Livros e fanfics
Recomendado por Feeh Toscano
Feeh Toscano
Sempre amei clichês, mas devo admitir que "Megan" me mostrou um lado mais divertido em histórias "anti clichês" (???), Quando comecei a ler já apoiava ela com o Alex, mesmo Allan sendo um amor e tudo mais. Separada em três temporadas, é A MELHOR demonstração de que a vida não é um mar de rosas e que as vezes, com o tempo as coisas se desgastam, parabenizo as autoras por terem feito um trabalho tão bom, chorei tanto que chego a comparar com a série "Skins" que sempre nos surpreende com algum acontecimento trágico. AINDA ESTOU EM ÊXTASE COM ESTA HISTÓRIA, NÃO COSTUMI RECOMENDAR HISTÓRIAS, MUITO MENOS QUANDO ACABO DE TERMINaR DE LER, MAS É IMPOSSÍVEL NÃO FAZER ISSO.
"ISSO NÃO TEM HAVER COM VOCÊ"
WAT? Saia desse capítulo que não te pertence!
A expressão de “ter a haver” só é utilizada quando significa “ter a receber”. -> Ex: Ana não tem nada a haver. (Nada a receber.)
“Ter a ver” indica uma ligação, um envolvimento. -> Ex: Isso não tem a ver contigo. (Isso não te envolve.)
"FRENÉTICAMENTE"
ISSO NON ECZISTE! As palavrinhas terminadas em "mente", que indicam o modo como a ação foi efetuada, NÃO são acentuadas. A sua sílaba tônica, a mais forte, passa a ser o "MEN", não sendo acentuada por não se encaixar na regra de acentuação das paroxítonas. Então, nada de "frenéticamente", "diáriamente", "inevitávelmente", etc.
Recomendado por anabtribers
anabtribers
Não é como se eu fosse a dona da verdade, mas eu acho que se começa uma recomendação dizendo sua primeira impressão da fic, então vamos lá.
Quando eu comecei a ler Defeitos de Fábrica pela primeira vez, meu único pensamento foi “MANO, QUE” e eu já devo ter repetido isso muitas vezes. Consequentemente, ao ler os outros capítulos, eu fiquei perplexa com a facilidade da autora de descrever cenas tão reais e presentes em nosso cotidiano. Às vezes eu tinha uma inveja também, e eu sei que isso é algo feio de se falar, mas estou 100% nem aí. Eu tinha inveja mesmo. Essa inveja só passou quando eu fui de fato entendendo a história. Ela não é complexa, e também não é uma fic de outro mundo, mas é com certeza uma das fics mais profundas e bem escritas que já li.
Uma das coisas que me fez amar Defeitos de Fábrica foi a personalidade pra lá de incomum de Polliana. Eu sempre digo o tempo todo que ADORO pessoas como ela. Liana é dourada, radiante. Diferentemente de muitas pessoas, eu não a vejo como uma personagem trouxa ou “bobona”, eu a vejo como alguém gentil e que se importa com os outros.
Você sabe a raridade de alguém assim hoje em dia?
Eu sei, estou saindo da ficção, mas é isso mesmo. Se Polliana existisse, eu com certeza faria questão de conhcê-la. E eu duvido que uma pessoa ruim e sem talento conseguiria construir uma personagem tão incrível, boa, e apaixonante como Liana. É quase uma raridade alguém conseguir criar algum personagem que me encante tanto por apenas ser único.
Outro aspecto que me prendeu firme na história, foi a abordagens de temas tão sérios e tão presentes em nosso dia-a-dia: bullying, exclusão social, negligência dos pais, e outros diversos. O modo como ambos os personagens se completam e se entrelaçam é tão envolvente, que você lê e fica pensando “como faço para criar uma fic tão autêntica?”.
Confesso que, enquanto lia Defeitos de Fábrica, achei características marcantes e inusitadas o suficiente para me inspirar a escrever. Coisa que só acontece com os livros que mais amo. Eu ano tenho mais nenhum adjetivo para encaixar aqui, então fique com isso: leiam, essa fic é maravilhosa.
Se você não acha ela nem um pouco interessante, então eu sinto muito, mas você não é muito certo da cabeça.