Livros e fanfics

Recomendado por Rodrigo Caetano

Rodrigo Caetano
Delilah... Você termina essa história pensando nela. E ela fica com você. Eu sei porque ela ficou comigo, por bastante tempo, por sinal. Dizer que me faltam palavras, além de ser insuficiente, é inaceitável, por mais verdade que seja. Essa história desperta em mim algo que... Não. Essa história não. Isso aqui não necessariamente é uma história. Quem desperta alguma coisa em mim é a Gwen. Por que ela é real demais para viver apenas nessas palavras. Ela vive comigo e com todo mundo que lê a sua "não história", mas a sua declaração de amor, à vida principalmente, desperta em mim os meus instintos mais básicos de carinho e proteção. Dá vontade de pegar ela no colo e secar as suas lágrimas, rindo - junto com ela, tenho certeza - do simples fato de ela estar chorando. Quem sabe ela resolva secar as minhas lágrimas também. E, se eu pudesse, eu pagava essa declaração e a entregava em mãos, pessoalmente. Até porque eu não resistiria a tentação de conhecê-la. Eu termino de ler e sei que eu não preciso pensar nela. Sei que essa história vai muito além dela. E que independe da reação dela ao que eu lhe entregar. Eu sei que isso é tudo muito lindo sem ela, e que não é ela que eu quero abraçar. Mas ainda assim, você fica pensando nela. Oh Delilah... Como deve ser lindo te ver dançar...
"ELE FALOU, ELA DISSE..."

Falar e dizer podem ser usados para indicar falas, mas é monótono e repetitivo. Use outros verbos, como "explicar", "expôr", "retrucar", "responder", "sussurrar", "murmurar", "verbalizar", "implorar", "pedir", "afirmar"...

VAMOS FAZER UMA “VIAJEM”?

Saia desse capítulo que não te pertence! Jamais escreva “viajem” como uma aventura; escreva “VIAGEM” com “G”. Viajem só existe como verbo: “talvez eles viajem” ou "não viajem hoje". Assim, o verbo “viajar” sempre tem “J”: eu viajo, tu viajas, ele viaja...

Recomendado por Ester

Ester
Acho que todos, em algum momento, já se sentiram como a Anna. Apaixonada, atraída, encantada por aquele é responsável em te ensinar, o seu professor, aquela paixão platônica ou aquele formigamento na barriga ao vê-lo... Você deve se identificar com isso, todos no fundo já passaram por isso, a Anna é assim: Um pedaço de nós. É como se a Amélie pegasse tudo aquilo que vê ou acha ou até mesmo tenha passado por isso e resolveu criar a Anna e o Victor. Eles são como pessoar reais, com nomes diferentes, mas que representam aquela pequena parcela de alunas apaixonadas pelo seu professor. Eu tenho certeza que todos deveriam ler a história, gente, isso aqui não demora vinte capítulo para se descobrir o amor e mais quarenta para assumir o amor, é como na vida real. Acontece do nada e vai tomando conta do seu pensamento, quando você vê você estará perdida em pensamentos e sentimentos confusos. Acima de tudo a história tem um clima, uma base, super legal. Ao mesmo tempo que acontece 'rápido', ela te deixa com um gostinho de quero mais e uma vontade louca de ter um Vitor na sua vida. Afinal, quem não quer da um Up na vida ? Nem que seja com um louca paixão proibida e avassaladora, aliáis, quem disse que ela é realmente proibida ? Até porque de acordo com a física... AS CARGAS OPOSTAS SE ATRAEM ! VOCÊ NÃO PODE PERDER TEMPO LENDO UMA RECOMENDAÇÃO, VOCÊ TEM QUE PERDER TEMPO LENDO A HISTÓRIA !