Realmente, suas escolhas para as vozes dos personagens foram ótimas, mas acho que as que mais combinaram, foram a do Tetsuya e a do Jelly, até porque, acho a voz do Inoue Kazuhiko-kun simplesmente perfeita, juro que quero casar com a voz daquele cara um dia kkkkkk'
Os dois ultimos capítulos que vc postou ficaram muito bons, principalmente o anterior, capítulo 8, por causa de todas aquelas histórias que foram reveladas. Credo, deve ser estranho de repente descobrir que ele é formado de parte da alma de Satanás, no lugar dele eu ia ficar com medo de mim... Me lembrou um pouco Harry Potter, por parte da alma do vilão estar no corpo do mocinho =B
Enfim, espero muuuuito ansiosa os próximos capítulos e, aliás, só pra deixar registrado: Jelly é um dos meus perosnagens favoritos, ele é muito foda (derrotou Satanás!!!), é legal e tem a voz perfeita *O*
O que mais gostei: Isso sobre todos os seres vivos serem cinzas.
O que acho que pode melhorar: Nadinha!
Bem, vou confessar que tirei um pouco do Harry Potter. Mas, falando a verdade, me inspirei no D.Gray-Man (Tipo... o Allen é o décimo quarto Noah, e isso me inspirou). Aliás, ouvi dizer que a filosofia de que todos somos cinzas é a mesma da Katsura Hoshino-san (autora de D. Gray-Man), e portanto o manngá dela tem esse nome por causa dessa filosofia. O Jelly, bom ele foi inspirado no Shinigami-sama de Soul Eater (tanto que adicionei Soul Eater a categoria dessa série). Mas, obrigado por confirmar que eu escolhi bem os dubladores (já tava achando que fiz as escolhas erradas).
Hum... em vez de dar uma review a cada vários capítulos, acho que vou tentar fazer isso um pouco antes, porque tenho muita coisa para falar. Deixe-me dizer primeiro que há varias virtudes dos capítulos a serem consideradas, principalmente na sua escrita e estrutura da história. Dá pra ver que você pensou em como fazer a história correr dentro dos padrões de um Shounen típico. Têm tudo para um: começo simples, evento fantástico, o começo de uma aventura maior do que o personagem. Continue seguindo essa idéia, pois é a mais normal dos Shounen. xD
Mas têm uma coisa que tenho que falar. Tudo está muito direto, principalmente o diálogo. Deixe-me explicar. Tomemos como exemplo a Midori nos capítulos anteriores. Ela encontra Tetsuya e Aki. Ela briga com Ritsu. Por uma razão pouco explorada, Tetsuya confronta Ritsu sobre o quão rude ela foi contra uma garota que ele acabou de ver pela primeira vez, dando mais valor a isso do que ao mais significante tempo, pra melhor ou pra pior, que ele teve com a Ritsu. Mas até aí, tudo bem. Digamos que ele é simplesmente virtuoso assim. OK. Depois, ela vai provocar o Tetsuya, briga denovo com a Ritsu, foge, consegue a chave para um lugar aparentemente bem perigoso, se mete em encrenca, e o protagonista, vendo a confusão, simplesmente decide que vai entrar e salvá-la. Mas OK. Isso também pode ser parte das virtudes dele, ou um complexo de herói. Eu entenderia. xD Mas isso se estende para outras coisas.
O fato de que Ritsu têm uma queda por Tetsuya, que parece vir mesmo de antes deles lutarem contra Mephisto. O fato de que o diretor nem considera, por exemplo, matar ou selar o protagonista, pelo "bem maior" de manter selado uma criatura que ele lutou tanto para manter presa, e que podia causar tanta destruição. Quero que entenda que todos esses pontos devem ter uma explicação. Eu tenho certeza que você têm essas explicações. A Ritsu pode ter motivos do passado e do presente dela colaborando para que ela goste do Tetsuya. O diretor pode ter imaginado que sacrificar uma vida pelo bem maior devia ser evitado até onde fosse possível controlar tudo de outra forma. Pode ser algo diferente, mas enfim: eu acho que iria ajudar muito o leitor se você explorasse cada ponto um pouco mais, antes de ir para o próximo ponto, mesmo que seja importante. Quando isso não acontece, às vezes parece que tudo está acontecendo rápido demais, e não deixa tempo para o leitor sentir a simpatia que devia sentir pelos personagens e, mais importante, pela história em si.
Eu espero que você possa considerar isso para quando você for escrever no futuro. Dá mais trabalho, admito, mas você escreve tão bem que não posso evitar de tentar dar dicas para que você melhore ainda mais.
Isto está ficando cada vez mais interessante... Parabéns!
