Livros e fanfics
Recomendado por antarctic
antarctic
Essa é aquela história que te faz parar pra pensar, não só pensar, mas refletir de verdade. Faz você querer ser mais você e t traz vontades que você nem lembrava-se mais de ter, coisas como agradecer a Deus pela mãe e pelos tempos evoluídos, agradecer a medicina, agradecer a si mesmo por se aceitar e aceitar a negação dos outros. Delilah não é apenas uma one-shot sobre uma jovem sendo oprimida por sua orientação sexual, a carta de Gwen não precisa ser descrita porque todos nós já escrevemos uma carta para Delilah, nem sempre com papel e caneta e sim com pensamentos, com palavras orais, com gestos exasperados, algumas vezes Delilah possui um nome diferente, mas continua sendo nossa melhor amiga. Algumas vezes nós somos Gwen e Delilah e algumas vezes ela é aquela pessoa que o julga constantemente e que o repudia, as vezes ele pode ser até mesmo seus pais, avós, amigos distantes com quem tu não tem contato íntimo. A carta de Gwen são todas as vezes em que você se sentiu intimidado por ser você mesmo não apenas por ser homossexual, mas também por ser negro, por ser judeu, por ser mulher. É sobre o medo de uma sociedade preconceituosa e obre aceitar quem você é, eu aceitei, eu entendi quem eu sou, descobri a mim mesma refletida na Gwen preocupada com a reação dos pais e os comentários dos estranhos na rua.
Todos nós já fomos uma Gwen e já nos apaixonamos por uma Delilah, tudo o que essa fic me passou foi que, independentemente do que os outros digam, no fim das contas nós apenas temos de nos soltar, soltar nosso verdadeiro eu, apenas para que uma carta como essa não fique entalada na sua garganta e o mate sufocado por uma corda, de overdose ou com os pulsos cortados. palavras são palavras, ditas, escritas ou cantadas e, essa fic, fez com que eu pensasse sobre todas as palavras que eu devo dizer agora e direi futuramente pelo simples prazer de ter o direito de dizê-las.
"HÁ MUITO TEMPO ATRÁS"
É uma construção redundante, como “entrar pra dentro” e “subir pra cima”. O “há” já dá a ideia de passado; não havendo, portanto, a necessidade do “atrás”. Escolha um ou outro.
(1) DISSE / (2) DISSER
(1) Verbo no passado -> Ex.: Ele disse que estava com fome.
(2) Verbo no futuro do subjuntivo, ou seja, NO FUTURO -> Ex.: Quando ele disser que me quer de volta, pensarei no caso dele.
A partir de agora, estou deserdando quem escrever “Ele disser que estava com fome”.
Recomendado por Frances
Frances
Confesso que já tentei escrever essa recomendação antes, mas acabava por parar nas primeiras palavras. A crise vinha logo de imediato, toda forma de começar parecia vaga e sem importância. Nada parece bom o bastante para descrever essa história.
Sinto como se precisasse fazer uma lista para enumerar tudo que me faz gostar de Fade Out Lines, porque quando paro para pensar nos motivos já me sinto perdida. Mas tudo bem, vou começar do principal.
O que eu mais gosto é de pensar no início da história, porque olha.. É surpreendente lembrar dos primeiros capítulos, se deparar com o que tudo que essa história se tornou e ver onde estamos agora. Parece que aquele inicio ficou tão distante, e é isso que eu mais admiro na forma como essa ela vem sendo escrita, ela tem o poder de nos fazer viajar totalmente nas suas reviravoltas, seus dramas, suspenses e emoções.
Aliás, a forma como ela é escrita é uma das coisas mais interessantes na minha percepção. É leve, mesmo tratando de assuntos densos, porém a leveza da escrita não te alivia em nada na dor e no sofrimento dos personagens nos momentos certos.
FOL é real em vários aspectos, e eu acho isso muito importante. Os diálogos são precisos, são um reflexo bem fiel do que vemos com frequência. É quase como se algumas cenas estivessem acontecendo bem na sua frente e você estivesse vivendo tudo junto, dando um aspecto muito mais humanizado para o enredo todo . É o tipo de drama que te faz querer entrar dentro só para dar um abraço em algum personagem (ou uns tiros em outros *cof, cof! Sidney cof, cof! Alba*).
Theo e Chris já estão no meu coração, e não tem mais como desapegar! A história deles é linda e intensa, daquelas que te fazem sentir uma pessoa com muita sorte por ter encontrado e poder sentir tudo como se fosse real.
*se eu tenho problemas em separar o fictício do real? que isso, imagina!*
E por último, mas não menos importante. A autora é um amor e sempre muito atenciosa, mesmo quando você faz montes de drama e se enrola toda! Hehehe. Você sente liberdade para divagar sobre os acontecimentos e tudo mais.
Prefiro não ficar pensando que FOL vai acabar logo, porque sei que vou sentir muita falta e tenho uma "leve" dificuldade em lidar com finais. Mas acho que no fim, só queria agradecer mesmo. As vezes muitas pessoas não tem noção do bem que fazem e quanto as coisas pequenas fazem toda a diferença. Muito obrigada por compartilhar essa história maravilhosa com todos nós.
♥