Livros e fanfics
Recomendado por Callie
Callie
Heeey!
Bem, eu realmente não sei como começar essa recomendação, por isso vou começá-la com a costumeira frase: "Eu realmente não sei como começar essa recomendação". Okay, parei.
Eu estou aqui para recomendar essa fanfic ultra mega power blaster hiper perfeita que é a 'Mystery, Dear Mystery'.
"Mas Scarlett, o que tem de tão legal nessa fanfic?"
R: Tem muito mistério, personagens incríveis, casais super shippaveis, um vilão daqueles e muito mais.
É impossível não shippar Rilan, não há como não rir dos comentários do Nick, e por favor, Lucinda se tornou a minha segunda lunática favorita - Depois da Luna, é claro -.
Com muitos cérebros para serem abertos, muita bala perdida, assassinatos, personagens que não tem como não amar, assim como alguns que não conseguimos ficar sem odiar.
Eu estou falando sério, vocês PRECISAM ler essa fanfic, vocês vão amar, vão querer mais e mais capítulos, vão ficar loucos para descobrir como cada mistério acaba e vão, assim como eu, ficar impressionados com a ligação que cada coisa tem com a outra no final, nada está ali por acaso, e isso é incrível.
Ahhh, antes de terminar não posso e nem iria finalizar essa recomendação sem falar das autoras: Ash e Melody são incríveis, divas, perfeitas, respondem as reviews, adoro elas demais, sem mas.
É isso... Leiam e sintam-se abraçados okay?
Beijos, Scar.
"EXISTE" MUITAS ESPERANÇAS
Aqui virá no plural, meus queridos, pois o verbo "existir" é variável e, aqui, está acompanhado de algo no plural -> Ex.: Existem muitas esperanças.
Sendo variável, ele virá no singular quando estiver seguido ou antecedido de algo no singular -> Ex.: Existe muita esperança.
(1) DISSE / (2) DISSER
(1) Verbo no passado -> Ex.: Ele disse que estava com fome.
(2) Verbo no futuro do subjuntivo, ou seja, NO FUTURO -> Ex.: Quando ele disser que me quer de volta, pensarei no caso dele.
A partir de agora, estou deserdando quem escrever “Ele disser que estava com fome”.
Recomendado por Anna
Anna
Recomendar uma fanfic nunca é fácil. Estamos sempre tentando escrever textos perfeitos e que façam jus à história. Imaginem, então, a minha dificuldade em digitar essas palavras palavras essas tão simples e que não passam de uma combinação de sílabas. Cartas para Hope só pode ser descrita de uma maneira: não há letras, vocábulos, consoantes ou vogais que possam expressar meus sentimentos por essa fic. É como uma montanha-russa. Há momentos bons, ruins, existem também os assustadores e os que nos deixam com o coração quase pulando para fora do peito, e sei que essas emoções estão apenas no início (o que é ótimo. Estou numa montanha-russa que só vai para cima, meus amigos. Créditos à Augustus Waters por essa frase). Não estou fazendo essa recomendação somente com o intuito de incentivar outras pessoas a ler a história. Estou escrevendo isso porque é um jeito de extravasar tudo o que acumulo dentro de mim. Em meu peito, estômago, músculos, tudo que me forma e me constrói e me estrutura, possuo infinitos sentimentos que estão em chamas. Eles queimarão até o último dia de Hope Adams. E, mesmo no fim, não se apagarão por completo. Uma fagulha sempre estará presente. E todos sabem que qualquer incêndio se inicia com uma mísera faísca. Portanto, acho que é isso que podemos dizer. Cartas para Hope é o álcool que alimenta e aumenta meu fogo. E cada capítulo é uma labareda a mais.