A propósito, "Os Senhores da Noite" trata de 1 tema MUITO similar a este, mas, tipo, misturando "Eram os Deuses Astronautas?" com "A Profecia": 100.000 anos atrás, refugiados extraterrestres de 1 conflito interplanetário (no sistema de Capella) descobriram a Terra, fundaram colônias (Atlântida e Lemúria etc) e adaptaram geneticamente os proto-sapiens então existentes "à sua própria imagem e semelhança" (pra terem mão-de-obra escrava), instalando-se como "deuses". O líder deles era 1 superser que mitos e lendas do Extremo Oriente referem como o "Mestre do Mundo", ou "Rei do Mundo", e que a religião cristã conhece como Lúcifer ou Satanás. Depois os E.T.s inimigos (os "mocinhos"?) acharam seu rastro, e houve 1 nova guerra, que aniquilou as novas civilizações e mergulhou o planeta (de novo) na selvageria. O Mestre do Mundo foi aprisionado pelos inimigos, por 100.000 anos. E novas sociedades, mistas de humanos autóctones e "superiores" nasceram: Egito, Suméria, Índia, China. Os genes daquela raça "superior" continuaram a circular entre nós, humanos, e seus descendentes "legítimos", agrupados em sociedades secretas (Agartha, Shamballah), dos bastidores da História,dirigiam os destinos do mundo, puxando as cordinhas, apertando os botões. Conhecemos alguns deles, do "palco iluminado": Aquenáton, Moisés, Buda, Jesus, Arquimedes, Pitágoras, Alexandre, Gilles de Rais, Aleister Crowley, Hitler, Gandhi, Einstein... Uma guerra secreta! Até que, no início do sé. XXI, 1 jovem "humano", Frank Taylor, que tem os genes desta raça sem o saber, torna-se o ponto focal e o pivô desta luta: somente ele poderá libertar (inconscientemente) o Mestre do Mundo e desencadear o processo de extinção da raça humana!!!
O que mais gostei: A explicação (metafísica?) do Diretor sobre os "cinzas" (evocando tb D. Gray-Man).
O que acho que pode melhorar: Nem precisa xD.
Você deve ser aquele tipo de cara que aprendeu mais lendo quadrinhos que na escola né. Pra mim eu aprendi muito foi no curso de desenho e em revistas sobre fatos interessantes, mas meio que inúteis, como o fato que o cérebro da aranha ocupa 90% de seu corpo ou que a maneiro como o super-homem voltou no tempo (girando a terra pro outro lado) é super sem noção e na verdade causaria centenas de terremotos e possivelmente acabaria com a vida na terra, mas também tem fatos que servem pra alguma coisa, como fazer uma prova mascando chiclete te ajuda a ter um melhor rendimento (melhores notas) e que uma a cada 10 pessoas é psicopata.
Realmente, suas escolhas para as vozes dos personagens foram ótimas, mas acho que as que mais combinaram, foram a do Tetsuya e a do Jelly, até porque, acho a voz do Inoue Kazuhiko-kun simplesmente perfeita, juro que quero casar com a voz daquele cara um dia kkkkkk'
Os dois ultimos capítulos que vc postou ficaram muito bons, principalmente o anterior, capítulo 8, por causa de todas aquelas histórias que foram reveladas. Credo, deve ser estranho de repente descobrir que ele é formado de parte da alma de Satanás, no lugar dele eu ia ficar com medo de mim... Me lembrou um pouco Harry Potter, por parte da alma do vilão estar no corpo do mocinho =B
Enfim, espero muuuuito ansiosa os próximos capítulos e, aliás, só pra deixar registrado: Jelly é um dos meus perosnagens favoritos, ele é muito foda (derrotou Satanás!!!), é legal e tem a voz perfeita *O*
O que mais gostei: Isso sobre todos os seres vivos serem cinzas.
O que acho que pode melhorar: Nadinha!
Bem, vou confessar que tirei um pouco do Harry Potter. Mas, falando a verdade, me inspirei no D.Gray-Man (Tipo... o Allen é o décimo quarto Noah, e isso me inspirou). Aliás, ouvi dizer que a filosofia de que todos somos cinzas é a mesma da Katsura Hoshino-san (autora de D. Gray-Man), e portanto o manngá dela tem esse nome por causa dessa filosofia. O Jelly, bom ele foi inspirado no Shinigami-sama de Soul Eater (tanto que adicionei Soul Eater a categoria dessa série). Mas, obrigado por confirmar que eu escolhi bem os dubladores (já tava achando que fiz as escolhas erradas).
Hum... em vez de dar uma review a cada vários capítulos, acho que vou tentar fazer isso um pouco antes, porque tenho muita coisa para falar. Deixe-me dizer primeiro que há varias virtudes dos capítulos a serem consideradas, principalmente na sua escrita e estrutura da história. Dá pra ver que você pensou em como fazer a história correr dentro dos padrões de um Shounen típico. Têm tudo para um: começo simples, evento fantástico, o começo de uma aventura maior do que o personagem. Continue seguindo essa idéia, pois é a mais normal dos Shounen. xD
Mas têm uma coisa que tenho que falar. Tudo está muito direto, principalmente o diálogo. Deixe-me explicar. Tomemos como exemplo a Midori nos capítulos anteriores. Ela encontra Tetsuya e Aki. Ela briga com Ritsu. Por uma razão pouco explorada, Tetsuya confronta Ritsu sobre o quão rude ela foi contra uma garota que ele acabou de ver pela primeira vez, dando mais valor a isso do que ao mais significante tempo, pra melhor ou pra pior, que ele teve com a Ritsu. Mas até aí, tudo bem. Digamos que ele é simplesmente virtuoso assim. OK. Depois, ela vai provocar o Tetsuya, briga denovo com a Ritsu, foge, consegue a chave para um lugar aparentemente bem perigoso, se mete em encrenca, e o protagonista, vendo a confusão, simplesmente decide que vai entrar e salvá-la. Mas OK. Isso também pode ser parte das virtudes dele, ou um complexo de herói. Eu entenderia. xD Mas isso se estende para outras coisas.
