Zumbis
2 Capitulo 1 Sobreviventes
Notas iniciais
Havia se passado vários dias, já havia matado vários zumbis, e tive que fugir de duas hordas de zumbis, uma com no mínimo 50 zumbis, mas a outra foi maior devia ter uns 200 zumbis, a cada dia mais zumbis aparecem, sobreviver nas ruas era inútil, principalmente se você esta sozinha. Não havia encontrado nenhuma pessoa, será que alguém sobreviveu? Ou eu sou a única? Bem se eu for a única vai ser difícil sobreviver, e falando em sobreviver a gasolina logo vai acabar, pelo menos passei por uma placa que anunciava um posto.
Dirigi cerca de 100kilometros e logo avistei o posto, então estacionei e desci do carro, e comecei a colocar a gasolina no carro. Quando eu estava prestes a ir até a porta do motorista escutei um barulho vindo da lojinha que havia no posto e vozes, caminhei até aonde havia o barulho e logo vi três homens com pistolas, vocês devem achar que eu sou burra por ir até aonde havia três desconhecidos, mas fazia dias que não via pessoas. Um dos homens me viu e depois cutucou os outros.
_Ora, ora, uma sobrevivente, esta sozinha? – Perguntou o cara loiro com um sorrisinho.
_Sim, e vocês são só em três ou tem mais pessoas? – Perguntei, eu sei, não devia falar que estava sozinha, mas era a verdade e eles iriam ver que era só eu.
_Nos temos um grupo de pessoas que encontramos. – Disse o de cabelos ruivo dando uma olhada para os dois e depois olhando para mim. – Se quiser pode vir com nós até onde eles estão.
_E onde fica esse lugar? – Perguntei interessada.
_É num galpão. – Respondeu o moreno.
_Eu não sei, faz tanto tempo que estive na estrada e de noite dormindo em casas, não sei se me acostumaria com um galpão. – Falei indecisa.
_Você que sabe, mas lá tem pessoas, tem camas, colchões, comida, e é seguro. – Falou o ruivo.
_Mas se eu não gostar, eu posso sair quando eu quiser? – Perguntei quase pronta pra aceitar, um lugar segura era tudo que eu precisava, esta tão cansada de pegar a estrada.
_É claro, quando quiser. – Falou o loiro olhando pro ruivo.
_Esta bem, vocês mostram o caminho que eu os sigo. – Falei, e depois fui até meu carro entrando em seguida.
Logo o carro deles passou por mim e eu comecei as segui-los. O Galpão ficava dentro da cidade, quando chegamos lá eles estacionaram e eu fiz o mesmo. Peguei minha mochila que agora só havia uma lata de enlatado, duas garrafinhas de água, e só duas peças de roupa, peguei a faca e escondi, eu não sei mais havia algo neles estranho, mas eles pareciam tão normais ao mesmo tempo. Sai do carro e fui até eles.
_É aqui, espero que goste. – Falou o loiro com um sorriso.
Os dois entraram e depois eu entrei, mesmo com a pouca iluminação, percebi que o galpão estava vazio exceto pelas armas e comidas que tinha.
_Cadê as pessoas? – Perguntei já pegando minha faca.
_Eu ainda não acredito que você caiu nisso. – Falou o cara loiro com um sorriso malicioso e dando uma risada.
Virei para trás e vi o moreno tentando fechar a porta, o empurrei e sai correndo, um deles atirou e acertou meu braço de raspão, virei uma esquina e logo parei vendo um monte de zumbis, eles estavam vindo na minha direção um pouco mais rápido que antes, talvez tenha sido o barulho ou o sangue escorrendo do meu braço que fez eles ficarem assim, tive que voltar da onde estava indo, pois era o único lugar que dava pra correr. Logo senti o cara me segurando, ele era forte e eu não consegui me desprender.
_Pensou que iria fugir docinho. – Falou o loiro que me segurava, enxerguei através do ombro dele os zumbis andando ate aqui.
