Zumbis

12 Capitulo 11 Acidente?


Notas iniciais
Olá amores, sei que demorei, mas aqui está, a faculdade me fez não ter tempo para atualizar a fic, mas ainda que eu não demorei um ano ne? ehueheu No começo havia feito esse capítulo mega pequeno porque queria deixar todos curiosos, dar um suspense e não sabia como deixar extenso, mas aí pensei: "eu não sou mais de escrever capítulos com menos de 1000 palavras e eu ainda demorei, é injusto fazer pequeno". Então tive a ideia de por algumas lembranças do passado da Mô. Enfim, espero que gostem. Boa Leitura!!!!

— Será que a pancada foi muito grande? – Pergunta uma voz, não conseguia reconhecer estava muito apagada.

— Eu não sei, ela não acordou até agora. – Será que estão falando sobre mim? Quer dizer, não posso me sentir privilegiada, mas por não estar vendo nada e nem ouvindo direito, não tem como eu não pensar que é sobre mim.

— Será que não devíamos tentar dar algo para ela? – Pergunta uma terceira voz.

— Dar o que? Nem sabemos o que ela tem. – Responde a segunda voz.

— Espera, as pálpebras dela estão mexendo. – Diz uma quarta voz. Gente tem quantos fantasmas afinal?

— Está? – Pergunta uma quinta voz. Vai surgir voz de tudo quanto é lado agora?

— Sim. Tenho certeza. – Afirma a quarta voz.

— Espero que ela acorde logo, ou eu juro que se ela não acordar eu dou aquela vadia para os zumbis comerem. – Diz raivoso a primeira voz, depois de algum tempo de ficar quieta ou quieto, não consigo distinguir as vozes, se são mulheres ou homens, só sei que são vozes, afinal estão falando.

— Se acalma, ela está pressa agora. – A segunda voz fala.

— Isso não é nada comparado a tudo o que ela fez. – Uma sexta voz fala.

Após aquela discussão confusa, aos poucos as vozes foram enfraquecendo até que eu não escutasse mais nada, o que fez com que eu me sentisse sozinha naquela completa escuridão e silencio. Era perturbante e agonizante não saber se estava morta ou viva, se está em perigo ou não, se aquilo vai ser passageiro ou vai durar a eternidade. A incerteza era a única coisa presente.

—~*~_~*~_~*~_

— Mãe, não me solta. – Eu peço para ela, enquanto a mesma me ajuda a andar de bicicleta.

— Não vou. Estou aqui, pode continuar. – Diz com sua voz doce.

Continuava pedalando, mas não tinha mais medo como antes, pois sabia que minha mãe estava ali, me segurando. Andar de bicicleta faz com que eu me sinta livre. É tão bom e relaxante.

— Continue, filha. – Me motivava minha mãe. – Você consegue.

— Mãe, acho que já pode me soltar. – Peço e ela dá uma risadinha.

— Eu já a soltei, minha filha. – Diz e eu a olho por entre um dos meus ombros, ela realmente já havia me soltado. Então, finalmente eu estava conseguindo andar sozinha.

—~*~_~*~_~*~_

— Como você sabia quando me soltar? – Pergunto enquanto minha mãe prepara uma torta de maçã.

— Sou sua mãe, querida. Sempre saberei quando está pronta para algo. – Responde dando uma risada doce.

— Como pode saber? Nem eu mesma sei. – Pergunto confusa.

— Não tem explicação, eu só sei, minha flor. – Me dá um beijo na testa após colocar a torta no forno.

— Eu te amo, mamãe. – Digo a abraçando e ela retribui meu abraço.

— Eu também te amo, minha querida.

—~*~_~*~_~*~_

— Ele não presta para você eu já falei. – Fala seria minha mãe, mas eu não me importo, eu o amo e sei que ele também me ama.

— Não importa o que você diz. Eu o amo e ele me ama. Vamos ficar juntos quer você queira ou não. – Grito batendo a porta do meu quarto.

Começo a arrumar algumas coisas em minha mochila. Não aguento mais minha mãe falar mal do meu namorado, ele me faz tão bem e eu nunca vou o deixar. Estou cansada dessa casa. Eu vou embora!

— Filha! – Me chama assim que eu desço as escadas. – Você vai ir embora, não é?

— Saia da minha frente. – Grito tentando não chorar.

— Eu saio, mas saiba que isso não vai dar certo. E quando não der, é bom engolir o orgulho que você tem e voltar para casa. Não vou poder mudar o que você acha sobre ele, então vai ter que aprender por si só. – Suspira e logo me abraça, fico em choque sem saber o que falar ou fazer. – Eu te amo, espero mesmo que você seja feliz, mas se não der certo. Você sabe que sua casa continuará sendo aqui.

Assim que ela me solta, eu saio da casa sem dizer nada, eu sabia que se eu falasse algo, eu não iria conseguir. Minha mãe sempre foi de me apoiar, não sei porque diabos ela não quis apoiar o meu namoro. Mesmo ela mal o conhecendo nunca gostou dele e eu sei que ela está errada nisso. Afinal, como alguém mal e ilusório pode me fazer tanto bem? Alguém que diz que me ama e prova, com certeza, deve me amar mesmo.

