Notas iniciais
Saudações! Essa fanfic foi escrita "inspirada" na obra/filme de Mark Raso também de nome Copenhagen, recomendo para todos que tenham interesse a partir dessa história que se passa em um verão na Dinamarca! A história a seguir não segue exatamente o roteiro do filme já que fiz mudanças drásticas enquanto à escrevia, apenas para se encaixar melhor na idéia que tenho em mente. Não são fatos relevantes, talvez isso é o que torne qualquer parte solta um pouquinho mais especial, não é a primeira vez que escrevo DenNor mas sim, é a primeira em um tempo moderno ft UA Humano, então aproveitem de minhas falhas!

Copenhaguen, 8:15 AM

Me parece bem apetitosa!

Com normalidade dizia Mathias, era um belo assunto para aquele jovem adulto começar o dia. Havia sem convite algum iniciado a conversa com um senhor de meia idade, glabro, que tinha acabado de sentar ao lado do loiro no café principal de Strøget.

O homem arqueou as sobrancelhas e dirigiu o olhar para a mesma moça que Mathias encarava, permaneceu o afrontando como se algo estivesse completamente errado mas ao final, optou pelo silêncio, era um cara idiota demais para se brigar antes das 10 da manhã, pensou consigo.

Enquanto os clientes dialogavam pacificamente, ou melhor, aparentemente pacificamente, Lukas começa o seu turno.
O jovem norueguês olhou por cima do balcão para as pessoas ali presentes, eram poucas e isso facilitaria o trabalho, afinal, era isso o que ele mais almejava para um dia como aquele, tão quente para seu humor gélido.

Caminhou lentamente com o pequeno bloco em mãos até os dois homens, que naquele momento já não aparentavam estar mais tendo uma ''conversa pacífica''.

Devo anotar seus pedidos.

Praticamente ordenou à ambos e isso acabou por chamar a atenção toda para si. Tentou ignorar o olhar divertido do loiro, ele estava agindo, quero dizer, o encarando como se fosse alvo de alguma brincadeira infantil, já que parecia mais um daqueles valentões chatos que era obrigado a aturar todos os dias no colégio.

Hm... Acho que vou querer um café expresso e também o número daquela garota na mesa 10!
O mesmo vale para o camarada aqui do meu lado heeeh! Tente não confundir o nome, okay menino?


Lukas apenas assentiu. Aquilo era rude por ali, rude a partir do seu ponto de vista também, afinal, que tipo de ser pensante começaria a flertar a esse horário? É uma hora impossível até para pensar, julgava o norueguês enquanto fazia o seu trabalho.

No momento de servir passou na mesa em que a tal garota se encontrava. Deixou ambas as xícaras sobre a mesa e entregou um pequeno pedaço de papel com uma caneta, pedindo por gentileza o contato.
Estava indiferente enquanto sentia que o jovem que havia pedido por isso pirar próximo ao balcão pela animação; Assim que a jovem terminou de escrever o norueguês pegou o bilhete e se despediu, voltando ao seu caminho com aquelas xícaras.

Tente não ler.

Pensou em dizer que faria o mesmo que a garota se fosse intimidado por alguém tão paspalho, por um momento o dinamarquês aparentou estar triste mas um comentário tolo como "Garota estúpida" fez não só somente o homem de meia idade soca-lo bem no centro do rosto, como também, o norueguês derrubar a xícara de café quentissima sobre o colo dele.

Logo ouviu um berro de seu chefe, Lukas tentou limpar o colo do loiro enquanto se desculpava mil vezes pelo desastre, mesmo achando tudo aquilo bem justo.
Já o homem de meia idade saiu bufando do estabelecimento, deixou claro que achou a atitude de Mathias digna de morte ainda mais pela garota com sardas se tratar de sua própria filha, que por irônia do destino, resolveu tomar um café no mesmo estabelecimento que o pai.

Ela estava olhando para mim, seu pervertido! — Foi a única coisa que o homem falou antes de se retirar, e bem, isso deixou o dinamarquês temporariamente sem graça.

Em outro berro do chefe, Lukas foi praticamente obrigado a se afastar e ir até o escritório do local.
Saiu do estabelecimento segurando um envelope que provavelmente era a sua diaria, deu um suspiro triste e guardou aquilo em seu bolso, estava bem demitido já que aquela não era a primeira confusão que havia arranjado no emprego.
Claro que não foi bem a culpa dele mas ninguém poderia dizer ao contrário, já estava conformado com o destino enquanto voltava para casa.

O que não esperava era encontrar o culpado perdido em meio ao caminho, estava melado de café, com um papel amassado na mão e em destaque o rosto mergulhado em desespero.

Pode me ajudar com isso? Não deve ser tão ruim quanto é de garçon.

Com o dobro de indiferença, Lukas se aproximou e tomou o papél das mãos do maior.
Estranhou o endereço estar em sua língua natal, sussurrou algumas vezes o nome do local e após entender do que se tratava, voltou a observar com calma o loiro.

Essa cidade não existe mais...

Notas finais
Um dia penso em +
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.