_Ricardo. – Chamou o ruivo vendo os zumbis.
_Cala a boca. – Ele gritou olhando para o ruivo, aproveitei sua distração e finquei minha faca em sua barriga, o fazendo me soltar e gemer de dor. – Vadia. – Gritou e logo em seguido um zumbi o mordeu, e ele gritou, depois mais devem ter o mordido, mas não fiquei ali vendo, só prestei a atenção em correr para eu não virar comida de zumbis.
Virei outra esquina e por sorte não tinha zumbis, mas o cara ruivo parou na minha frente, e logo senti alguém me segurando por trás, tentei olhar e percebi que era o moreno.
_Você fez o nosso amigo morrer, então agora é a tua vez de pagar. – O ruivo estava com uma das pistolas mirando em minha perna.
Eu já sabia o que ele pretendia fazer, ele iria atirar nas minhas pernas o que me impediria de andar, para que os zumbis me comessem, ótimo esse seria meu fim, fechei os olhos esperando o tiro, mas não ouvi. Abri os olhos e vi o ruivo caído morto no chão com uma flecha na cabeça.
O que estava me segurando logo me soltou me empurrando e pegando a pistola para tentar atirar num cara com cabelos pretos, olhos azuis, pele bronzeada, e um corpo definido, ele estava segurando uma crossbows, então ele havia matado aquele cara? Escutei um disparo e olho pro moreno que havia me segurado, pensando que ele tinha atirado mais ele estava morto com um tiro na cabeça.
Voltei minha atenção para o cara que me salvou e do lado dele havia outro cara, ele tinha cabelos pretos enrolado, olhos castanhos, pele também bronzeada, e seu corpo era um pouco menos definido, ele estava segurando uma pistola, então ele deveria ter matado o segundo. Eles se aproximaram de mim o que me fez recuar um pouco, estava assustada, e meu braço doía muito, mesmo que tenha pegado um tiro só de raspão.
_Esta tudo bem, não vamos te machucar. – Falou o cara da pistola, o outro só me encarava serio, me senti uma criança pelo jeito que ele falou, mas nem me importei. – Você esta machucada? Mordida?
_O braço levou um tiro de raspão e ta doendo, mas mordida nenhuma. – Respondi.
_Você precisa de um médico isso pode inflamar, nós temos um lugar a salvo, com algumas pessoas.
_Eu... Eu não sei... – Falei com medo, e se eles forem que nem os três? Mas e se eles forem pessoas boas?
_Olha garota, nós somos pessoas normais tentando sobreviver a esse inferno, você vai desmaiar logo então é melhor você vir, ou seus amiguinhos zumbis vão te comer logo, logo. – Falou ainda serio o cara da crossbows, e eu olhei para trás e bem longe percebi que alguns zumbis começavam a aparecer dobrando uma esquina.
_Esta bem. – Falei em um tom ríspido, o cara da pistola começou a andar ao meu lado, enquanto o outro andava na frente.
_Liga não, ele é assim. – Falou, eu escutei como se fosse um sussurro, tudo começou a rodar, então eu parei de andar. – Esta tudo bem?
_Esta tudo girando. – Sussurrei e logo tudo sumiu.
P.O.V Cebola
Droga Cebola. Primeiro você vê a garota em apuros e ajuda ela, uma coisa que eu nunca iria fazer com nenhuma garota, depois olho pra ela, e percebo que estava assustada me deu uma vontade de torturar e matar o ultimo que sobrou, mas o Cascão atirou nele e ele caiu morto no chão. Eu queria saber tudo sobre ela, mas ao mesmo tempo queria a manter longe de mim, mas quando escutei o Cascão atrás de mim perguntar se ela estava bem, eu vi que ela sussurrou algo e quando ia cair no chão a peguei no colo, Cascão ficou confuso com minha rapidez, mas não disse nada.
A levei até a caminhonete que eu e Cascão viemos para cá, a caminhonete era uma Ranger quatro portas prata. A coloquei atrás e logo fui até o banco do motorista e o Cascão no do passageiro, nossa missão era pegar suprimentos e remédios, e a missão foi um sucesso.
