Notas iniciais
As vezes precisamos passar dos limites!
Durante essa madrugada eu tive um sonho, aliás, um pesadelo que eu estava caindo de um abismo que parecia ser infinito até senti o vento que vinha em meu rosto eu estava preste a chegar ao chão minha respiração estava ofegante eu senti uma sensação difícil de explicar estava chegando ao fim o que aconteceria comigo? havia sido a única coisa que eu pensei, antes de cair no final do abismo eu acordo não acordei gritando ou algo do tipo eu só estava um pouco desesperada talvez com medo, quando me deparo com a janela aberta eu tenho costume de fazer isso, pois moro no 8º andar não acredito que tenha algum perigo se fosse no primeiro andar claro que teria fechado a janela pois aqui no Brasil nunca se sabe,Vejo minha cachorra dormindo na cama tranquilamente e sigo até a janela e sinto o vento batendo em minha face.Quando toca a campainha eu realmente não sei o que pensar não sei se devo atender pois já era muito tarde talvez umas três horas da manha, quem seria o doido que estaria três horas da manha batendo na porta do meu apartamento? Vou e olho no olho mágico e vejo que é minha amiga da faculdade Nathalie e minha melhor amiga Alice eu abro a porta correndo e pergunto: — O que aconteceu? Olho nós olhos da Alice e vejo que ela estava a chorar então ela me responde: — Eu briguei com meus pais por que cheguei muito tarde em casa, e eles não aceitaram isso eu estava numa festa, A Nath tentou me defender e eles falaram que se não estava bom para que a gente fosse embora que essas eram as regras deles, Mas Mari eu já tenho 22 anos eu acho que posso sair sozinha! Eu respondo: — É Ali é complicado, mas vão dormir um pouco,eu nem quero mais dormir podem dormir na minha cama, as duas foram correndo e eu fiquei na frente da televisão peguei meu celular olho para ele estava sem sinal então ligo a televisão para assistir só ouço a palavra ZOMBIES e então fica totalmente chiado e logo depois fala algo sobre mordidas, caramba será que isso ta acontecendo mesmo? Será que devo acordar as meninas? Fico um tempo olhando para a televisão que fica somente no chiado então eu abaixo o volume, pois aquele barulho estava a me incomodar,fico uns cinco minutos talvez mais tempo olhando pro nada quando resolvo mandar uma mensagem pro meu namorado o João Victor e então lembro que está sem sinal então ouço batidas na porta não eram batidas normais era murros como se tivessem alguém se jogando porta talvez alguém desesperado eu abri a porta e me deparo com meu namorado com o braço todo ensanguentado com o cachorro dele o rex!Eu fecho a porta com um grito me encosto atrás da porta e a tranco, quando vejo estou ao chão chorando em prantos eu não consigo aceitar me vejo desesperada vejo a Nath e a Alice na minha frente sem entender nada. Eu estou tonta tudo estava girando eu vou até a janela do meu quarto que ainda se encontra aberta estou prestes a subir na janela e me jogar lá de cima a respiração acelerada novamente quando ouço o barulho da porta e instantaneamente grito: — Não Nath não faça isso!! Tarde demais vejo o João entrando e gritando fecha a porta fecha e a Nath trancou e eu sem entender nada ele simplesmente me abraçou me sinto protegida, segura tudo menos com medo. Sabe, uma coisa pode mudar sua vida. Num piscar de olhos alguma coisa acontece do nada, quando você menos espera e te coloca num caminho que você nunca planejou e um futuro que você nunca imaginou. Para onde ele vai te levar? É a jornada das nossas vidas, nossa busca pela luz. Mas, às vezes, para encontrar a luz você tem que passar pela mais profunda escuridão. Pelo menos, Era o que estava acontecendo comigo.
