Livros e fanfics

Recomendado por Kanon

Kanon
Poderia te falar da narrativa excelente e extremamente visual que nos dá a oportunidade de imaginar em nossa telas mentais cada acontecimento. Sentimos e vivemos junto com os acontecimentos de sua narração. Mas isso é pouco sobre tudo que a Menta faz. "Amor Fati" mostra um contexto de caos social, a obscuridade do abismo da sociedade criado na inflexibilidade e ortodoxia que ainda regem a atualidade. A autora com domínio e eficiência aborda múltiplos impasses (éticos, sociais). Com fluidez e leveza leva reflexões, suspiros e risadas com sua história. Cabe também pontuar a complexidade do enredo na relação age gap, que por si só já traz seus estigmas, que alimentam a história e acrescentam consistência e essência no escrito. Os personagens tem essência, você se encanta com a espontaneidade e personalidade de Cecília, se apaixona pelo misterioso e envolvente Bento, além se cativar com Daniel e todos os outros. A única coisa que posso dizer é que, sem dúvida alguma, “Amor Fati!”, de Menta, merece um lugar de destaque entre suas leituras.
ASSISTO "A" TV

Pode-se assistir ALGO no sentido de ajudar. -> Ex: O médico assistiu o paciente. (Prestou ajuda ao paciente, atendeu-o.)
Ou assistir A ALGO no sentido de presenciar algo, ver, observar. -> Ex 2: Eles assistiam à televisão. (Olhavam a televisão.)

(1) PRESCREVER / (2) PROSCREVER

(1) Prescrever é receitar ou perder a validade. -> Ex 1: Para o tratamento das minhas alergias, o médico prescreveu banho frio. Ex 2: O prazo de validade dos remédios já prescreveu.
(2) Proscrever significa banir, abolir, expulsar. -> Ex: No meu tratamento, o banho frio foi proscrito.

Recomendado por antarctic

antarctic
Essa é aquela história que te faz parar pra pensar, não só pensar, mas refletir de verdade. Faz você querer ser mais você e t traz vontades que você nem lembrava-se mais de ter, coisas como agradecer a Deus pela mãe e pelos tempos evoluídos, agradecer a medicina, agradecer a si mesmo por se aceitar e aceitar a negação dos outros. Delilah não é apenas uma one-shot sobre uma jovem sendo oprimida por sua orientação sexual, a carta de Gwen não precisa ser descrita porque todos nós já escrevemos uma carta para Delilah, nem sempre com papel e caneta e sim com pensamentos, com palavras orais, com gestos exasperados, algumas vezes Delilah possui um nome diferente, mas continua sendo nossa melhor amiga. Algumas vezes nós somos Gwen e Delilah e algumas vezes ela é aquela pessoa que o julga constantemente e que o repudia, as vezes ele pode ser até mesmo seus pais, avós, amigos distantes com quem tu não tem contato íntimo. A carta de Gwen são todas as vezes em que você se sentiu intimidado por ser você mesmo não apenas por ser homossexual, mas também por ser negro, por ser judeu, por ser mulher. É sobre o medo de uma sociedade preconceituosa e obre aceitar quem você é, eu aceitei, eu entendi quem eu sou, descobri a mim mesma refletida na Gwen preocupada com a reação dos pais e os comentários dos estranhos na rua. Todos nós já fomos uma Gwen e já nos apaixonamos por uma Delilah, tudo o que essa fic me passou foi que, independentemente do que os outros digam, no fim das contas nós apenas temos de nos soltar, soltar nosso verdadeiro eu, apenas para que uma carta como essa não fique entalada na sua garganta e o mate sufocado por uma corda, de overdose ou com os pulsos cortados. palavras são palavras, ditas, escritas ou cantadas e, essa fic, fez com que eu pensasse sobre todas as palavras que eu devo dizer agora e direi futuramente pelo simples prazer de ter o direito de dizê-las.