_E então o que achou dela? – Perguntou Cascão com um sorriso malicioso.
_Uma garota normal, só isso. – Falei irritado.
_Sei. – Ele falou e logo escutei um gemido de dor vindo dela. – É melhor acelerar logo, quanto antes chegarmos ao hotel, mas rápido ela melhora. – Ele disse e eu acelerei, nós morávamos num hotel que havia numa estradinha no meio do mato, o hotel era rodeado de uma parede de tijolos forte e grande.
Quando cheguei ao hotel logo abriram o portão e quando o carro entrou fecharam. Sai de dentro do carro e peguei a garota no colo a levando para dentro do hotel, o hotel não era enorme mais dava pro gasto, ele tinha dois andares e os quartos não eram tudo aquilo, mas é melhor que dormir num carro.
_Cadê o Daniel? – Perguntei a Magali, Daniel era um médico velho, já havia se aposentado, mas teve que voltar a ativa quando o apocalipse começou.
_Ele esta na cozinha. – Magali disse olhando para a garota, mas antes de ela perguntar quem é ela eu já havia entrado na sala aonde havia aonde todos comiam e logo entrei na cozinha, ele estava tomando algo, e quando me viu segurando a garota logo largou o copo e veio até mim.
_O que aconteceu?
_Ela desmaiou, um tiro passou de raspão no seu braço.
_Coloque ela deitada num quarto que eu vou pegar minhas coisas. – Ele falou e saiu.
A levei até o quarto que era do lado do meu no andar de baixo, eu não sei porque a coloquei ali, não deixei que ninguém ficasse no quarto do lado do meu, pois queria ficar sozinho, ele era o ultimo quarto do corredor esquerdo, tinha o direito mais aquele ninguém ocupou, só ocuparam alguns do esquerdo e alguns também do andar de cima, pois não era muitas pessoas. Depois que a deitei na cama, o Daniel entrou com suas coisas, fiquei escorado do lado da porta do quarto, enquanto esperava o Daniel cuidar da garota, que eu não sabia por que me fazia sentir uma vontade louca de protegê-la.
_Então qual o nome dela? – Perguntou Magali entrando, Magali era a namorada do Cascão, nunca participava das missões, pois ser um frágil e doce, mas ela era uma ótima cozinheira, pelo menos para isso ela serve, não que ela seja chata, mas não consigo me ver gostando duma garota que seja tão frágil e doce, na verdade não consigo me ver gostando de ninguém, não gosto de me amarrar, mesmo que estejamos no fim das nossas vidas, eu não me amarraria a ninguém. – Oi, ta ai? – Ela perguntou abanando na minha frente.
_To, e eu não sei qual é o nome dela. – Falei ríspido.
_Hm, mas bem que gostaria de saber. – Ela disse com um sorrisinho e depois chegou perto da cama.
_Nem venha ensinar coisas que nunca serão reais. – Falei e logo sai dali indo até a cozinha e pegando uma água, e depois indo me sentar na cadeira logo tomando minha água.
_~*~_~*~_~*~_
Acordei em uma cama, não sabia o que tinha acontecido e aonde estava, a única coisa que me lembro é que estava com dois caras e logo depois tudo se escureceu. Olhei para meu braço aonde a bala tinha pegado de raspão e vi que estava enfaixada, minha cabeça doía um pouco, abri a primeira porta que vi, e vi que era a do banheiro, então aproveitei e lavei minha cara, depois a sequei com a toalha que estava pendurada.
Sai pela outra porta, que dava para um corredor, comecei a andar até chegar ao final e virei, vi que tinha outro corredor do mesmo tamanho que esse, e uma espécie de salinha, com alguns sofás e uma recepção, devia estar num hotel, caminhei até estar cara a cara com uma porta de vidro e a abri, vi que era uma sala cheio de cadeiras e mesas, e mais pra frente a cozinha que estava com a porta aberta, entrei e vi algumas pessoas, o cara da pistola, e o da crossbows, todos estavam sentados, menos o cara da crossbows que estava escorado na parede afastado de todos.
