Livros e fanfics

Recomendado por vicsss

vicsss
Sabe aquelas histórias hiper mega cativantes, que te faz rir, chorar, se apaixonar, esperar ansiosamente pelo próximo capitulo, xingar, querer entrar na história e bater em um personagem, beijar, que te faz sonhar, e ir dormir tarde só imaginando o que vai acontecer? Não? Eu sei, para mim é Vento no Litoral, a segunda temporada de Meu querido Cunhado, é simplesmente perfeita, não é atoa que ela é a minha primeira recomendação, né? História bem escrita, que nos faz sentir como personagens da web, a Janine sabe como prender nossa atenção, como atiçar nossa curiosidade, e pedir por mais. Pena que a história está no fim, mas mesmo assim nunca é tarde para ler uma boa história, então se querem uma boa sugestão, a minha é essa.
PARA "MIM" FAZER

O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?

(1) DECENTE / (2) DESCENTE

(1) É algo conveniente ou honesto. -> Ex: Ela era uma moça decente.
(2) Descente, com "S", é algo que desce ou é uma descida. -> Ex: Foi encontrado na descente do rio.

Recomendado por Sally Sparrow

Sally Sparrow
Bom o que eu posso dizer... É simplesmente um privilegio ler esta historia, que retrata um fato que é difícil encontrar livros sobre este assunto, pelo menos eu não encontro, aliais acabei de achar e adorei. Cada palavra tem um toque delicado, que emociona quem lê, bem eu acho por quê eu sim me emocionei demais, que história linda. Não sei descrever o que pode se dizer, a simplicidade de um texto que me agradou tanto. Muitas vezes achei que histórias que contém poucas palavras não são boas, por quê o que me agrada é o jeito que um escritor detalha perfeitamente cada situação. Não é simplesmente ter criatividade, é ter inteligência, não é ter conhecimento, é ter talento... Esta história sim tem talento, uma proeza considerável!