Livros e fanfics

Recomendado por coffee

coffee
Quando vi o título pensei :"mais um clichê ", bem, perdoe-me sociedade, mas eu adoro clichês ❤ A aposta é uma história perfeita, não há outro adjetivo. Jane e Jeremy, o casal mais fofo de todo o mundo ❤ A história é incrível, cativante, bem escrita, envolvente. A gente acaba se apaixonando pelos personagens e os fazendo reais, tão reais que dói quando nos damos conta que a fic acabou, e da vontade de reler e reler e reler. É simplesmente uma das melhores histórias que eu já li, sério, vale muito a pena.
(1 ) DESPERCEBIDO / (2) DESAPERCEBIDO

(1) Despercebido é sem atenção, imperceptível. -> Ex: isso passou despercebido.
(2) Desapercebido é igual a desprevenido ou desprovido de algo. -> Ex: ele estava desapercebido quando foi abordado por ladrões.

(1) AFIM / (2) A FIM

(1) "Afim" indica afinidade. -> Ex: sentimentos afins.
(2) "A fim" é um conectivo que indica finalidade (= para). -> Ex: Estudava muito a fim de ser aprovado (para ser aprovado).

Recomendado por Gabinos

Gabinos
Essa história tem cores, tem uma musiquinha (safada, para a época), o ambiente denso com fumaça de cigarro, o burburinho das conversas e o tilintar dos copos! Deliciosa, instigante e trazendo um cenário riquíssimo e de infinitas possibilidades com algumas das mais ilustres personalidades da época ajeitando seus bigodinhos ou suas peles ao redor do pescoço, falando alto pela inebriação e gargalhando ao tirarem sarro do cenário político. E temos Doris e Sissi. O casal Bonnie e Bonnie, que tem um Clyde assistente para as fugas, o pseudo-Romeu. Não tem como dissociar a história dos penteados, trejeitos, vestidinhos e olhadelas cúmplices de quem trama algo, principalmente entre as personagens principais. A Kori surpreende não só na ótima ambientação como no banho de cultura das notas. Pra quem não é de São Paulo e mal conhece a cidade, como eu, a vontade é tirar uns dias e ir conhecer os lugares que dão nomes aos capítulos. É mágico ter o enaltecimento de uma cidade tão grande e cheia de histórias para contar, mas que foi esquecida e tratada com descaso por quem deveria preservá-la. É em obras como a da Kori que nossa cultura vive. É um prazer indescritível ler uma história como essa, onde a mente viaja à 1922 e traz todos os aspectos daquela época que aprendemos de diversas maneiras mas muitas vezes é esquecido em algum lugarzinho da memória por não ser revivido muitas vezes. Além de tudo, o gostinho da infância, das novelas da época, seriados, do interesse que essas obras despertavam sobre as figuras que cumpunham o cenário intelectual, tudo vem à tona. Obrigada, Kori!