Livros e fanfics

Recomendado por Felicity Hunter

Felicity Hunter
Sempre gostei de histórias de terror, principalmente aquelas com monstros fantasiosos e ridículos, talvez seja por isso que Julia me deixou completamente sem chão, eu costumo me esquecer com freqüência que os piores monstros são os próprios seres humanos. E isso se torna ainda mais perturbador do que qualquer jogos mortais ou atividade paranormal porque é real, existem tantas Julias por aí, e isso sim é uma história de terror. É perturbador, mas importante. A narrativa é clara e os pensamentos do personagem parecem fragmentados pela loucura, te faz desviar os olhos e o sentimento de ler algo que não deveria e que te fere se revirar no seu interior, mas ainda assim você lê, porque é real. É uma história chocante e provavelmente nem todos têm estômago pra ler, mas não posso fechar meus olhos e simplesmente ignorar o quão importante isso foi pra mim, um lembrete de quem são os verdadeiros monstros.
PARA "MIM" FAZER

O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?

PREFERIA IR "DO QUE" FICAR

A gente sempre prefere uma coisa a outra -> Ex.: Preferia ir a ficar.

Recomendado por Lana Ston

Lana Ston
Depois de muita reflexão criei coragem para recomendar esta fic que não é um conto de fadas, não existem personagens perfeitos e nem sentimentos bons. Acredito que a forma mais sintetizada para descrevê-la é a verdade sobre como é ser humano.Dizer ainda que os personagens nos confortam com suas ações seria mentira. Bernardo e Jazmin são únicos, humanos, que enfrentam o maior dilema da vida: o amor e as consequências mediantes a este sentimento, ao mesmo tempo que enfrentam as surpresas da vida, os costumes ao quais foram criados em um ambiente complexo que construiu a personalidade de ambos. A autora soube em doses sucintas construir um amor "impossível", nos fazer desejar cada capítulo e pensar, questionar e entender cada personagem por mais secundário que fosse. Uma história que retrata abertamente o que caracteriza cada indivíduo e suas escolhas, trazendo emoções, o ódio, o ciúme,a ganância, a coragem e principalmente o amor, com um final surpreendente. Vale a pena ler!