Zumbis

24 Capitulo 23 Invasão


Notas iniciais
Olá, meus amores!!! Nenhum comentário, mas to aqui ;p Espero que quem tenha lido o ultimo tenha gostado, e que gostem desse. Só mais 2 capítulos e será o fim da fanfic!!! Que esse caminho tenha valido a pena para vocês. Boa Leitura!!!

P.O.V Mônica

Estava caminhando da biblioteca recém-criada para a minha cabana, quando começo a escutar gritos e várias pessoas correndo de um lado para o outro. Seriam zumbis?

Corro para a direção da praia onde os armados corriam, quando cheguei próximo a praia, escutei vozes de pessoas que não eram da Ilha, me escondo atrás de uns arbustos e tento ver quem era. Sinto alguém tapar minha boca e para eu não gritar, olho ligeiro e vejo que era Cebola.

— O que está acontecendo? – Pergunto sussurrando tentando ver algo entre o arbusto.

— Invasão, prováveis saqueadores ou querem invadir e se apossar da Ilha. – Sussurra Cebola olhando para ver quantos haviam.

— Não são muitos. – Digo olhando seis homens que se vestiam como piratas/saqueadores, eles estavam fazendo reféns, dentre aqueles reféns, eu pude ver a Lesley, Clare, Sofia, Denise e Xaveco, eles deviam estar na praia quando invadiram.

— Cascão disse que eles vieram da praia e do outro lado da Ilha, não devem ser só esses e ainda tem no barco que está atrás da Ilha. Temos que ter cuidado para não os alertar. – Sussurra Cê, pensando em como poderia libertar nosso povo.

— Vem, aqueles dois estão em um lugar bom para chegarmos sorrateiramente pela mata e eliminarmos. – Digo e ele concorda, andamos silenciosamente e quando conseguimos nos aproximar, cada um pegou um, cortando a garganta e puxando para o mato, assim não alertaria os outros.

— Só mais quatro. – Diz Cebola e eu logo consigo ver Sofia me encarando e apontando com a cabeça discretamente para onde Cebola e eu estávamos anteriormente, Sheila estava lá com uma pistola com silenciador.

Olhei para Sofia para ver se ela copiava meu sinal e ela afirma. Atiro com minha pistola em um, logo Cebola mata outro com a besta, Sofia puxa o terceiro e o enforca com as pernas, por ultimo Sheila não dá tempo nem do quarto reagir e o mata.

— Estão livres, agora precisamos ajudar o outro... – Antes que eu complete a minha frase escuto palmas atrás de mim.

— Ora, ora. Se não é a vadia e o caipira escroto. – Diz uma voz feminina familiar. Assim que me viro dou de cara com Irene, ela estava do lado de um cara barbudo que parecia ser o líder, atrás deles haviam oito capangas. – Que bela Ilha, não é rapazes?

— Ótima para nós. – Diz o líder com um sorriso maldoso.

— Estou magoada que mataram nossos parceiros, acho que preciso equilibrar um pouco. – Diz ela com um sorrisinho.

— Você não precisa fazer isso, ainda pode mudar de ideia. Essa Ilha tem espaço para todos. – Diz Clare tentando amenizar as coisas.

— Você tem razão. – Irene abaixa a pistola. – Mas eu quero tudo isso só pra mim. – Ergue a pistola e atira rapidamente.

— Não! – Grita Clare, olho para o lado e vejo que Irene havia atirado na cabeça de Lesley, a esposa de Clare.

— Sua... – Antes que eu falasse algo ou atirasse, Irene faz um sinal para que mostrassem Magali e Estela, elas eram suas reféns.

— Eu não faria isso se fosse você. – Sorri vitoriosa.

— Abaixem as armas e pouparemos suas vidas. – Diz o líder que dá uma piscadinha disfarçada para a Irene, mas que eu percebi. Eles iriam matar todos.

— Matem-no! – Grita um dos capangas, Cebola havia corrido para a mata.

— Não. Apenas peguem-no, eu quero me vingar. – Ordena Irene e logo quatro dos oito capangas saem atrás de Cebola.

Ele sabia que ela não o mataria, e sabia que não poderia me ajudar e ajudar a todos estando como refém. Eu poderia ter tentado, mas era certo que eu morreria, Irene não tirava os olhos de mim com um ódio incontrolável.

— Ele não vai longe. – Diz Irene para o barbudo.

Eles pegaram as nossas armas, eu não poderia fazer nada desarmada. Como eu queria saber se os outros estavam bem... Minha mãe, o resto do grupo.

Olho para Clare que estava chorando silenciosamente, ela lutava contra as lagrimas abraçando o corpo já sem vida de Lesley. Engoli a seco pensando que eu poderia perder o meu amado assim como ela...

P.O.V Cebola

Corri rapidamente pela floresta, eu não poderia ficar lá sabendo que não poderia lutar para proteger os que amo, e sabia que Irene ainda supria algum sentimento por mim, então não mandaria que me matassem.

Escalei uma árvore alta para me esconder e ter um ótimo ângulo para eliminar aqueles que viessem atrás de mim.

— Para onde ele foi? – Pergunta um dos capangas, eles estavam em três.

— Não sei, separem-se. – Diz o outro. Assim que eles se afastam um do outro. Atiro um por um, para não perceberem.

— Que idiotas. – Digo rindo, desço e pego um rifle do cara mais próximo para lutiar.

— Eles eram, eu não. – Diz e eu me viro, mas assim que eu me viro escuto o barulho de uma pistola. O cara cai morto na minha frente.

