Livros e fanfics

Recomendado por Maria Clarinha

Maria Clarinha
Estou aqui mais para me confessar do que recomendar! Olha, eu nem sei por onde começar! Primeiro, desculpa, era para eu ter recomendada muitoooo antes, tipo, muito mesmo! Sorry! Segundo: vc sabia que sabe me fazer chorar igual uma descontrolada apenas pelo fato de escrever algo? E sabia que isso é maravilhoso? Espero que sim! Não fazia ideia do quanto você é cheia de revira voltas! Impasses, tragédias?! Sinceramente, a rainha delas! Mas, mesmo com todas as vezes querendo te matar pelo que eu lia, eu adoro você! Era uma daquelas leitoras fantasmas, apenas pelo fato de achar que você já tem leitores demais e que eu seria apenas mais uma! Ainda acho isso, mas sabe, não ligo! Só quero por um sorriso em seu rosto, em forma de agradecimento por nos deixar viajar por esse seu mundo doido!!
PARA "MIM" FAZER

O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?

(1) HOUVE / (2) OUVE

(1) Do verbo “haver”, significa “existiu”. Lembrando que é invariável (SEMPRE no singular). -> Ex: houve um acidente ontem às vinte e duas horas.
(2) Do verbo “ouvir”, significa perceber pelo sentido da audição. -> Ex: ele sempre ouve as conversas alheias.

Recomendado por Lucas C

Lucas C
Dear Diary é uma história que pode até parecer só mais um clichê, mas é muito mais que isso. Este trabalho magnífico escrito pela Kath consegue renovar e inovar o famoso clichê "garota nerd, garoto popular" de uma maneira que me deixou assustado. Sabe quando se revela muito melhor do que poderia parecer? Então, foi o que eu senti com Dear Diary. Kath foi capaz de trazer personagens incríveis que conseguem fugir dos estereótipos aos quais normalmente aplicaríamos a eles. São protagonistas fortes com vida própria, com defeitos e qualidades que passam por eventos ruins e bons como todos nós. A escrita é envolvente e é capaz de te conectar com o Michael e a Ellen de uma maneira fora do comum. Você se sente como o melhor amigo deles de tão conectado aos personagens que vivem um amor lindo e arrebatador. Dear Diary é uma história de amor capaz de derreter o coração mais gélido.