O João Victor mandou pegar algumas coisas que tínhamos que sair daqui, até aquele momento eu tinha esquecido a mordida e fiquei comigo mesma pensando será que Zombies tinham sentimentos? Será que ele iria se transformar ainda? Quando eu perguntei a ele:
— Vida, o que aconteceu com seu braço? Ele olhou ao braço e disse que tinha sido o Rex, pois quando apareceram os “Zombies” o Rex ficou apavorado não sabia o que estava acontecendo e o mordeu eu lhe pedi desculpas por telo trancado para fora com tantos Zombies como ele disse que estava e ele disse: — O amor supera altos níveis de burrice.Não estava me sentindo bem, fui ao meu quarto peguei uma mochila e comecei a arruma-la mais não sabia o que por lá não sabia quanto tempo ficaria longe de casa, ou se um dia iria voltar para a minha casa.Peguei uma muda de roupa e fui a cozinha e peguei muita comida ao meu lado vejo João Victor pegando facas na gaveta, me senti arrepiada e o João percebeu me abraçou e falou: —Calma, no final tudo vai dar certo!Eu só queria pegar meu celular e saber onde estava meu pai minha mãe e minha irmã,mas não dava nenhum celular mais tinha sinal. Escuto um barulho na porta interrompendo meus pensamentos o João Victor me dá a mão e diz:— vem precisamos sair daqui, a Nathalie e a Alice estavam bem atrás de nós. Saímos pela outra porta um tipo de saída de emergência, estava escuro era uma madrugada muito fria fomos descendo pela escada em absoluto silêncio apenas seguindo a luz do meu celular que iluminava o caminho, quando dou de cara com meu vizinho chato que escutava musica até as 3 da manhã todos os domingos,me assusto mas o João Victor fala calmamente :— deixe nos passar ele respondeu grosso : — primeiro me passem as armas e apontou uma pistola para minha cabeça,eu fiquei irritada e gritei:— a gente não tem porra de arma nenhuma! ele me olhou com os olhos como se não fosse nada me matar e respondeu: —Seja educada com um homem armado. É uma questão de bom senso.Meu namorado me olhava com cara de de decepção, eu olhei para baixo por alguns segundos depois voltei a encarar o homem com a arma em minha cabeça e dei um sorriso irônico e falei: —Pois é , voltei a encaram o chão e ficamos em silêncio por alguns segundos e então eu falei: —E então? vamos ficar parados aqui? Agora todos me olhavam como se me mandassem ficar quieta, quando meu celular começou a apitar pois estava acabando a bateria e a lanterna ainda estava acesa,todos prestaram atenção no meu celular e o homem continuava com a arma em minha cabeça,quando ouvi um ruido não conseguia saber de onde vinha e oque era, quando vejo uma pessoa pula nas pernas do homem e começa a morde-lo e eu rapidamente me abaixo e o homem começa a atirar sem nem saber para onde quando o João coloca uma faca na cabeça no que eu acho que é um zumbi, não sei eu nunca vi um cara a cara então não tenho certeza mas logo depois o João pegou outra faca e colocou na cabeça do meu vizinho eu gritei não sabia se chorava oque fazia, eu sei que o meu vizinho estava a pouco segundos com uma arma em minha cabeça mais ele era meu vizinho, eu não conseguia chorar,eu não conseguia me movimentar quando o João pegou a arma que o homem estava e me puxou para baixo, agora meu celular estava sem bateria, estávamos andando na escuridão não enxergava nem um metro a minha frente, só me sentia sendo puxada pelo João.Não sabia onde estava, por alguns instantes me senti perdida até que vi o João abrir uma porta e o sol já estava nascendo, identifiquei o lugar era a portaria do meu prédio. Naquele momento que me lembrei da minha cachorra a Akira olhei para os lados e vi-a tranquila nos braços da Alice, e a Nath segurava o Rex. Fomos até o carro do João ficamos alguns segundos em silêncio e eu perguntei: — Para onde vamos? Ninguém respondeu então falei para o João: — Eu acredito que a Nath e a Alice vão querer ver como esta a família delas e logo depois eu iria ver a minha! Fomos em direção a casa delas que era em um bairro nobre, quando chegamos foram elas duas enquanto eu e o João esperávamos no carro quando eu sai ,e fui andando em direção ao meio fio, me sentei nele e fiquei ali por alguns minutos até que o João se sentou do meu lado, e eu perguntei: —O que a gente vai fazer?
João: —Não sei mas vamos ficar juntos,não se preocupe! E então me deu um beijo, que simplesmente me acalmou.
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