Únicos- segunda temporada
3 Se solicita un amor - final
Notas iniciais
Tess entrou gritando na sala, sua amiga estava abraçada com o homem que escreveu a carta pedindo um amor de verdade.
Tess: Olha, eu não sei vocês mais o destino realmente anda junto com o Amor, o Tempo e claro a Morte. Inês amiga, então você achou o homem que escreveu a carta e está com ele?
Inês: O que você está falando Tess?
Vict: Espera um pouco? A minha carta na garrafa esta com você Inês?
Tess: Espera, acho que falei demais. Vamos por etapas? – ela se aproximou e cumprimentou Inês com um beijo e depois dei a mão para Victoriano. – Bom agora devidamente, vamos lá. Inês como você está do acidente?
Inês: Estou bem, mas me explica uma coisa ele é o homem da carta? – apontou para Victoriano.
Vict: Como encontrou a carta Inês, era particular, não tinha esse direito.
Tess: Calma ai, ogro, não fale assim com ela. Te falei Inês os Santos são uns ogros.
Inês: Pare vocês dois. Eu encontrei uma garrafa na praia logo que cheguei aqui. Como Tess é historiadora pedi para ela ver o brasão que consta na carta, mais tinha até me esquecido disso, depois que ocorreu o acidente e que nos aproximamos.
Vict: Mesmo assim isso não te dá o direito de ler as cartas das pessoas, Inês eu... eu... tenho que sair daqui. – ele não espera nenhuma das duas falarem nada, saiu dali correndo.
Tess: Acho que pisei na bola.
Inês: Pisou e ainda deu o gol para o adversário. Como vou explicar isso tudo agora.
Tess: Você não tem que explicar nada amiga, ele soltou a carta no mar, o mar e o destino fizeram o resto, agora me conta tudo que aconteceu.
As duas conversaram por horas, Inês falou o que estava sentindo por ele, mas que não lembrava mais da carta, que ele era estourado mais muito gentil e carinhoso com ela.
Depois Tess foi descansar, e Inês ficou pensando em como reverter a situação, as duas semanas que eles se conheceram de verdade foi magico, ele esta gentil, carinhoso, fazia Inês sorrir, os passeios deles eram algo que deixava Inês bem, ele a fazia bem.
Inês ligou para ele, mas caiu direito na caixa de mensagem. Ela estava subindo para descansar quando escutou Alejandro e Diana chegarem.
Inês: Boa noite meus amores.
Ale: Oi mãe, como está? E a tia Tess boca de jacaré.- eles riram.
Diana: Meu pai ficou chateado, mas só será um tempo, eu conheço a fera.
Inês: Tess é bocuda demais, impulsiva fala demais e quando não deve. Ela está descansando, e vocês deveriam ir também, boa noite.
Diana: Caso queria saber, meu pai esta na casa da colina, fica perto do mirante sul, ele vai para lá quando quer pensar.
Ale: Vá antes da chuva mãe, claro se quiser.
Inês sorriu, foi para seu quarto se arrumou e foi para o local onde Diana falou, mas antes pegou na gaveta a garrafa com a carta.
Victoriano estava na janela, quando ouviu a porta da frente, ele foi até lá, olhou quem era e abriu.
Vict: Diana?- ela afirmou com a cabeça. – Entre.
Inês: Não, vou embora antes da chuva. – eles ouviram um grande estrondo do relâmpago, Inês pulou nos braços dele com medo do estouro. Sentiu o perfume dele, era único, só de Victoriano. – Desculpe, bom eu só vim lhe devolver isso, desculpas se li algumas vezes. Mas realmente fiquei tocada por suas palavras. – ela entregou e começou a caminhar descendo as escadas.
Vict: Inês! – ela parou e se virou, nesse momento uma chuva torrencial começou. – Vem entre, a chuva chegou antes. Estou fazendo uma lasanha, janta comigo?
Inês estava com a blusa com alguns pingos de água, não muito, mas com a água fria ela tremeu de frio. Ele deu a ela uma toalha, e uma camiseta, ela foi até o banheiro e trocou de blusa.
Inês: Eu não quero incomodar Victoriano, eu vou para casa.
Vict: Vem o jantar está pronto. – ele estendeu a mão para ela.
