Livros e fanfics

Recomendado por Mania

Mania
Ainda estou no início da fic, e não sei ao certo o que dizer, mas lá vai: Desde o momento em que coloquei os olhos no título, enquanto fuçava os favoritos de um dos autores que eu gosto daqui do site, eu amei. Primeiramente porque a palavra cafajeste já deixa bem claro que VAI ter sexo no decorrer da história (amo hentai); o segundo motivo foi a sinopse. É realmente difícil encontrar histórias que envolvem paixões entre alunos e professores. Mas em todas, todas, independente do modo de escrita que é utilizado, são excitantes. Poxa, quem não adora um romance proibido, errado, mas ardente, cheio de paixão? Foi seguindo essa conotação que resolvi ir adiante, ler a fic. Resultado: mesmo tendo lido poucos capítulos, já estou apaixonada pelos personagens. A forma como a Rachel esconde a sensibilidade através de uma fachada dura, o jeitão do Aaron, o desejo explosivo que sentem entre si, me encantou. Ouso dizer que não exitaria um único instante na presença do incrivelmente sexy Mr. Balzer. Me entregaria. E quando uma narrativa me envolve dessa forma, tenho a obrigação de recomendá-la a outros usuários. Quero que leiam esta história, vão baixando suas barreiras aos poucos... de modo que nem irão notar quando ela lhes possuir, tomar conta do seus pensamentos. A você que está lendo esta recomendação: não estou pedindo que leia a fic, estou lhe ordenando. Veio até aqui, continue. Não haverão motivos para arrependimentos. Provehito in altum.
(1) HÁ ANOS / (2) A ANOS / (3) À ANOS

(1) Indica tempo passado -> Ex.: Ele chegou do Japão há um ano.
(2) Indica tempo futuro -> Ex.: Daqui a dois anos eu farei intercâmbio.
(3) Não existe no sentido de indicação de tempo! Aliás, também não existe "á" (com o acento agudo para a direita): nem em "á anos".

ASSISTO "A" TV

Pode-se assistir ALGO no sentido de ajudar. -> Ex: O médico assistiu o paciente. (Prestou ajuda ao paciente, atendeu-o.)
Ou assistir A ALGO no sentido de presenciar algo, ver, observar. -> Ex 2: Eles assistiam à televisão. (Olhavam a televisão.)

Recomendado por Realeza

Realeza
A quanto tempo nenhuma trama me prendia tanto quanto essa. Realmente, é uma história que deveria se destacar aqui no Nyah! por sua originalidade, boa escrita e um desenvolvimento mais que maravilhoso. A você, possível novo leitor, por favor, clique logo no primeiro capítulo assim que terminar de ler essa recomendação, ok? Nunca fui uma fã das narrações em terceira pessoa, mas isso era antes de encontrar a escrita da autora. Já elogiei tantas vezes que ela deve estar cansada de ler isso, mas sério, a forma como você conecta os personagens, os sentimentos e os acontecimentos, e em como prende o leitor a cada linha é impecável. Nunca encontrei nem mesmo um único erro de português, vale ressaltar ainda. Os personagens são o ponto forte da história, que pode não ter nada de super revolucionário, mas é incrível de um modo único. Cada um deles é desenvolvido de forma magnífica, e todos possuem seus próprios conflitos a serem resolvidos, como romances frustrados, problemas familiares e vícios. Eles são reais demais, com problemas reais, e duvido que não role uma leve identificação no leitor com pelo menos um deles. As inseguranças, medos despretensiosos, conflitos típicos da adolescência... Tudo isso se completa de uma maneira que faz até os capítulos mais longos voarem. Você se prende a cara um deles, e vive junto a eles. O cuidado todo que a autora tem é invejável, tenho que dizer. Ela dá atenção a cada detalhe que aparece na história, em cara pequena referencia feita durante os capítulos. Imagino que tudo deve levar a uma prévia pesquisa, então tenho que parabenizá-la pelo trabalho incrível que faz escrevendo Dazed and Confused. Ela esbanja criatividade quando aos pequenos detalhes presentes, e é algo que dá gosto de ler. A senhorita Julia tá bem ciente do quando eu sou uma admiradora louca dessa história, e em como gostaria de encher cada linha disso aqui de elogios, mas eu não acho palavras boas o suficiente para elogiar. Por ultimo, e isso quero dizer diretamente a senhorita autora, que mesmo nem tendo terminado de ler algo de sua autoria, te considero ótima no que faz, e é uma honra saber que você lê (e gosta!) de algo que eu escrevo. Agora, por favor humanidade, leia essa história.