Livros e fanfics

Recomendado por Lucas pl

Lucas pl
Vou ser sincero: poucas fics me fazem sentir o suficiente para arrancar uma recomendação. Sou um leitor assíduo de histórias e as tenho com grande carinho, mas sei reconhecer quando me encontro diante de uma obra-prima. Não sei qual era a intenção da autora ao iniciar esta, mas ela preencheu um vazio literário que existe até mesmo nos nossos pensamentos. A falta de uma obra completa, complexa e bem construída assim nos fazem encher os olhos quando somos colocados para ler Bacanal. Tecnicamente, a linguagem e a riqueza (e assertividade) em detalhes é de deixar qualquer um embasbacado. O seu domínio da história, as nuances e o passeio pelas linhas temporais são no mínimo excelentes em seu resultado. Mas a história... Ah sim, a história. Bebendo do mais clássico que existe e aprofundando-se na mitologia grega e todas as suas possibilidades, Sta Normani Nase criou uma trama forte e interligada, que desde já nos passa a sensação de satisfação que só uma boa história pode trazer. A recomendação assim fica para o bom entendimento dos futuros (e atuais) leitores: estamos diante de algo com extremo bom gosto e excepcionalmente inteligente. A gratidão assim passa do autor para com seus leitores e toma o caminho inverso - obrigado por essa história tão maravilhosa.
"PROLONGO"

Aquela introdução da história que costumamos fazer, antes de iniciar os capítulos, se chama PRÓLOGO e não
PROLONGO ou PROLÔNGO. PROLONGO é o verbo "prolongar" conjugado na 1a pessoa do singular no presente do indicativo, e PROLÔNGO nem existe. O ser do mal que usou essas duas últimas palavras para nomear o "prólogo" terá de prestar contas com o Senhor no dia do Juízo.

(1) Mexer / (2) Mecher

(1) Significa misturar ou manusear. Ex: Não se deve mexer nas coisas dos outros.
(2) WAT? Isso non ecziste!

Recomendado por Layla Glêz

Layla Glêz
Os pássaros me sussurram, a esmo, as palavras que tenho que dizer. Falam coisas sem sentido próprio, sem nexo, mas os entendo e nesta humilde recomendação tentarei traduzir seus assovios. Há algo de pegajoso nessa história, sim, pegajoso. É daquelas que as letras se transformam em mãos e as mãos te agarram com força desesperada. E não se consegue largar. Desde que li o primeiro capítulo já me senti puxada e tentada a ler mais e mais... E a reler. E a me perder nas palavras. É uma história envolvente, de narrativa fascinante. Lucas, o autor, nasceu com o dom das palavras, é inegável, mas esta forma de pô-las, como se nada fossem, é mais que naturalidade numa narrativa é magnífico, belo, lindo e - como já cansei de dizer - hipnotizante. Se é cedo para a recomendação, não sei, pode até ser, mas ela não é imerecida uma vez que desde as primeiras palavras já me vi impelida a fazê-lo. E estas poucas palavras são todas as que posso dizer. Leio, releio, gravo na memória cada suspiro e recomendo! Com muito orgulho deste escritor.