Livros e fanfics

Recomendado por Naomi chan

Naomi chan
NUNCA fiz uma recomendação antes... não por nunca ter encontrado uma boa fic... mas por preguiça... Essa fic é tão poderosa que minha preguiça se curvou para a autora e permitiu que eu recomendasse a historia. O modo como a autora a narra é simplesmente único, intercalando as cenas, detalhando cada momento! Faz parecer que a personagem esta falando em nosso ouvido.. (medo)........ Se você ainda não leu... não sei o que esta esperando... não vou me surpreender se algum dia essa historia virar um livro ou filme... e realmente acho que essa fic é digna de um maior reconhecimento!!!!!!!! RECOMENDADÍSSIMO
PARA "MIM" FAZER

O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?

(1) SOMBRANCELHA / (2) SOBRANCELHA

(1) WAT? Isso non ecziste, sir.
(2) Essa é a forma certa de se referir ao conjunto de pelos que revestem a região acima da órbita do olho. -> Ex: Ele arqueou a sobrancelha.

Recomendado por Napolitana

Napolitana
É o seguinte, eu não tenho o hábito de recomendar histórias. Não porque eu seja esse poço de exigência, nem porque as histórias que eu leio não mereçam. Mas existe um elemento importante para que eu consiga me inspirar de verdade: a identificação. Quando um leitor se identifica com uma história, do modo que preferir, do modo que conseguir, acontece uma espécie de magia, uma bonita e estranha, que o obriga a continuar sentindo exatamente o que o autor quer causar. E isso pode parecer ruim, ficar a mercê das palavras de outra pessoa, mas na verdade eu acho que é o que todos nós buscamos numa boa ficção. Quis dizer isso antes de tudo porque, talvez, você seja como eu e não leia uma história só porque alguém lhe disse que é muito boa. Talvez você precise de provas maiores. Talvez não seja o bastante para lhe convencer nem quando eu lhe disser sobre como a história é abordada de forma curiosa, lhe surpreendendo de repente. Ou sobre como a autora se preocupa em preencher as lacunas de mistérios sutilmente, criando novas dúvidas em seu lugar, tecendo uma teia de dramas que te deixam ansioso. Talvez nem mesmo quando eu diga que é incrível (e até invejável, não nego) o tanto de criatividade que está impregnado em cada detalhe da história. Cada elemento curioso e diferente que vão contra todas as ideias que geralmente temos de Céu e Inferno, Deus e Anjos, Mortos e Vivos... Se, e somente se, eu estiver certa e você não se deixar convencer por somente por isso, há ainda a maravilhosa questão da identificação. Convido-o a experimentar personagens muito interessantes, que despertam nossa empatia e/ou raiva. Pensar como é estar no lugar de Melissa é agonizante, mas é a situação de Will que me deixa mais nervosa. Para quebrar as expectativas de um paraíso perfeito, Obscure Grace, por Mare di Stelle. PS. A autora é muito gente boa!