nas sombras de Hogwarts
3 Cap. 3- fazendo amigos
Notas iniciais
Quando as duas irmãs entraram na plataforma, entregaram o bilhete ao bilheteiro do trem, e se sentaram em um vagão com Rapunzel.
Pov. Elsa on
Entramos em um vagão procurando lugares, nos sentamos em um banco e conversamos sobre como tem sido nossas vidas nos reinos:
– então Anna, o que tem feito esse tempo todo no castelo?
– desço as escadas cantando, converso com Joanna, como chocolate...
– espere, então... não vão visitas ao castelo?
– hm... raramente. Não sei o motivo dos portões sempre estarem fechados.
– ok... e você Elsa? Sabe o motivo?
Nesse momento todas olharam para mim com ar de desconfiança. Eu sabia o motivo mas não poderia revelar para elas, é um grande segredo, minhas habilidades com gelo. Se fosse para elas descobrirem, que seja em Hogwarts.
– você não respondeu Elsa. Sabe de alguma coisa?
– eeeh...
Então fomos interrompidas por um menino que abriu a porta, ele tinha cabelos brancos, usava o uniforme da escola e... lindos olhos azuis, atrás dele havia outro garoto com olhos castanhos e cabelo de mesma cor, com algumas sardas no rosto.
– oi! Eu sou Jack! E esse é meu amigo Hic, podemos nos sentar aqui? O resto do trem está cheio.
– claro! – disse Anna
Eles se sentaram no banco que estava em nossa frente, e começamos a conversar:
– vocês não se apresentaram ainda – Hic disse
– eu sou Anna! E essa é minha irmã Elsa, e essa minha prima Rapunzel!
– podem me chamar de Punzie!
– ok Punzie!
O albino começou a me encarar com um olhar suspeito, mas, até era legal ficar encarando ele:
– e você Elsa?
– an? O que tem eu?
– não disse nada até agora.
– mas... não tenho nada à dizer.
– há há haaah, essa é minha irmã Elsa, sempre assim!
Todos olharam para ela sem entender o que havia acontecido, ela apenas deu um sorriso e se aproximou do meu ouvido:
– vi o jeito que você olhou pra ele.
Retribui o cochicho:
– eu só olhei.
– não, você fez mais que isso, você o encarou!
– hm... e daí?
Ela fez uma expressão de decepção para mim e eu apenas disse que não entendi. Então uma senhora passou com o carrinho cheio de doces.
– vão querer alguma coisa?
– eu vou querer feijõezinhos de todos os sabores! — Jack
– eu também. — Hic
– eu vou querer uma tortinha de abóbora. – Punzie
– eu uma varinha de alcaçuz! – Anna
– e você minha pequena?
Todos me encararam novamente.
– ela vai querer um sapo de chocolate! – disse Jack
– a não ser que não goste de chocolate.
– eu gosto sim.
– então ta!
A senhora me entregou uma caixinha que tinha uma forma parecida com um triangulo com mais pontas, abri a caixa e vi um pequeno sapinho.
– segure-o! antes que ele pule!
Coloquei a mão por cima dele impedindo-o de se mexer.
– é um sapo de verdade??
– não, é só um feitiço que faz parecer que ele está vivo, mas ele só pula uma vez.
Hic fechou a janela e me pediu para soltá-lo.
– solte-o, ele não vai mais fugir.
Tirei a mão do sapinho, ele deu um salto bem alto e caiu na cabeça de Punzie, ela o segurou e me entregou.
– pode comer agora.
Foi isso que eu fiz. Estava uma delicia, para um sapo que pula na cabeça dos outros.
– veja a figurinha! – disse Jack entusiasmado.
– olhe, Rowena Ravenclaw!
– que sorte, só tenho uma dessa.
Observei a bruxa por alguns instantes, era muito bonita com lindos cabelos negros e penetrantes olhos azuis. Já me chamava à atenção essa casa.
– os olhos dela parecem os seus. – Jack lançou um sorriso para mim, eu o retribuí, mas vermelha.
– se fossem um pouco mais escuros pareceriam os seus.
Novamente interrompidos, mas por uma garota de cabelos ruivos e ondulados e olhos azuis:
– oi, eu sou Merida, alguém viu um gato marrom e branco por aí? Kristoff perdeu o Sven.
– hm, não. Não vimos nenhum gato... mas os animais não deveriam ficar em um vagão separado?
– Kristoff não se separa do seu gato, porisso trouxe ele junto.
– ah, ok.
Merida saiu e foi para outros vagões procurar por Sven, o resto da viajem foi só conversa.
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