—~*~_~*~_~*~_

— Mãe? – Chamo a assim que o filme acaba.

— Que foi minha filha? – Pergunta ela com um sorriso.

— Como você tinha certeza que ele não prestava? Eu sei que já faz um ano, mas eu nunca pude perguntar. – Confesso e ela ri.

— Sei que sou sua mãe, mas antes de ter sido mãe, eu também já fui adolescente e também já me iludi por alguém desse tipo. – Me responde e eu concordo com a cabeça.

— E como descobriu que ele era mentiroso e enganador? – Pergunto e ela ri.

— Fugi que nem você. Tinha certeza que minha mãe, sua avó, não permitiria que eu namorasse. – Diz rindo. – Um dia, segui ele e acabei pegando o no flagra com outra. Voltei para casa e fui recebida pela minha mãe de braços abertos. Claro que ela me deu um sermão, falando que eu podia ter contado que estava namorando, mas que ficou feliz que eu resolvi voltar mesmo depois da burrada que eu havia feito.

— Entendo. – Dou risada e ela me dá um sorriso.

— Sabia que não iria adiantar te prender ou proibir, então deixei que fosse. Pois quando você descobrisse por si só, você voltaria. Eu te disse uma vez, sou sua mãe, sei quando você está pronta para qualquer coisa. – A abraço forte.

— Eu te amo.

—~*~_~*~_~*~_

— Ela está acordando. – Diz em tom alto, alguém.

Meus olhos aos poucos foram se abrindo, mas a claridade era tanta que eu demorei para me acostumar e focar no ser em minha frente. Lentamente, lembranças surgiam em minha mente, me fazendo ficar ainda mais tonta.

— Devagar, é muita coisa para digerir ainda. – Fala uma voz masculina e eu sinto um toque em minhas costas me ajudando a me sentar. Aos poucos, minha visão se acostumava com a claridade, mas ainda estava muito borrado para que eu consiga distinguir rostos.

— Está tudo borrado. – Confesso para qualquer que seja a pessoa que poderia ouvir.

— Com o tempo você vai se acostumar, é só algo passageiro. – Diz o homem.

— Você meio que fez uma viagem espiritual. – Dá uma risada nervosa, uma voz feminina.

— Mas está tudo bem agora. Cuidamos bem do seu ferimento, você só vai precisar descansar. – O homem explica.

— Que ferimento? – Pergunto incerta e ainda mais confusa.

— Você não lembra? – A mulher pergunta.

— Espera, acho que sim. – Digo assim que imagens vieram em minha mente.

— Do que você lembra, exatamente? – Pergunta o homem.

­– Um acidente... Um carro... Um carro me bateu!!! – Exclamo após as imagens se encaixarem.

— An?! O que?! Como assim?! – Indaga a mulher que aparentemente estava confusa. Achei que eu fosse a única confusa.

— Sim, eu estava andando de bicicleta para ir até minha escola quando um carro me atropelou, após isso não lembro de mais nada. – Digo com firmeza.

— Não lembra de mais nada? Depois disso? – Pergunta o homem, o que me faz estranhar.

— Claro que não. Eu não estive apagada por causa disso? – Pergunto a eles. Minha visão focava aos poucos, mas ainda não conseguia ver direito o rosto das duas pessoas a minha frente.

— Não, não foi por causa disso. – Ele diz sério. Não entendo. Será que eles estão mentindo para mim? Ou eu esqueci? Não pode ser, eu lembro disso. É o que eu lembro!

— Cebola. – Chama uma terceira voz, feminina, que pelo que eu percebo entra no cômodo agora. Cebola? Que nome engraçado.

— Mônica?! – Me chama uma voz masculina, aparentemente desesperado após entrar no cômodo.

Esse homem me abraça com necessidade e como se me conhecesse mais que tudo. Minha visão começa a focar e eu consigo enxergar o quarto em que eu me encontrava e o rosto de todos os quatro ali, parados, me olhando. Mas...

— Quem são vocês?

Notas finais
O que será que vai acontecer? E qual será a reação do coitado do Cebola??? Isso tudo no próximo capítulo. heueheu modo novela ou série. Enfim, comentem o que acharam, e se estão gostando da fic, estou me esforçando para fazer com que a fic continue com um ritmo que eu tinha antigamente. Digamos que quanto mais anos passam mais você muda, e sua escrita também, mas espero que a minha não tenha mudado para pior. Pois não quero decepcioná-los e também não quero perder o foco da fic fazendo ela ficar monótona, por isso estou acrescentando coisas como essa perda de memória, só para que fique mais interessante e que quando essa fic chegar no final, não seja tão repentino e que faça vocês pensarem, nossa não teve nada demais. Então por isso, estou me esforçando para que a fic continue interessante e que quando ela termine, seja um final bom, não diria 100% feliz, pois lembrando, é num Apocalipse Zumbi, então muitas coisas ruins ainda podem acontecer. Beijoooos Amores! E Até O Próximo Capítulo! Que eu não faço ideia de quando sairá kkk Mas... Até lá!!! :3