Livros e fanfics

Recomendado por Agatha Goldert

Agatha Goldert
O que dizer de Amor Fati? Simplesmente uma das histórias mais naturais que eu já li. É algo real, comum, abordado do ponto de vista de uma adolescente que gosta de futebol e sabe dar respostas que eu nunca pensaria em dar. Primeiro que a sacada da autora com esse título é perfeito! Quem conhece ou já leu Nietsche sabe do que eu estou falando. São tantos detalhes que eu invejo a capacidade da autora de atender a todos eles sem perder o fio da história. A leitura flui simplesmente! Mas eu tenho a leve impressão de que o professor de matemática está começando a confundir as coisas... Mãe e filha... Outra coisa que eu achei legal é a facilidade em ambientar a história aqui no Brasil, usando termos que a gente conhece, regiões do país creio eu ser no Rio de Janeiro. Poucos conseguem fazer isso. Admiro demais esse ponto na história. Eu senti uma pontada de vingança em algumas falas da Cecília, acho que o Bento vai sofrer muito nas mãos dela, ou será que vai ser o contrário? O que faz me prender a uma história, além do enredo e personagens cativantes, é a forma como é escrita. Padronização, parágrafos de bom tamanho e o Português muito bem escrito. Essa história tem tudo isso! Por enquanto é isso que posso dizer, com apenas três capítulos postados não posso recomendar muito além disso. Só que eu posso garantir uma coisa: Amor Fati não vai decepcionar ninguém, porque é história e escrita de alta qualidade!
PARA "MIM" FAZER

O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?

(1) MEXA / (2) MECHA

(1) Do verbo mexer, lê-se com o "e" forte (mêxa). -> Ex: Não mexa na minha bolsa.
(2) Relacionado ao cabelo, lê-se mécha. -> Ex: Eu pintei apenas uma mecha do meu cabelo.

Recomendado por Adolfinho

Adolfinho
Essa fic necessita mais uma recomendação pra ontem então aqui estou eu me oferecendo para esse nobre serviço. Descrever a magnitude dessa fic é bem complicado mas eu vou tentar, porque assim como a Dorothy a minha determinação é gigantesca. Conheci essa fic no grupo do Nyah no Facebook, quando havia pedido fics de fantasia medieval que realmente focassem em uma aventura, e essa aqui era exatamente o que eu procurava. O prólogo já dava uma prévia de que essa seria uma história muito interessante, em que tudo aquilo que é mencionado e que parece ser um mero detalhe pode mostrar-se bem mais importante no futuro, passando-se em um universo extremamente bem elaborado, de maneira criativa e original, e os capítulos seguintes foram confirmando isso. A história é quase tão maravilhosa quanto o Arlindo. Conforme você lê, os personagens começam a te cativar, pois você começa a notar todas as diferenças e semelhanças que os unem e você se importa demais com eles, fazendo com que você fique apreensivo a cada situação de perigo, que são muitas. Ademais, a autora é extremamente gente-fina e quando ela responde seus comentários você sente-se muito querido por ela. Por esses motivos eu fiquei tão fiel à essa fic quanto Nipples à sua senhora. Então se você está com um mau-humor de Solomon e quer ler uma história com ação e emoção na medida certa e uma escrita impecável, pare de ler essa recomendação e comece logo a ler Sons of Theolen. E comenta, viu? Senão você vai perder a sua honra... igual o Charly.