Livros e fanfics

Recomendado por BatHannah

BatHannah
Oi você, pessoa que eu não conheço mas que deu uma olhada aqui nas recomendações pra decidir se vai ler ou não a fic! Então, deixa eu tentar te convencer.... Estava eu, numa festa depois da meia noite, ainda estava meio lento então eu abri o Nyah! pra ver se tinha alguma atualização de alguma fic. Não tinha nada, e então, de um jeito que eu não lembro *provavelmente por já estar bêbada*, eu caí na Love Comes Softly. É meio difícil conquistar a minha atenção quando eu tenho uma garrafa de José Cuervo na minha frente, mas a sinopse me agradou e eu pensei "tô sem nada pra fazer mesmo." E comecei a ler. E foi amor à primeira vista. De verdade. Eu ri horrores com o Johan bêbado dormindo na praça. E fiquei toda derretida pelo nosso policial gatão. Eu me recuso à falar sobre o ritmo e a escrita da fic! Realmente desnecessário pois, só pela sinopse, já da pra saber que é ótima nesse quesito. Sem contar que a autora é uma fofa. E os casais secundários não são tão secundários assim e são fofos também. Uma atenção especial pro pai do Jahan, que eu esqueci o nome. Provavelmente pq já estou bêbada de novo. Sim, eu estou bêbada enquanto escrevo essa recomendação. Um salve pro corretor automático do meu celular! Eu tinha prometido que ia fazer isso quando estivesse sóbria e inspirada, mas eu sou rebelde e não sigo regras u.u Então talvez você devesse ignorar minhas palavras e correr daqui. Mas lembre que pessoas bêbadas só fazem/dizem o que não tem coragem de fazer/dizer quando estão sóbrias. Então talvez você deva levar em consideração minhas palavras. Eu realmente espero que você faça isso. Espero que leia e se apaixone como eu. E que comente pra ver como a autora é fofa. E que favorite e recomende se achar tão incrível quanto eu acho. E é isso. Essa são as palavras de uma bêbada as 4 e 30 da manhã. Porém, essas também são as palavras de uma admiradora da autora, fã dessa fanfic e que sofre à espera do próximo capítulo. E que realmente espera que você dê uma olhadinha nessa fanfic. Pois eu sei, com toda a minha sabedoria de bêbada, que ela é maravilhosa e merece todo o reconhecimento!
(1) ACERCA DE / (2) HÁ CERCA DE / (3) A CERCA DE

(1) É uma locução prepositiva e significando “a respeito de” -> Ex.: A discussão acerca das cotas...
(2) É uma expressão que indica tempo decorrido, equivalente a “faz aproximadamente” -> Ex.: Há cerca de uma semana, os advogados discutiram a divisão de bens.
(3) Equivalente a "perto de"; "próximo a" -> Ex.: Estávamos a cerca de 2 km da cidade.

(1) À VONTADE / (2) AVONTADE / (3) A VONTADE

(1) "À vontade" demonstra a maneira da ação, mostra que ela foi feita comodamente. -> Ex: Podem ficar à vontade.
(2) WAT? "Avontade" non ecziste!
(3) "A vontade" pode ocorrer nos demais casos. Ocorre quando NÃO se demonstra o modo da ação. -> Ex: A sua vontade sempre era mais forte que a sua razão.
Obs.: "à-vontade" também existe, e é um substantivo masculino. Ou seja, quase sempre, estará precedido por um artigo masculino (o, um) e é o nome que se dá ao sentimento de se sentir à vontade. -> Ex: O à-vontade dele me deixava perplexo.

Recomendado por Gabinos

Gabinos
Essa história tem cores, tem uma musiquinha (safada, para a época), o ambiente denso com fumaça de cigarro, o burburinho das conversas e o tilintar dos copos! Deliciosa, instigante e trazendo um cenário riquíssimo e de infinitas possibilidades com algumas das mais ilustres personalidades da época ajeitando seus bigodinhos ou suas peles ao redor do pescoço, falando alto pela inebriação e gargalhando ao tirarem sarro do cenário político. E temos Doris e Sissi. O casal Bonnie e Bonnie, que tem um Clyde assistente para as fugas, o pseudo-Romeu. Não tem como dissociar a história dos penteados, trejeitos, vestidinhos e olhadelas cúmplices de quem trama algo, principalmente entre as personagens principais. A Kori surpreende não só na ótima ambientação como no banho de cultura das notas. Pra quem não é de São Paulo e mal conhece a cidade, como eu, a vontade é tirar uns dias e ir conhecer os lugares que dão nomes aos capítulos. É mágico ter o enaltecimento de uma cidade tão grande e cheia de histórias para contar, mas que foi esquecida e tratada com descaso por quem deveria preservá-la. É em obras como a da Kori que nossa cultura vive. É um prazer indescritível ler uma história como essa, onde a mente viaja à 1922 e traz todos os aspectos daquela época que aprendemos de diversas maneiras mas muitas vezes é esquecido em algum lugarzinho da memória por não ser revivido muitas vezes. Além de tudo, o gostinho da infância, das novelas da época, seriados, do interesse que essas obras despertavam sobre as figuras que cumpunham o cenário intelectual, tudo vem à tona. Obrigada, Kori!