— Está bem? – Pergunta Cascão saindo de trás de umas árvores junto de DC, Nimbus, Jonathan e Viktor.

— Estou. Eu consegui fugir, mas eles ficaram com a Mônica e os outros, sua mulher está de refém da Irene. – Digo e eu consigo ver o ódio dele.

— Nós conseguimos resgatar os reféns do outro lado, mas alguns dos nossos atiradores morreram ou ficaram gravemente feridos. Viemos só nós, pois o resto ficou cuidando de lá, a mãe da Mônica está a salvo. – Diz Cascão colocando uma mão no meu ombro.

— Vamos, eles estavam em oito capangas, mais o líder e a Irene. Deve ter só mais quatro capangas. – Começo a fazer a trilha de volta a praia.

— Calma. – Diz Cascão achando tudo muito estranho, os quatro capangas vigiavam o aglomerado de reféns, Irene estava com uma arma apontando para Magali e o Líder havia sumido.

— Separem-se em duplas. – Digo e eles saem.

— Algo não me cheira bem. Vamos achar um lugar melhor para observarmos a situação. – Concordo.

Subimos até a trilha onde se enterravam os mortos, pois era o melhor ângulo para vê-los e eles não nos verem.

— Dc e Nimbus foram pegos. – Diz Cascão tentando não parecer preocupado, mas sabia que ele estava assim como eu. Os dois estavam sendo levados até o grupo dos reféns por outros dois novos capangas.

— Olha. – Aponto mostrando para alguns capangas escondidos nos arbustos, outros em pontos estratégicos e mais uns no barco que estava ancorado no porto. Haviam cerca de vinte capangas.

— Eu sabia que estava muito fácil para ser verdade. – Diz ele com ódio.

— Precisamos eliminar os dos arbustos primeiros.

Peguei a sniper com silenciador do Cascão, observo ele tirando outra parecida de um dos arbustos.

— Você escondeu armas por aí? – Pergunto e ele dá de ombros.

— Nunca se sabe quando vai precisar.

— Certo. – Sorrio contente de saber que eu não era o único que pensava no pior.

Começamos a matar os dos arbustos sem chamar atenção de nenhum. Assim que terminamos o serviço, voltamos para o chão para observar e formar outro plano.

— O que acha agora? – Pergunto e antes de receber a resposta, escuto vários tiros.

— Mas que... – Cascão se surpreende e logo vê que Jonathan e Viktor haviam atirado para matar nos capangas que estavam ao redor dos reféns e no braço da Irene que segurava a arma. O líder assim que viu que iria perder, fugiu junto com outros de seus capangas no barco, deixando Irene ferida para trás.

— Não vão! – Grita Irene tentando correr para o barco, mas eles já haviam fugido. – Idiotas...

— Acabou Irene. – Digo arrastando-a até onde estavam antes os reféns.

— Isso é tudo sua culpa, sua imbecil. – Diz ela a Mônica. – Se você não tivesse feio lavagem cerebral no Cebola, ele nunca iria ficar com você e tudo estaria bem.

— Não, a culpa é sua. Você cavou sua própria cova. – Digo e ela me olha chorando.

— Eu te amei mais que tudo, fiz tudo isso por você e mesmo assim você escolhe ela. – Diz ela com raiva e magoada.

— Eu odeio você. – Grita Clare e partindo para cima de Irene que estava no chão, Clare a batia com toda a sua força.

— Tira essa louca de cima de mim!!! – Grita a histérica da Irene.

— Hey, calma. – Diz Sheila tirando Clare de cima da Irene a levando para longe daquilo tudo.

— Você merece a morte. – Diz Cascão e eu o olho surpreso, ele geralmente é paz e eu que sou o precipitado e sanguinário, mas eu poderia entender, ela ameaçou sua mulher que está gravida.

— Vocês não têm coragem. Não tenho medo de vocês! – Diz ela fingindo que não temia.

— A morte é boa demais para ela. – Diz Mônica e eu a encaro, ela estava sentada no chão, com Estela no colo e abraçando a Magali.

— Já sei. – Digo e eles me olham. – A trancamos em um lugar e esperamos ela apodrecer morrendo lentamente.

— Não somos assim! – Diz Magali. – Por mais que é o que ela merece, somos melhores que isso. Se agirmos assim, seremos piores que ela. Criamos uma prisão e ela fica presa, ela terá a liberdade tirada.

— A Maga tem razão, não somos assim. – Diz Mônica, ela queria que Irene sofresse, mas aquilo não era da natureza dela, ela era boa, só matava para sobreviver ou misericórdia, não por vingança.

— Vocês têm razão. – Eles me olham. – Vocês não são assim, mas eu sou. – Atiro na cabeça de Irene.

— Cê... – Diz Mônica, mas eu saio correndo para a floresta, eu precisava esfriar a cabeça, mas sabia de uma coisa...

Ela não merecia viver.

Não se fosse para ganhar comida e teto seguro de mão beijada.

Ela merecia morrer pelas mortes e crueldades que fez, ela os trouxe aqui, e com sua vida paga o que plantou.

Aquilo não era amor e nunca foi.

O ego e manipulação dela a fizeram chegar até aqui e assim levar a sua morte.

“O ego vai te levar longe... E vai te deixar lá, sozinho.”

Notas finais
Comentem, por favor. Comentários me ajudam bastante a continuar. Vamos lá, ta na reta final, não me deixem na mão ,-, Fanfic de Amor Doce e TMJ: https://fanfiction.com.br/historia/672544/Together_By_Chance/ Beijooos e Até Breve!!! S2