O jantar foi agradável, a conversa ficou tensa quando Inês contou sobre a mudança de seu casamento. Eles estavam sentados no sofá, um ao lado do outro, tomavam suas taças de vinho.
Victoriano, contou o real motivo da carta, quando perdeu a esposa e o filho no parto, como a dor estava acabando com ele, ele sentou ficando de frente para Inês, que fez o mesmo.
Inês sorveu seu ultimo gole de vinho, que escorreu entre os lábios, Victoriano prontamente levou o polegar para não deixar escorrer mais, depois levou o polegar para sua boca e lambeu, ela achou que ele estava era tão sedutor que pegou a nuca dele e o beijou.
Ela correspondeu ao beijo dela, suas cabeças giravam, suas línguas travavam uma batalha dentro de suas bocas. Quando o ar se fez necessário, eles pararam, juntando suas testas.
Inês: Eu não deviria. – ela tentou sair, mais ele não deixou.
Vict: Quantas vezes, Inês?
Inês: Quantas vezes o que?
Vict: Quantas vezes leu a minha carta solicitando um amor de verdade?
Inês: Muitas vezes, acho que li o que sempre pedi para mim, um amor de verdade.
Vict: é de verdade?!
Inês: É, Victoriano é verdadeiro.
Victoriano a beijou mais intenso, a chuva la fora se fazia cada vez mais intensa. Entre sussurros, ele a levou para a cama, os beijos trilhavam cada parte do corpo dela, enquanto ele tirava a roupa dela, Inês era linda, igual ao vinho, suas curva estava o deixando mais excitado e desejoso dela, lentamente ela tirou a roupa dele, bailava nus ao som da chuva e do mar, ele delicadamente a repousou na cama, entre beijos e caricias, ele se deitou ao lado ela.
Inês: Me sinto protegida ao sei lado, seu toque no meu corpo me leva a lua.
Vict: Quando te vi pela primeira vez, no chão desmaiada, queria ter você assim, te proteger, te amar. Te desejar.
Inês: você me tem agora. Me ame, me ame com todo seu amor Victoriano.
Victoriano ficou entre as pernas dela, começou a beijar seu rosto, desceu para o pescoço, para o colo dela, que arfou sentindo a boca dele quente em seu corpo, quando ele beijou um a um dos seios dela, ela soltou um gemido de prazer, seu toque estava deixando ambos mais desejosos. Ele desceu os beijos na barriga dela, depois chegou a extensão de suas pernas, beijou a coxa dela mordiscando, soprou de leve a intimidade dela, que gemeu amis alto de prazer.
Inês: Ahhhhhhhh, isso é tortura. – ele sorriu e soprou novamente, tocou a ponta da língua no ponto de prazer de Inês, depois beijou, lambeu e quando sugou-a, ela se contorceu, agarrando os cabelos dele com força, gemendo, explodiu de desejo, Victoriano, subiu beijando Inês, sem dizer nada queria a adoração dela, o corpo dela, o amor dela, ele queria Inês para ele.
Vict: Eu te quero morenita, mi morenita. – ele lentamente entrou nela, com calma, ternura, cuidado e amor. Aos poucos ambos iniciaram os movimentos, lento e prazeroso, quando Inês emitiu necessidade de mais, ela sussurrou....
Inês: Meu guapo, meu galã, me faça ir ao céu. – ele entendeu o recado e intensificou os movimentos, e juntos chegaram ao mais majestoso clímax.
A noite foi linda, assim como Inês, Victoriano encontraram uma ao outro, Encontraram o amor verdadeiro, que cuida, que ama, que compreende.
Agora....
Eles estavam sentados na praia, vendo o entardecer, o crepúsculo ali em Parayso, uma linda e romântica praia em Tulum, litoral mexicano, Inês e Victoriano agora estavam felizes e juntos.
Inês: Como o tempo passou rápido, hoje estávamos fazendo dois anos juntos.
Vict: Foram os dois anos mais felizes da minha vida.
Inês: Da minha também.
Vict: Inês, morenita, meu amor.
Inês: Sim, guapo.
Vict: Quer casar comigo, e ser minha para sempre?
Inês: Sim, aceito, para sempre.
O beijo deles selou o que o destino, o mar, o tempo e o amor, programaram para Inês e Victoriano.
Fim....
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