Livros e fanfics

Recomendado por YbCruz

YbCruz
Particularmente, não costumo fazer muitas recomendações, nem para fics que acompanho à anos, somente o faço quando sinto no fundo do coração que devo fazer isso, por isso, já lhes digo que essa fic não é qualquer coisa ou mais uma na multidão entre as milhares desse site. Não me considero o maior critico de todos ou alguém melhor que ninguém para achar que minha opinião ou leitora é critério de qualidade, mas acredito sim, que possuo um bom gosto e que essa fic é fantástica. Eu uso dois critérios para definir qualidade: personagens bem construídos, uma narrativa cativante e veracidade (essa varia de acordo com a fic). Bom, acho que Além de Irmandade acerta em cheio nos dois primeiros pontos e cumpre o seu papel no terceiro. Só tem um pequeno problema quando se começa a lê-la, basicamente você lê tudo de uma vez, porque não consegue parar e acaba chegando no mesmo ponto que a autora. Sério, não é possível não passar a noite virado lendo. Sua escrita é muito leve e fluida, deliciosa de ser apreciada. Eu poderia falar mais sobre a fic em si, mas temo pela politica ruim de recomendações e pelo meu problema grave em lembrar nome de personagem, mas não leve a mal, realmente amo essa fic. Não vejo o porquê de um apreciador de um bom yaoi não estar lendo imediatamente isso.
"HÁ MUITO TEMPO ATRÁS"

É uma construção redundante, como “entrar pra dentro” e “subir pra cima”. O “há” já dá a ideia de passado; não havendo, portanto, a necessidade do “atrás”. Escolha um ou outro.

"ISSO NÃO TEM HAVER COM VOCÊ"

WAT? Saia desse capítulo que não te pertence!
A expressão de “ter a haver” só é utilizada quando significa “ter a receber”. -> Ex: Ana não tem nada a haver. (Nada a receber.)
“Ter a ver” indica uma ligação, um envolvimento. -> Ex: Isso não tem a ver contigo. (Isso não te envolve.)

Recomendado por Ofélia Ilitch

Ofélia Ilitch
A história sob a ótica de um cara trabalhador que não tem uma vida social, aparentemente só trabalha. Marcado por um forte trauma na adolescência, vê no presente uma chance para se redimir e fazer as pazes com si mesmo e com o passado. Uma linda analogia a história clássica do Peter Pan e Wendy, escrita em forma de One shot, bem curtinha mas muito leve e natural com delicadeza e emoção na medida certa!