Livros e fanfics

Recomendado por P B Souza

P B Souza
Em resumo? A melhor viagem que você poderia ter!!! Acho que isso é exatamente o que essa fic é, uma baita viagem, você começa sem entender lhufas, depois vai pirando com as viagens criativas alucinógenas do escritor que molda um mundo magnifico que nem precisava de uma história para encantar, e quando você se dá conta, você faz parte da história que nem percebeu existir, está preso e entrelaçado no meio daquilo tudo, e acaba se esquecendo do mundo real por alguns minutos, ou algumas horas, e toda sua atenção é pro que vai acontecer a seguir. É surreal como você simplesmente mergulha na trama e se despreocupa com a vida. Lembra que eu falei que nem precisava de uma história? Pois é... Mas ela tá lá, e é envolvente, te confunde, te faz crer uma coisa e é outra, te faz pensar... Acho que já nem tenho mais como parar de ler essa fic, acho que to preso naquela roda-gigante, observando o parque. Exatamente como você vai ficar assim que começar a ler!
PARA "MIM" FAZER

O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?

(1) DECENTE / (2) DESCENTE

(1) É algo conveniente ou honesto. -> Ex: Ela era uma moça decente.
(2) Descente, com "S", é algo que desce ou é uma descida. -> Ex: Foi encontrado na descente do rio.

Recomendado por Vinefrost

Vinefrost
"Conversas de Janela" é uma história que nos cativa desde o primeiro momento! A narrativa retrata a jornada de dois jovens, que, apesar de serem vizinhos, nunca haviam cruzado seus caminhos. A pandemia os força a se isolarem e a encontrarem uma conexão única. A maneira como a história aborda o isolamento e a necessidade humana de conexão é comovente e atual. Através dessas "conversas de janela", Yuri e Davi compartilham pensamentos, risos e desabafos, criando um vínculo profundo que se torna uma parte essencial de suas vidas em meio ao caos do mundo. A maneira como o autor conduz a narrativa emociona e conecta, sendo uma história perfeita para quem busca uma leitura sensível e significativa.