Livros e fanfics
Recomendado por Julia
Julia
Nesse exato momento, estou me perguntando o por que de estar recomendando essa história. Digo, o que um único capitulo tem de tão cativante a ponto de me fazer largar tudo o que eu estava fazendo para recomenda-la?
Recomendações, tenho que explicar, são uma coisa séria para mim. Uma forma de demonstrar a admiração pela história, pelo contexto e por todas as palavras empregadas que a cercam.
Essa fanfiction me cativou de uma maneira que eu não entendi e provavelmente nunca vou entender. Não estou exagerando, caso você se questione, nessas palavras porque é a total verdade.
Confesso que fiquei muitíssimo intrigada com essa história que poderia ser considerada por muitos uma escrita sem pé nem cabeça. Onde já se viu um estranho pedir uma jovem em casamento, assim, do nada, no meio de uma praça!
Provavelmente, foi isso, essa sensação de curiosidade e total espanto com a forma como o capitulo foi redigido, que cá estou eu, tarde da noite, tentando expressar em palavras o que nem eu mesma consigo entender.
Só posso então, parabenizar a autora por ter criado uma história tão curta e ao mesmo tempo tão poética. A qual me fez viajar em uma leitura completamente misteriosa e instigante.
Parabéns.
(1) DISSE / (2) DISSER
(1) Verbo no passado -> Ex.: Ele disse que estava com fome.
(2) Verbo no futuro do subjuntivo, ou seja, NO FUTURO -> Ex.: Quando ele disser que me quer de volta, pensarei no caso dele.
A partir de agora, estou deserdando quem escrever “Ele disser que estava com fome”.
(1) VIR-ME-EI / (2) VIREI-ME
(1) Do verbo “vir”, está conjugado no futuro. -> Ex: vir-me-ei até ti.
(2) Do verbo “virar”, está conjugado no passado. -> Ex: eu virei-me para ela.
Na dúvida, use a informalidade de colocar o pronome antes do verbo (= me virei).
Recomendado por Tulipares
Tulipares
Nunca pensei que fosse recomendar uma fanfic tão cedo, mas poucas fics têm (e terão) tanta beleza em sua simplicidade quanto "Dazed and Confused".
A história fala, superficialmente, sobre o dia-a-dia de um grupo de adolescentes dos anos 80 juntamente com alguns assassinatos misteriosos. Contudo a história vai muito além de simples adolescentes descobrindo a vida adulta. Ela retrata valores individuais de cada um e nos toca de uma forma quase inexprimível. A cada linha, a cada descrição, a cada desfecho de capítulo, é notável a profunda sutileza com que a autora construiu a história. Acredito que cada um já teve, ao menos metaforicamente, algo dos personagens. Talvez um pouco da estupidez do Finn, ou da personalidade forte do Beau, ou de algum dentre tantos outros meninos que participam/participarão da trama.
Sem falar no modo em que a vênus atiça a curiosidade do leitor, fazendo ele querer saber a todo o custo quem e porque está matando todas essas pessoas; a história dos personagens e, principalmente, o destino de cada um.
Leia essa história imediatamente e não tenha medo dos capítulos com mais de 6.000 palavras, porque, infelizmente, você os lê num piscar de olhos.
E parabéns, vênus. Você é um planeta (ou uma linda escultura de mármore) que transborda criatividade e talento para a escrita.