Livros e fanfics

Recomendado por Nalu

Nalu
Há tempos, eu me pergunto porque não recomendei essa história antes. Mas acho que é porque eu ainda não tinha encontrado as palavras certas, ou melhor, como eu poderia colocar tudo o que penso de JPA em palavras? Isso mesmo, não tem como! Só posso dizer que se você achou ela aleatoriamente e ela te chamou atenção, leia! Leia, porque ela é perfeita! A autora escreve super bem, além de ser super fofa e carinhosa com todos os leitores. (Sério, convenhamos, isso é muito legal). Ela te faz rir, chorar e vomitar arco-íris para todos os lados. Você fica ansioso para saber o que vai acontecer no próximo capítulo, e tem vontade de abraçar a autora quando é atualizada e matá-la quando o capitulo acaba. TODOS os personagens, dos principais aos secundários, são bem trabalhados. Até parece que você pode encontrar qualquer um deles na rua, porque eles não são como aqueles super adolescentes, que a gente vê em certas histórias. O modo como eles são colocados, todos os detalhes, todo o desenrolar, todas as falas, é tudo perfeito. Sinceramente, essa é uma das melhores histórias originais que eu já li aqui no Nyah! E se fosse para falar tudo o que eu penso dela, acho que eu ficaria o dia todo aqui, e não chegaria aos pés do que ela merece. Sério, leiam e descubram o poder que um simples bilhete pode causar na vida de uma pessoa. Você não vai se arrepender, eu tenho certeza.
PARA "MIM" FAZER

O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?

"PROLONGO"

Aquela introdução da história que costumamos fazer, antes de iniciar os capítulos, se chama PRÓLOGO e não
PROLONGO ou PROLÔNGO. PROLONGO é o verbo "prolongar" conjugado na 1a pessoa do singular no presente do indicativo, e PROLÔNGO nem existe. O ser do mal que usou essas duas últimas palavras para nomear o "prólogo" terá de prestar contas com o Senhor no dia do Juízo.

Recomendado por IreneSCP

IreneSCP
A história passa-se á volta dos protagonistas, Isabelle uma filha de um francÊs importante que vem para Inglaterra por França estar numa má epoca e assim ela vem sozinha, e Alexander, um homem frio por ter sido traido e deixado no altar. Até que o destino cruza os dois caminhos de Isabelle e de Alexander e eles descobrem o primeiro amor. Mas antes disso Isabelle ainda vai ter que sofrer muito ás custas do seu tio e da sua prima... Aconselho verdadeirante esta história, eu amei e tenho a certeza que muitas mais pessoas vão gostar... Obrigada á Autora, que para mim foi uma das melhores até agora.... ♥ xx