O fato de que Ritsu têm uma queda por Tetsuya, que parece vir mesmo de antes deles lutarem contra Mephisto. O fato de que o diretor nem considera, por exemplo, matar ou selar o protagonista, pelo "bem maior" de manter selado uma criatura que ele lutou tanto para manter presa, e que podia causar tanta destruição. Quero que entenda que todos esses pontos devem ter uma explicação. Eu tenho certeza que você têm essas explicações. A Ritsu pode ter motivos do passado e do presente dela colaborando para que ela goste do Tetsuya. O diretor pode ter imaginado que sacrificar uma vida pelo bem maior devia ser evitado até onde fosse possível controlar tudo de outra forma. Pode ser algo diferente, mas enfim: eu acho que iria ajudar muito o leitor se você explorasse cada ponto um pouco mais, antes de ir para o próximo ponto, mesmo que seja importante. Quando isso não acontece, às vezes parece que tudo está acontecendo rápido demais, e não deixa tempo para o leitor sentir a simpatia que devia sentir pelos personagens e, mais importante, pela história em si.
Eu espero que você possa considerar isso para quando você for escrever no futuro. Dá mais trabalho, admito, mas você escreve tão bem que não posso evitar de tentar dar dicas para que você melhore ainda mais.
Obrigado pelas dicas. Sabe, a explicação dos fatos se dará mais pra frente. Isto é só o começo. Valeu por ler e comentar.
A propósito, "Os Senhores da Noite" trata de 1 tema MUITO similar a este, mas, tipo, misturando "Eram os Deuses Astronautas?" com "A Profecia": 100.000 anos atrás, refugiados extraterrestres de 1 conflito interplanetário (no sistema de Capella) descobriram a Terra, fundaram colônias (Atlântida e Lemúria etc) e adaptaram geneticamente os proto-sapiens então existentes "à sua própria imagem e semelhança" (pra terem mão-de-obra escrava), instalando-se como "deuses". O líder deles era 1 superser que mitos e lendas do Extremo Oriente referem como o "Mestre do Mundo", ou "Rei do Mundo", e que a religião cristã conhece como Lúcifer ou Satanás. Depois os E.T.s inimigos (os "mocinhos"?) acharam seu rastro, e houve 1 nova guerra, que aniquilou as novas civilizações e mergulhou o planeta (de novo) na selvageria. O Mestre do Mundo foi aprisionado pelos inimigos, por 100.000 anos. E novas sociedades, mistas de humanos autóctones e "superiores" nasceram: Egito, Suméria, Índia, China. Os genes daquela raça "superior" continuaram a circular entre nós, humanos, e seus descendentes "legítimos", agrupados em sociedades secretas (Agartha, Shamballah), dos bastidores da História,dirigiam os destinos do mundo, puxando as cordinhas, apertando os botões. Conhecemos alguns deles, do "palco iluminado": Aquenáton, Moisés, Buda, Jesus, Arquimedes, Pitágoras, Alexandre, Gilles de Rais, Aleister Crowley, Hitler, Gandhi, Einstein... Uma guerra secreta! Até que, no início do sé. XXI, 1 jovem "humano", Frank Taylor, que tem os genes desta raça sem o saber, torna-se o ponto focal e o pivô desta luta: somente ele poderá libertar (inconscientemente) o Mestre do Mundo e desencadear o processo de extinção da raça humana!!!
O que mais gostei: A explicação (metafísica?) do Diretor sobre os "cinzas" (evocando tb D. Gray-Man).
O que acho que pode melhorar: Nem precisa xD.
Uou! Muito louco esse livo! VOU LER!
Oi,
Você deve ser aquele tipo de cara que aprendeu mais lendo quadrinhos que na escola né. Pra mim eu aprendi muito foi no curso de desenho e em revistas sobre fatos interessantes, mas meio que inúteis, como o fato que o cérebro da aranha ocupa 90% de seu corpo ou que a maneiro como o super-homem voltou no tempo (girando a terra pro outro lado) é super sem noção e na verdade causaria centenas de terremotos e possivelmente acabaria com a vida na terra, mas também tem fatos que servem pra alguma coisa, como fazer uma prova mascando chiclete te ajuda a ter um melhor rendimento (melhores notas) e que uma a cada 10 pessoas é psicopata.
Bjs=)
Exatamente! Aprendi muito lendo HQs e mangás!
vocês não são os únicos que conhecem a origem dos poderes de Tetsuya, todos que estão lendo ou leram também sabem a verdade!
TODOS, ATÉ MESMO EU!
Obrigado pelo comentário! Fico feliz.