Livros e fanfics

Recomendado por Ana C Pory

Ana C Pory
Tudo começou quando a Diana disse Eu também estou escrevendo uma fanfic Original, de uma menina que sofre, etc e tal ela tinha me dado alguns spoilers, mas não quero colocá-los à mostra para quem estiver lendo a minha recomendação. A Luce, oh, God, coitada... era fala tão bem sobre seus sentimentos... ah, cara. Tô com dó de mim mesma, por não ter uma fanfic maravilhosa desse jeito. A minha personagem favorita, por enquanto, é a Ally. Uma menina que sorri e é alegre, como se não houvesse infelicidade na vida. Porém, parece que toda a tristeza que a Ally deveria ter foi direto pra Luce. Pobre Lu... Por que raios estou recomendando? Pense, querido. O que já li, pelo jeito, é o suficiente para emocionar-me. Deixa eu resumir: que história maravilhosa. A cada capítulo eu fico pensando e criando hipóteses para continuar lendo o resto, aí a Di aparece, destrói as hipóteses e cria algo que a gente não tinha a mínima ideia que ia acontecer, e é por isso que, obviamente, ela diva está nos meus autores favoritos. É só você ler a sinopse. As duas primeiras linhas. Isso é o que te faz continuar lendo. E também te faz criar uma recomendação com tão pouco capítulo. Que merda, Diana, por que você não dá um pouco do seu poder da escrita para mim? Eu quero, de verdade. Queria poder expressar-me desse jeito, tão fácil de entender. Como se o sentimento fosse algo explicável, quando na verdade, em minha humilde opinião, não é. Sempre temos aquela parte da vida em que sentimos rancor, em que nos sentimos, como posso dizer... excluídos. Nossas opiniões não importam. Parece que tudo é decidido pelos outros. E o que esses outros fazem não é nada de bom. Pelo contrário, é horrível. E todas essas más expectativas ficam na personagem principal. Para ela, não há esperança; não há felicidade; para ela, a vida é desvalorizada. Bem, obrigada por ler. Isso era para ser uma recomendação. Beijocas.
(1) HÁ ANOS / (2) A ANOS / (3) À ANOS

(1) Indica tempo passado -> Ex.: Ele chegou do Japão há um ano.
(2) Indica tempo futuro -> Ex.: Daqui a dois anos eu farei intercâmbio.
(3) Não existe no sentido de indicação de tempo! Aliás, também não existe "á" (com o acento agudo para a direita): nem em "á anos".

(1) À-TOA / (2) À TOA

“Tia, essa é fácil! À-toa, com hífen, não existe! rsrsrs”
Caro ninja noob, infelizmente, existe sim, e veremos como:
(1) Significa desprezível, inútil. -> Ex: Ela era alguém à-toa. (Inútil)
(2) Significa “a esmo”, inutilmente (note que é a forma da ação enquanto, o de cima, caracteriza algo). -> Ex: Vivia à toa na vida.

Recomendado por sabrinavilanova

sabrinavilanova
Em toda a minha vida no Nyah Fanfiction, eu fiz três recomendações, apenas três. Recomendações essas que foram para livros mais que especiais. A minha quarta vai para Júpiter e Vênus, não por ser menos importante ou algo do tipo, meu amor por essa história ultrapassa barreiras inimagináveis. Hanna (queria muito revelar seu nome verdadeiro, mas ela me reprimiu) com certeza ganhou meu coração com essa história maluca. A narrativa tem duas linhas de pensamento, dois personagens completamente diferentes (e alguns poucos a mais ao longo dela) que vão te fazer se apaixonar mais e mais a cada capítulo. A escrita de Hanna é maravilhosa, tanto que me fez ler 36 capítulos em uma só madrugada e ansiar por mais depois que li o final. É uma história marcada por incertezas e por medo, mas, apesar dessa característica, te traz um aspecto bem-humorado e, de certa forma, calmo. Os personagens te dão um espaço gigante para que o leitor se envolva diretamente com eles, em alguns momentos, você pode querer matá-los -vulgo Pedro- ou, até mesmo, a sua autora; mas em outros fazem com que fique inegavelmente feliz. Júpiter e Vênus merece milhares de recomendações por ser essa história maravilhosa. Ela é, com certeza, uma das minha favoritas por aqui e também uma das primeiras que eu li. Hanna merece muitos agradecimentos e, apesar dos hiatus gigantes que marcaram essa história, ela é, com certeza, uma das minhas autoras favoritas. "O paraíso de uns é o inferno de outros" esse título de uma matéria d'O Globo é a definição perfeita para essa história. Classifico-a como "irritantemente maravilhosa" e realmente não entendo como não a recomendei antes, entretanto, depois de tantas releituras, estou fazendo exatamente isso. Espero que gostem dessa história tanto quanto eu gostei e que Júpiter e Vênus vire um vício para todos aqueles que querem algo para guardar em seu coração por bastante tempo.