os sentidos do amor

21 Capítulo 21 – chuveiro


Notas iniciais
Não pensem besteiras, mas tive essa ideia durante um banho. PS: hot Faberry, quem não curte, não leia.

Rachel chega à Quinn no momento em que ela coloca a mão no registro abrindo-o para ligar o chuveiro... abraça seu corpo totalmente nu, por trás, e suas mãos vão automaticamente para os seios da loira, segurando-os firme, apertando os mamilos durinhos, fazendo-a soltar um gemido alto pela ação inesperada, pelo toque do corpo da morena atrás do seu, seus seios em suas pressionados em suas costas... Rachel roça os lábios na nuca da loira, respirando pela boca, soltando o ar quente na pele branca, vendo-a se arrepiar... beija suas costas lentamente, morde seu ombro de leve fazendo a loira arfar já sentindo o sexo pulsar.

Quinn por mais que esteja adorando ser atacada por sua morena, acha muito mais interessante, prazeroso, gostoso... vê-las em situações opostas, então se vira rapidamente nos braços de sua baixinha ficando de frente pra ela. A olha nos olhos com desejo e um sorriso totalmente safado, mordendo os lábios, segura firme em sua cintura conduzindo-a de costas à parede do boxe e colando seu corpo ao moreno logo em seguida. Rachel ao sentir o gelado da parede em suas costas solta um gritinho agudo, mas a sensação do frio do piso acaba rápida, pois sua loira lhe ataca os lábios beijando-a profundamente, fazendo seu corpo se aquecer com o desejo.

Rachel se afasta um pouco do beijo somente para olhar nos olhos de sua amada, mas em seguida coloca a mão em sua nuca, segurando forte em seus cabelos, enlaçando os dedos nos fios loiros, trazendo-a novamente para seus lábios... beijam de boca aberta, sugando, mordendo, brincando com as línguas, movimentando-as na boca da outra causando arrepios pelo corpo todo.

Por mais que estivessem sentindo o desejo gritar, o sexo pulsar, arder de tesão, aquele beijo era tudo que conseguiam se concentrar no momento. Já haviam feito amor milhões de vezes, e uma sabia exatamente até onde a outra podia aguentar... e sempre quem aguentava menos era Rachel. Quinn por mais que estivesse enlouquecendo, desejando, necessitando sentir as mãos de sua morena em seu corpo, sempre esperava pelo pedido de Rachel para ser tocada primeiro, isso a excitava ainda mais, se é que isso era possível. Era um jeito que ambas gostavam, uma provocando e a outra se deixando provocar.

A loira deixou os lábios de sua amada por um momento e lhe atacou o pescoço, beijando, sugando o ponto de pulso, mordendo, passando os dentes suavemente, indo pra orelha, mordendo-a também, chupando o lóbulo, fazendo a morena respirar cada vez com mais dificuldade, sabendo que sua loira estava a torturando de propósito. Rachel tentava resistir e não pedir, mas Quinn a cortava cada vez que ela tentava inverter as posições.

Quinn aperta seu quadril ainda mais ao da morena e Rachel sem pensar afasta um pouco as penas e a loira aproveita o momento para pressionar sua coxa no centro molhado da mulher que geme alto com o contato.

— Pare de me torturar amor. — a morena pede baixinho no ouvido de sua esposa, e Quinn sente seu próprio sexo dolorido, pedindo por cuidados, mas aguardar e dar prazer à sua morena é uma das melhores sensações para somente depois se entregar e se deixar cuidar.

— Me diz o que quer que eu faça. — a loira diz olhado nos olhos da morena, encontrando sua resposta naquele momento... não era como se não soubesse o que fazer, mas era muito mais excitante ver Rachel pedindo, implorando pela libertação.

— Quinn... por favor... quero sentir seus dedos...

Antes mesmo que ela terminasse a frase a loira começa vagar a mão esquerda para o sul do abdômen de Rachel, indo devagar, deixando os dedos escorregarem sutilmente para então encontrarem as dobras molhadas... a morena geme alto com os movimentos circulares lhe massageando, indo ao centro e voltando ao clitóris repetidamente, pressionando, deslizando... Ela já estava tão à borda que se a loira aumentasse a intensidade das carícias ela chegaria rápido ao orgasmos, e por mais que quisesse isso queria também curtir a ocasião ao máximo.

— Devagar... mais devagar amor... eu quero... lento. — as palavras saiam com dificuldade de seus lábios.

Quinn se viu num momento desconhecido, pois Rachel não conseguia segurar muito tempo e sempre pedia pra ela acelerar, ir mais forte... essa novidade estava a deixando descontrolada.

— O que deu em você amor? — ela pergunta sentindo seu próprio sexo gritando por um contado.

— Quero curtir... mais você... amor. — ela lhe responde agarrando-se mais ao seu pescoço e em seguida lhe tomando os lábios desesperada.

— Coloque as mãos em mim... quero te sentir dentro de mim. — Quinn pede com os lábios encostados nos da morena, arfando, gemendo, ansiando sentir rapidamente sua morena dentro dela.

Rachel impulsiona o corpo pra frente fazendo a loira se afastar um pouco e sem sequer pensar ou fazer menção de demorar aproxima seus dedos ao redor da entrada da loira que solta o ar sem controle se surpreendendo com a ação. Ela brinca um pouco fazendo o mesmo que Quinn, indo ao centro e ao clitóris, mas não é assim que a loira quer.

— Dentro amor... quero você dentro de mim... por favor. — as palavras saem sofridas, doloridas de desejo.

Rachel introduz dois dedos de uma só vez, mas lentamente, com carinho, cuidado, e a loira sente as pernas fraquejarem. Sentir a morena, seus dedos assim, lhe dá uma sensação tão gostosa que ela só pensa em fazer com que ela sinta o mesmo... coloca também dois dedos sem aviso na morena, avançando em seguida aos lábios de sua esposa, num beijo desconexo... as línguas se encontrando vez ou outra, gemidos incontidos, respirações falhas, corações disparados... e dedos... dedos hábeis dando prazer com suas carícias, estocadas, aumentando e diminuindo o ritmo conforme os gemidos eram... demonstrando o prazer que estavam sentindo.

Permanecem assim por mais alguns minutos, aos beijos, chupões, mordidas, carícias... se tocando mutuamente, até que o desejo as domina completamente e elas sentem uma a outra... suas paredes internas se fechando, pressionado os dedos, derramando o líquido quente... e chegam ao orgasmo, sem conseguirem se manter em pé, mas amparando uma a outra.

Olham-se nos olhos, cansadas pelo esforço de fazerem amor em pé debaixo do chuveiro, mas satisfeitas, extremamente satisfeitas, beijando-se novamente, mas dessa vez lentamente, esperando que os batimentos e respirações voltem ao normal. Separam os lábios e juntas dizem: “eu te amo”, sorrindo em seguida, se abraçando, sentindo a água quente do chuveiro escorrer entre os corpos enquanto distribuem beijinhos carinhos com aquela cumplicidade dos amantes de longa data.

Notas finais
e aí?