Livros e fanfics

Recomendado por Innanis

Innanis
Uma fic? Não. Mais do que isso. É força de expressão! Miss Pond, por meio desses contos realistas de cada capítulo, acaba mostrando situações que nós, mulheres, vivemos por muitas vezes e não abrimos nossa boca para reclamar. Mas também, se falamos levamos não é mesmo? Porque somos tão discriminadas? É porque o que temos no meio das pernas não é um órgão fálico que quando maior e mais "destruidor" melhor? Difícil entender, mas a verdade é que sofremos e a sociedade diz que temos que aceitar caladas, coisa que levanta a revolta em muitas de nós que queremos ter direitos iguais. Realmente acho que todas as pessoas que estão passando por aqui agora, deveriam ler e refletir - refletir bastante - porque essas coisas não deveriam ser taxadas como usuais. Não deviam ser praticadas como tal. Em meio a esse mundo injusto que vivemos, As Feministas traz pras pessoas o feminismo, que é uma maneira de tentar lutar para derrubarmos mais uma das injustiças desse mundo. Portanto, por favor. Se você leu esta simples recomendação de uma fã da história, pare e vá ler. Você vai gostar, digo com convicção! Obrigada à Miss Pond que trouxe algo de tamanha importância ao Nyah.
(1) SENÃO / (2) SE NÃO

(1) Senão é equivalente a "de outro modo", "a não ser" ou "mas sim". -> Ex: Não lhe resta outra coisa senão pedir perdão.
(2) Se não significa "caso não". -> Ex: Se não conseguir vir, não tem problema.

(1) ESTÁ / (2) ESTAR / (3) ESTA

(1) Do verbo “estar”, é a conjugação no presente. Pode ser substituído por “tá”, o que é informal e não pode ser escrito. ->Ex: ela está na sala. (Ela “tá” na sala.)
(2) O verbo no infinitivo é usado, principalmente, após outros verbos ou após preposições (de, após, para...). -> Ex: Ela vai estar na sala. (Verbo “vai”, então é seguido por infinitivo)
(3) Demonstra o local ou indica algo. Pode ser substituído por “essa”. -> Ex: esta caixa está no local errado. (Essa caixa...)

Recomendado por MariaErica

MariaErica
Há uma enorme diferença entre fazer uma boa história, com ótima gramática, e boa ideia central, do que escrever algo em que você se deposita, você escreve com a sua alma e com amor, porque você GOSTA disso. E gente, a Letícia, é simplesmente, MARAVILHOSA! Night Troopers não foi a primeira história que eu li dela, na verdade. Mas ver algo já finalizado dela... É estonteante. Eu costumo dizer que quanto melhor a história, menos eu tenho a falar, porque quanto mais eu falar, mais spoiler terá. Night Troopers fala de Jazmine, uma garota que odeia o seu nome, acabou de perder a mãe e não se entende muito bem a sua irmã mais velha, Melody, na casa de quem ela vai passar o verão. Era pra ser a pior época da vida dela, vocês não acham? Ser aqueles dias em que ela iria querer cometer suicídio, se trancar no quarto e viver uma ENORME crise adolescente, certo? Mas, esse período se prova algo muito diferente, e bom. E você vai amar a Jay (ou Jazz), porque ela não é uma heroína grandiosa e perfeita. Ela é normal. Cheia de dúvidas, defeitos, qualidades, pessimismos e muitas outras coisas. Ela é uma adolescente com complexos e que ama a música, mesmo sem entender a letra. Ela gosta do silêncio da noite, e mostra pra todas nós, o porquê de nós gostarmos disso também. Essa história é maravilhosa, porque ela não faz com que apenas a Jazmine se encontre, se resolva, se aproveite... Ela faz com que nós, leitoras e leitores, consigamos tudo isso, também.