Livros e fanfics
Recomendado por Ana Carol Machado
Ana Carol Machado
Essa fanfic é muito boa. Tudo nela é muito bem narrado e construído. Ainda me lembro da primeira vez em que a li. Era um domingo e a encontrei entre as recentes e a sua sinopse logo chamou minha atenção, desde esse dia a acompanho e fico muito ansiosa pelo próximo capítulo, principalmente porque cada capítulo termina com um certo mistério que deixa o leitor ansioso por mais. Tudo no universo em que se passa a fanfic foi muito bem elaborado, enquanto leio consigo imaginar e visualizar tudinho. Enfim, a história é muito boa. Recomendo a todos.
(1) DE REPENTE / (2) DERREPENTE
(1) Assim se escreve, estrelinha na testa pra quem escreve desse jeito.
(2) Saia deste capítulo que não te pertence! Ninguém escrevendo mais derrepente, hein!
(1) À VONTADE / (2) AVONTADE / (3) A VONTADE
(1) "À vontade" demonstra a maneira da ação, mostra que ela foi feita comodamente. -> Ex: Podem ficar à vontade.
(2) WAT? "Avontade" non ecziste!
(3) "A vontade" pode ocorrer nos demais casos. Ocorre quando NÃO se demonstra o modo da ação. -> Ex: A sua vontade sempre era mais forte que a sua razão.
Obs.: "à-vontade" também existe, e é um substantivo masculino. Ou seja, quase sempre, estará precedido por um artigo masculino (o, um) e é o nome que se dá ao sentimento de se sentir à vontade. -> Ex: O à-vontade dele me deixava perplexo.
Recomendado por Lumii
Lumii
Bendita hora que eu me empolguei com aquele post no grupo do Nyah no facebook! Por que? Porque eu nunca leio originais. Já li, mas há muito tempo. Porém, ao ver que se tratava de uma história com o enredo situado na segunda guerra mundial e que era yaoi, me empolguei.
Me empolguei tanto que decidi dar uma chance, mesmo ao abrir a página e me deparar com "shotacon" nos avisos. Eu dificilmente leio esse gênero, porque me incomoda de várias maneiras, porém agradeço ter dado uma chance mesmo assim.
O tema é incrivelmente bem tratado aqui. Não é o shotacon "fetichizado". É algo escrito com embasamento, sabe? Algo que você consegue ver uma real ligação, algo verdadeiro nascendo em meio a tanto sofrimento. Apesar de me sentir ligeiramente incomodada com os capítulos iniciais, pela situação dos personagens, tudo é muito bem construído.
A análise psicológica do Wolfang é fantástica. A maneira como ele percebe que deixou de ser aquele garoto que um dia fora, os arrependimentos, como ele permite que a inocência de Louie o toque e faça com que repense seus erros.
E o Louie é um personagem fantástico. Sua inocência é adorável e triste ao mesmo tempo. Sua visão de mundo, limitada pelo local que vivia e pelo que passara é horrível, mas tão convincente.
Os personagens são muito bem desenvolvidos, a escrita é sensacional também. A história te guia pelos acontecimentos e você nem ao menos percebe, só sabe que quer saber o que vai acontecer.
Uma história que arrancou diversos sentimentos de mim: raiva, nojo, compaixão no início e certo medo também. Para depois arrancar leves sorrisos, lágrimas e (ainda bem) sorrisos de novo.
Recomendo essa história com muito gosto pra quem preza uma leitura diferente e sensacional.