até onde Pude Chegar...
2 Dia 07 de Agosto de 2010
Notas iniciais
mais uym capitulo,e aqui esta. Espero que dois deles já
lhe façam formar uma opinião sobre a fic.
Sempre Grato por aqueles que aqui estão para ler e,
Tenham uma boa leitura.
Era uma noite chuvosa, uma tempestade se iniciava, na verdade esse foi o motivo de Kauê não ter voltado para casa e dormido na casa do amigo. É engraçado pensar em como as crianças tem medos tolos, como do bicho papão ou do escuro...
O fato é que já se passavam das onze horas quando ambos, Nicolas e Kauê, se deitaram para dormir, a tempestade já estava se iniciando, a cada segundo a chuva parecia mais forte, logo os raios começariam a cair.
- Boa noite Sra. Shuchester. Boa noite Sr. Shuchester.
- Boa noite Kauê. – o Sr. E a Sra. Shuchester responderam.
- Boa noite mãe, boa noite pai.
- Boa noite filho. – respondeu o Sr.
- Durmam bem vocês dois. – disse a Sra. Shuchester saindo do cômodo com seu marido.
- É... Boa noite Kauê.
- Boa noite Nick, valeu por pedir pro seus pais me deixarem ficar.
- Sem essa cara, fica tranquilo.
Eles dormirão em pouco tempo, na verdade apenas um dormiu, o outro estava tão preocupado que não consegui dormir, esperava a chegada deles, esperava que eles chegassem, era fato que eles viam.
No meio da noite, quando já se passava da meia noite, eles finalmente chegarão, primeiro um, lentamente, seguido por outros. Eles vinham um atrás do outro, caiando com seus estrondos. Era difícil acreditar que um dos dois garotos pudesse estar dormindo tão tranquilamente.
Depois de alguns minutos escutando aqueles barulhos infernais, um dos garotos se levantou, ma logo deitou-se novamente, agora, mesmo com os trovões que lhe tanto assustavam ele estava mais calmo, estava mais... seguro.
O rosto de Nicolas passou de rosa bebe para carmim quando ele acordou naquela manhã, assim que ele abriu os olhos, se deparou com o rosto másculo de Kauê. Ele não sabia como o garoto tinha ido para em sua cama, mas a proximidade na qual ambos estavam, fez com que, , Nicolas tomasse um susto que o levou ao chão.
Kauê acordou com o barulho do amigo indo ao chão, e logo percebeu o motivo do espanto de Nicolas.
- Por-por que você está na minha cama? – ele perguntou com o rosto ainda carmim, não de raiva, mas de vergonha.
- Bem é... É que eu...
- Fala. – ordenou um pouco menos vermelho e se aproximando.
- É que eu... Eu tenho medo de trovões. – agora quem estava carmim era Kauê, ele olhava para o chão.
- Ah... Sério?
- Desculpe ter ido deitar na sua cama, — ele ficou ainda mais vermelho lembrando do fato – Ontem parecia uma boa idéia, em vista da quantidade de trovões que caiam.
- É, bem... Tudo bem. As vezes eles também me assustam.
Desde aquele dia kauê nunca mais dormiu na casa de Nicolas, talvez ainda sentisse vergonha do acontecido. Mas isso não afetou nem um pouco a amizade deles, por uns dias eles ainda ficavam vermelhos quando olhavam um para o outro, mas logo passou.
Bem, isso não faz a menor importância diante do grande fato que se seguiu alguns anos a frente, talvez tenha tido uma pequena importância, mas não é algo com que se importar, nada a se considerar. Talvez o que é para ser, tem de ser.
Bom, podemos avançar para o ano onde tudo se iniciou, o ano em que tudo começou, a ter seu fim...
Notas finais
Tenho mais dois capitulos escritos, porem
vou aguardar os reviews que possam a mim
ser enviados, assim terei certeza de que
estão apreciando a fic.
Não se preocupem com o numero de reviews,
assim que ao menos um for enviado, e, tendo
em vista a opinião do leitor, continuarei a postar.
Grato.
Fale com o autor