personalidade Limítrofe), mas nesse caso não é exatamente isso. Em grande parte, essas ações estão associadas ao transtorno, mas aqui, Dean estaria disposto a se matar para acabar com essa dor. (O que não acontece nos casos de automutilação) Não me baseei em TPL, porque seria levar muito aos extremos, ao meu ver. A situação já está meio complicada sem eu querer tornar tudo ainda mais complexo, então...
Espero que essa tensão seja "boa" rsrsrs
Bem, Dean tem um propósito, mas isso só é explicado mais para frente (ainda não escrevi o capítulo). Mas garanto que as coisas melhoram depois! Não chego ao extremo de matar ninguém, viu? ;)
Beijos.
Como já disse no outro comentário. Gostei da sua narrativa. Tem qualidade. Esse capítulo foi intenso. Ainda não pude captar muita coisa sobre o enredo, mas percebi que John não será um pai adorável. Fiquei curioso para saber como é a relação de Dean com o John e - principalmente - como é sua relação com Sam.
Gostei muito do que eu li. Está de parabéns pela contrução da narrativa.
Até a próxima.
Definitivamente, John não será um pai exemplar por aqui. Mas, como eu disse para a Waldorf's, gosto de colocar mais de um "carrasco". Ele pode parecer mau, mas não é o vilão. A relação pai-e-filho entre John e Dean é bem instável, mas isso será explorado mais futuramente. Entre Dean e Sam, as coisas mudam bastante; drasticamente, eu diria, logo nos capítulos 3 e 4. Mas enfim.
Não tenho palavras para dizer o quanto seus reviews me animaram, de verdade! Espero manter esse interesse vivo =}
Eu amo como você escreve a história do ponto de vista de Dean xD, geralmente me apetece ler histórias em que ele tem um destaque maior trantando-se de conflitos pessoais , acho que tem haver com a maior volatilidade de sua personalidade
Sério que gosta? Fico alegre por isso! Geralmente, começo por ele como um "teste" para dar intensidade, e, depois, vou dando mais destaque aos outros, para cada um que vai surgindo, entende? Ainda estou me esforçando, e é muito bom para mim, saber que curte! Beijão :B
Digo e repito: essa história vai ser bem melancólica. Gostei desse começo, da... Hm, digamos assim, 'solidão' que o personagem transmite. Não é exatamente uma dor, mas também não chega a ser apenas um sentimento. Okey, sou péssimo em me explicar, sei disso.
Mas, se tudo estivesse bem, ele não iria procurar alento numa lâmina, não é mesmo? E, se precisa disso para se sentir bem de verdade, então o cara já está com a mente bem ferrada mesmo. Ao ponto de surtar e se mutilar, pelo visto.
Curiosidade: quantos anos ele tem?
O que mais gostei: Não foi a primeira e nem seria a última vez que Dean sentiria medo do pai.
Na verdade, não é péssimo não. Eu entendi :B
Não é um sentimento, porque ele consegue externar fisicamente, mas também não é algo externo o suficiente para que não seja sentido em seu interior. [OI? Quem é pior pra explicações? HUASHUASHUASHUASHUA's] Mas, é, as coisas não estão nem um pouco boas para ele. E todo mundo sabe que o loiro já tinha a mente confusa bem antes de eu complicar ainda mais as coisas XD
Uh... Dean tem 12, e eu não deveria dizer isso, mas não afeta muita coisa mesmo, então... :B
"Era essa a cena que sempre se repetia durante a tarde: ele lá, com o rosto na janela, observando a família no quintal, cortando-se longe dos olhares que iriam julgá-lo. Às vezes, acreditava que havia algo errado em seu cérebro. Será que era tão errado assim, fazer aquilo para conseguir se sentir bem?"
Profundo. Real. Perfeito.
Estou adorando!
Surtando aqui do outro lado, por saber que está gostando, rawr *---------*
Beijos!
Eu lí este capítulo antes, mas não comentei por que eu realmente fiquei sem palavras. Esse negócio de ficar se cortando, eu mesma conhecí pessoas que faziam esse tipo de coisa, sei lá é meio triste, achar que pode se livrar de sentimentos ruins por meio da dor.
Dean, é um caso diferente. Sei lá, acho que ele só faz/fazia isso por que precisava ou melhor necessitava disso. Era como um vício, sabe quando você acha que todos a sua volta estão te julgando, mas aí você se isola e acaba fazendo coisas que muitas vezes são ruins pra você.
Agora eu fiquei com raiva do Jonh. Aliás, eu não lembro quando foi que eu não fiquei com raiva do Jonh. Idiota!
Enfim, adorei. Um cheiro da Debi, fui!
Mas eu vou voltar.....
O que mais gostei: " Os dedos pálidos seguraram a navalha com força (....) "
De boa! Sei como é ficar sem tempo/sem palavras. Então... No pressure. Comente quando e se quiser ^^ Acho que essa questão de mutilação é algo bem polêmico. Não sou muito de falar a respeito, mas isso é porque tenho motivos pessoais para tal. Não acredito que seja certo, mas também não vejo como um erro :)
Dean é um caso à parte. Ele se cortava, ele praticava aquilo com a lâmina, para abafar todo o restante. Porque, para ele, se a dor física fosse maior que as outras dores [a do coração, a da alma], seria o suficiente para esquecer os problemas por algum tempo, mesmo que pouco. Ele finge que não, mas se importa.
Pode ficar com raiva dele à vontade HUASHUASHUASHUASHUA's também não vou muito com a cara do Daddy-Chester, mas aqui, mesmo parecendo o vilão, ele não é exatamente isso. Suas atitudes têm um motivo ~lá lá lá~
Beijos, e até a próxima! :*
Não posso negar que gosto de um bom drama >u<'
Mas que bom que gostou mesmo assim! :D
Esse Dean é um bocado diferente do Dean que é mostrado no seriado, apesar de não se ter tantas informações sobre sua infância. A não ser que vc esteja querendo fazer uma história de universo paralelo. O Dean do seriado tinha um tremendo respeito pelo pai, e procurava de todas as formas, agradá-lo. John podia ter errado muito com Dean, mas do jeito dele, era um pai amoroso. Parece que vc vai representar uma versão bem mais sórdita do relacionamento deles. Estou animada.