_Aleluia a bela adormecida acordou, vem sentes-se aqui, você não deve estar cem por cento ainda. – Disse à garota que estava do lado do cara da pistola, apontando para a cadeira de frente pra todos, a garota tinha cabelos compridos pretos, olhos cor de mel, pele branca e era magra. – Ninguém morde pode ter certeza. – Ela disse com um sorriso simpático, e eu me sentei na cadeira.
_Onde eu estou? – Perguntei.
_Num hotel, aqui é seguro por causa das paredes que cercam o lugar, então você esta segura. – Disse o cara da pistola.
_Você deve ter sofrido muito, Cascão falou que dois caras queriam te matar, mas que eles os mataram antes e depois você desmaiou, mas então você conhecia os dois caras? – Ela perguntou, pelo que percebi Cascão era o cara da pistola.
_Na verdade eram três, eu... – Comecei a contar tudo que aconteceu desde que sai do meu apartamento até o desmaio.
_Nossa, bem pode ter certeza que aqui você esta segura, é um de nós agora. – Ela disse com um sorriso simpático e eu deu um sorriso tímido. – Bem, eu sou Magali, esse é o meu namorado Cascão. – Ela disse apontando pro cara da pistola. – Aquela é a Carmen. – Apontou para uma loira com cabelos enrolados, pele branca, olhos azuis, e magra. – Aquela é a Denise. – Apontou para uma ruiva, com olhos castanhos, pele não muito branca, e magra. – O Xaveco. – Apontou para um cara loiro de cabelos enrolados, magro, olhos pretos, e branco. – A Aninha. – Apontou para a garota com franja cabelo comprido e castanho, olhos cor de mel, não tão branca, e magra. – O namorado dela Titi. – Apontou para um cara forte e alto, com cabelos pretos, olhos castanhos escuro, e pele bronzeada. – O Jeremias. – Apontou para um cara moreno, com cabelo castanho escuro enrolado, olhos castanhos escuro, e corpo um pouco definido. – Aquela é a Irene. – Apontou para uma loira de cabelos curtos loiros, olhos verdes, pele branca e magra, ela não parava de olhar para o cara da crossbows o que me deu um pouco de raiva, mas ele me olhava serio, sem nem perceber o quando ela o encarava. – Aquele é o Daniel, foi ele que tratou seu braço. – Ela apontou para o cara mais velho, ele era meio baixo e um pouco gordo, seu olho era castanho. – Bem e aquele é o Cebola. – Ela apontou para o cara que me salvou.
_Prazer, meu nome é Mônica, tenho 18 anos e vocês? – Perguntei olhando de canto para Cebola.
_Bem, eu tenho 18 anos, o Cascão e todos os outros meninos menos o Cebola e o Daniel tem 19, as meninas tem 18 anos, menos a Irene que tem 19 anos, já o Cebola tem 21 anos e o Daniel 50 anos. – Falou Magali.
_Hm, legal, ah e obrigada Daniel.
_Não precisa agradecer. – Ele falou com sorriso.
_Ah e também obrigada Cascão e Cebola, acho que se não fosse vocês eu viraria comida de zumbis.
_De nada, mas agradeça o Cebola, ele que te carregou até aqui. – Falou Cascão.
_Não precisa agradecer, só não queria que os zumbis tivessem indigestão. – Ele falou e Irene riu.
_Nossa, os zumbis deviam te agradecer, vou jogar você pra eles te dizerem um obrigado. – Ironizei.
_Tente, você não irá conseguir. – Ele falou andando até mim.
_Não to afim de me infectar. – Falei com um sorriso debochado.
_Sei que você ta doída para se tocar em mim. – Ele sussurrou e logo saiu, o que me fez corar e sentir um ódio.
_Ele é sempre assim? – Perguntei.
