Livros e fanfics

Recomendado por sackthais

sackthais
Natalie conta sobre suas dificuldades apos a morte de seu pai e um fim desastroso de um relacionamento. Deixando sua mae ela se muda pra Sponvilly para viver com a familia de seu pai outra vez, la ela reencontra velhas amizades e acaba por conhecer Andrew- aposto uma bala que voce vai se apaixonar por ele- um encantador e misterioso rapaz que leva Natalie por fim a descobrir coisas sobre si que ela nunca imaginaria. Clarity (que ta de nome novo) é o tipo de estoria que voce fica viciado no primeiro capitulo, com um universo tao absurdamente rico em detalhes, que eu me pergunto como ainda nao virou um livro. Cada capitulo deixa um gostinho de quero mais, que nao para por ai, a segunda temporada (que eu imaginava nao ser possivel) é ainda melhor! Eu li faz algum tempo, mas por algum motivo eu nao tive a decência de recomendar, mas antes tarde do que nunca!
(1) HÁ ANOS / (2) A ANOS / (3) À ANOS

(1) Indica tempo passado -> Ex.: Ele chegou do Japão há um ano.
(2) Indica tempo futuro -> Ex.: Daqui a dois anos eu farei intercâmbio.
(3) Não existe no sentido de indicação de tempo! Aliás, também não existe "á" (com o acento agudo para a direita): nem em "á anos".

"FRENÉTICAMENTE"

ISSO NON ECZISTE! As palavrinhas terminadas em "mente", que indicam o modo como a ação foi efetuada, NÃO são acentuadas. A sua sílaba tônica, a mais forte, passa a ser o "MEN", não sendo acentuada por não se encaixar na regra de acentuação das paroxítonas. Então, nada de "frenéticamente", "diáriamente", "inevitávelmente", etc.

Recomendado por Napolitana

Napolitana
É o seguinte, eu não tenho o hábito de recomendar histórias. Não porque eu seja esse poço de exigência, nem porque as histórias que eu leio não mereçam. Mas existe um elemento importante para que eu consiga me inspirar de verdade: a identificação. Quando um leitor se identifica com uma história, do modo que preferir, do modo que conseguir, acontece uma espécie de magia, uma bonita e estranha, que o obriga a continuar sentindo exatamente o que o autor quer causar. E isso pode parecer ruim, ficar a mercê das palavras de outra pessoa, mas na verdade eu acho que é o que todos nós buscamos numa boa ficção. Quis dizer isso antes de tudo porque, talvez, você seja como eu e não leia uma história só porque alguém lhe disse que é muito boa. Talvez você precise de provas maiores. Talvez não seja o bastante para lhe convencer nem quando eu lhe disser sobre como a história é abordada de forma curiosa, lhe surpreendendo de repente. Ou sobre como a autora se preocupa em preencher as lacunas de mistérios sutilmente, criando novas dúvidas em seu lugar, tecendo uma teia de dramas que te deixam ansioso. Talvez nem mesmo quando eu diga que é incrível (e até invejável, não nego) o tanto de criatividade que está impregnado em cada detalhe da história. Cada elemento curioso e diferente que vão contra todas as ideias que geralmente temos de Céu e Inferno, Deus e Anjos, Mortos e Vivos... Se, e somente se, eu estiver certa e você não se deixar convencer por somente por isso, há ainda a maravilhosa questão da identificação. Convido-o a experimentar personagens muito interessantes, que despertam nossa empatia e/ou raiva. Pensar como é estar no lugar de Melissa é agonizante, mas é a situação de Will que me deixa mais nervosa. Para quebrar as expectativas de um paraíso perfeito, Obscure Grace, por Mare di Stelle. PS. A autora é muito gente boa!