Livros e fanfics

Recomendado por Mania

Mania
Ainda estou no início da fic, e não sei ao certo o que dizer, mas lá vai: Desde o momento em que coloquei os olhos no título, enquanto fuçava os favoritos de um dos autores que eu gosto daqui do site, eu amei. Primeiramente porque a palavra cafajeste já deixa bem claro que VAI ter sexo no decorrer da história (amo hentai); o segundo motivo foi a sinopse. É realmente difícil encontrar histórias que envolvem paixões entre alunos e professores. Mas em todas, todas, independente do modo de escrita que é utilizado, são excitantes. Poxa, quem não adora um romance proibido, errado, mas ardente, cheio de paixão? Foi seguindo essa conotação que resolvi ir adiante, ler a fic. Resultado: mesmo tendo lido poucos capítulos, já estou apaixonada pelos personagens. A forma como a Rachel esconde a sensibilidade através de uma fachada dura, o jeitão do Aaron, o desejo explosivo que sentem entre si, me encantou. Ouso dizer que não exitaria um único instante na presença do incrivelmente sexy Mr. Balzer. Me entregaria. E quando uma narrativa me envolve dessa forma, tenho a obrigação de recomendá-la a outros usuários. Quero que leiam esta história, vão baixando suas barreiras aos poucos... de modo que nem irão notar quando ela lhes possuir, tomar conta do seus pensamentos. A você que está lendo esta recomendação: não estou pedindo que leia a fic, estou lhe ordenando. Veio até aqui, continue. Não haverão motivos para arrependimentos. Provehito in altum.
(1) HOUVE / (2) OUVE

(1) Do verbo “haver”, significa “existiu”. Lembrando que é invariável (SEMPRE no singular). -> Ex: houve um acidente ontem às vinte e duas horas.
(2) Do verbo “ouvir”, significa perceber pelo sentido da audição. -> Ex: ele sempre ouve as conversas alheias.

(1) DESDE / (2) DÊS DE

(1) Perfeito, é assim que se escreve; então, estrelinha na sua testa!
(2) Esto non ecziste, sorry. "Dês" é um verbo (verbo dar) no imperativo negativo e no subjuntivo do presente, porém não é seguido pela preposição "de". -> Ex: Não dês conselhos, pois sempre te culparão.

Recomendado por O Viajante

O Viajante
Confesso que passei alguns minutos olhando para esse espaço em branco, sem saber o que dizer. Na verdade, vim do trabalho para casa tentando descobrir palavras bonitas para começar. Mas comecei com isso. Todavia, vamos ao que interessa. Me perguntei o que havia de tão bom e tão curto espaço. Que palavras haviam sido meticulosamente escolhidas. Estava em dúvida se iria amar, gostar ou apenas achar razoável. E eu amei. Na verdade, desde que li essa One-Shot, tenho pensado em muitas coisas. A autora consegue visualizar cada um dos personagens como dois violinos. Os sentimentos são as cordas. O talento dela é o arco que pressionará as cordas. Fará elas atuarem naquilo que fazem de melhor. Cada sentimento é detalhado separadamente, mas ao mesmo tempo, trabalham em conjunto. Algo indiscutivelmente humano. Enquanto lia, pude sentir o perfume, literalmente. Pude sentir o clima do lugar, a carne tensa. Pude perceber as personalidades. Tudo. Como se fosse comigo. Somente uma dança é mais que uma simples dança. É a dança da escrita. A dança do desejo e das emoções humanas. É a dança das pessoas, da efemeridade, do momento. Tato, olfato e paladar foram instigados, aguçados, acordados. Quem é do tipo que lê as recomendações antes de ler a história, como eu, saiba que você está diante de algo singelo demais para ser chamado de um simples texto. Que ela toque mais cordas, e entoe mais notas. Estou ansioso por mais.