_Nem sempre, tem dias que ele ta com mais bom humor. – Falou Cascão rindo.
_Bem, eu vou ir cozinhar se quiser pode vir comigo para nós conversarmos um pouquinho. – Disse ela para mim e eu assenti a seguindo até a cozinha.
_O Cebola é sempre convencido? – Perguntei para ela.
_Como assim? – Ela perguntou me olhando confusa. – O que ele te disse? – Ela perguntou malicioso.
_Antes dele sair, ele sussurrou para mim, falando eu to doida para tocar nele, vê se pode. – Falei e ela riu.
_Ele deve estar em estado de defesa por você ter rebatido ele. – Ela falou ainda rindo.
_Simplesmente louco, sem noção e um grosseiro.
_Cuidado que você se apaixona.
_Eu? Me apaixonar por um idiota feito ele? Nunca.
_Nunca diga nunca.
_Mas então, ele ta de rolo com a Irene? – Perguntei me lembrando que ela não parava de olhar para ele.
_Por quê? Esta com ciúmes? – Rebateu curiosa.
_Claro que não, só fiquei curiosa, ela não parava de olhar para ele.
_Pode ficar tranquila, ele nem olha para ela, digamos que ela não faz o tipo dele.
_Por que ela não faz o tipo dele? – Perguntei mais curiosa ainda.
_Digamos que ele não gosta das garotas que quando ele manda cala a boca ou fazer algo elas obedecem, acho que você é o tipo dele, depois que vi você falar daquele jeito, com certeza ele vai querer te testar, para ver se você não é igual as garotas que obedecem ele, e depois se você passar no teste ele vai querer te conquistar.
_Ele pode até fazer esse teste e eu passar, mas nunca vou cair na dele.
_Sei. – Ela ironizou e riu.
_~*~_~*~_~*~_
Depois de todos comerem a comida da Magali, que esta muito boa, todos foram para seus quartos para dormirem. Estava andando pelo corredor até meu quarto, e quando estava prestes a entrar escutei vozes vindas do ultimo quarto que era do lado do meu, me aproximei e a porta estava encostada, percebi que as vozes eram de Cebola e Irene.
_Ah, Cebola, você sabe que quer, eu sei que você quer, então por que complicar gato? – Falou Irene tentando ser sexy, o que me fez ter uma vontade de rir, mas segurei.
_Se liga Irene, para de se iludir, a gente se divertiu uma vez, e isso nunca mais vai acontecer, pois eu não sou cara de me amarrar a uma garota, principalmente uma garota como você. – Cebola falou ríspido, o que me fez quase cair na gargalhada.
Eu não tinha escutado ela caminhar até a porta, então digamos que assim que ela abriu, eu fui descoberta, mas ela nem olhou para mim, só passou por mim bufando e depois entrando no seu quarto.
_Espionando? – Ele perguntou serio, mas percebi que ele queria dar risada.
_Não, só queria ver se ninguém ia se matar. – Falei ironizando e quando percebi que ele estava sem camisa olhei para baixo.
_Sei, então não quer entrar? Não é muito bom ficar parada na porta. – Ele falou se aproximando.
_Não, eu não quero entrar, eu já estou indo para o meu quarto para dormir, pois estou com sono. – Falei me virando para ir para o meu quarto, mas ele me puxa me prendendo na parede.
_Tem certeza? – Ele perguntou com a voz rouca. – Você não me parece cansada. – Ele sussurrou.
_Posso não parecer, mas estou então da para me liberar? – Perguntei já irritada.
_Esta bem, irritadinha. – Ele falou e me soltando, entrei no meu quarto e quando eu estava fechando a porta ele falou: — Só não gema alto pensando em mim, se não eu vou ficar louco.
Minha vontade era de ir ao quarto dele e o estrangular, mas não fiz, pois ele só falou isso para que eu fosse até o quarto dele, e eu não vou fazer isso. Deitei na minha cama que a partir de agora seria minha, e logo dormi.
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