Zero:a Lenda do Anjo e das Espadas
11 Capítulo 11 A historia da guerra e a festa.
Notas iniciais
senas meio picantes mas não chega a ser hentai
Todos estavam envolta da fogueira, estavam agindo como se nada tivesse acontecido, na verdade todos estavam se distraindo, já havia passado 3 dias desde o ataque de duel.Todos estavam contando casos, menos zero que estava deitado dentro da cabana.
-“Amy você é muito escandalosa!” elesis estava com uma veia na testa quase estourando.
-“Quer ver o que é escândalo fofinha?” Amy ficava encarando elesis.
-“Parem vocês duas!”Jin ficava entre as duas separando-as.
-“São duas crianças... se eu pudesse eu ira..”falava grandark no colo de mari.
-“Matar as duas...já sabemos disso queridinha...ou é queridinho?” Rey encarava a espada coçando a cabeça.
Todos estavam rindo ao ver elesis e Amy espaçando o pobre jin que queria separar a briga, mas logo arme chamou a atenção.
-“Mari, você poderia nos contar mais sobre a guerra de calnat?” Arme estava assando marshmallows.
-“Por que não...não temos nada pra fazer mesmo...” mari agora colocava grandark no chão.
Todos se juntavam na roda prestando atenção em mari.
-“A muito tempo atrás calnat era uma terra prospera e pacifica, nos desenvolvemos tecnologia suficiente para nos auto-sustentarmos e tínhamos o apoio dos deuses. Foi então que recebemos a pedra das almas. Depois disso só veio desgraça ao nosso reino...” todos olhavam as labaredas da fogueira podendo ate ver as imagens da guerra.
-“Os portais da dimensão sombria estavam se abrindo, uma invasão em massa estava acontecendo.
E então começou a guerra mais sangrenta do povo calnatiano.
Os deuses mandaram seu avatar para guerra junto de outro guerreiro.
O avatar era sieghart que empunhava a Soluna, a espada dos deuses.
O outro guerreiro era desconhecido mas ele carregava uma katana e a Crescente, uma das espadas gêmeas.
Mas do lado dos asmodianos que queriam nossa destruição estavam Edna, a guerreira mais poderosa deles junto de Duel, o espadachim da eclipse, a Espada forjada do ódio e medo de seus criadores, a outra espada gêmea.
Mas estava na batalha um homem, um asmodiano meio calnatiano que carregava a mais poderosas das espadas lendárias, a Lunar.
Ele parecia estar contra nos ate que ele se revelou nosso aliado traindo assim seu irmão de espada duel e sua companheira Edna.
Sempre que ele podia nos ajudava junto com os asmodianos revoltosos contra essa guerra sem sentido.
Haseo ficou conhecido como Anjo negro ou anjo mal, pois sua técnica mis poderosa era conhecida como asas negras, ninguém conseguai sobreviver aquele golpe.
A guerra estava ao nosso favor, tínhamos a vitoria na mão mas a guerra foi nos mostrando que estávamos errados. Muitos tecnomagos e duelistas estavam exaustos, a guerra estava se alastrando por anos.
Foi então que os polares entraram para tentar reverter a situação.
Os anos foram passando. Haseo se mostrou uma pessoa bondosa e que não estava na guerra por gloria, ou pela matança, ele queria era acabar com aquela guerra sem sentido.” Mari continua a contar a historia, todos prestavam atenção.
-“Haseo ficou conhecido também como musico pois sempre que podia tocava algumas melodias para distrair os companheiros nos momentos de descanso.Mas guerra chegou a um momento critico, Edna foi morta numa emboscada e haseo culpou duel pela morte da companheira, foi então que começou a briga entre os dois. Duel descobriu a traição do anjo negro, e então eles travaram uma batalha. Uma batalha que durou dez dias e dez noites. O desfecho foi que haseo morreu e então calnat ruiu, o avatar foi derrotado junto do espadachim da crescente. A crescente foi roubada e calnat destruída, mas eu sobrevivi carregando comigo a missão de ativar os poderes da pedra das almas e me unir ao seu poder para me tornar a arma definitiva de calnat para então poder recomeçar o reino.”Mari então suspirava e olhava para o ceu.
-“Realmente uma triste historia...”Arme e todos acompanhavam o olhar de mari.
-“Por isso que duel deve pagar com a vida e a destruição da eclipse...” Zero saia da barraca usando a calça e a viseira.
-“Já acordou queridinho? Você dorme mais que a bela adormecida sabia?” Rey olhava e sorria com deboche de zero.
-“É o andarilho já ta de pé então já podemos voltar com o nosso caminho.”dio já levantava.
-“Por que se afobar, que tal fazermos uma pequena comemoração?” Amy já gritava como sempre.
-“Pra que criatura rosa?” elesis olhava torto para Amy.
-“Para distrair, para sairmos desse clima meio depre!” Amy gritava levantando.
-“Eu acho uma boa idéia.” Lire levantava também.
-“è precisamos nos distrair mesmo ruivinha do meu coração.” Levantava sieghart e todos os outros começando a procurar comida e vinho para beberem.
A festa tava quase pronta só faltava musica, ate que uma melodia alegre começava a tomar o lugar, todos olhavam para onde vinha a melodia e viam zero tocando uma lira.
-“desde quando você toca?” dio o pergunta intrigado.
-“Você...achou mesmo que eu só treinava luta?” Zero sorria fraco continuando a tocar.
Amy logo pegava o violino e começava a acompanhá-lo assim começando a festa. Todos bebiam vinho. Dio, sieghart e elesis apostavam pra ver quem bebia mais, e todos já estavam mais que bêbados, estavam tribebados, palavra que grandark havia criado.
A festa tava animada e zero já havia parado de tocar, entoa ele olha para o lado e via Rey no meio da mata o chamando com um gesto com o dedo de forma “Provocante”.
Zero saia de fininho e se embrenhava na mata atrás de Rey.
-“Rey?”zero procurava pela asmodiano passando perto de um lago com uma caverna. Então ele era puxado para trás de uma arvore surpreendido por um beijo da asmodiana.
-“Você em deixou preocupada sabia zerinho?” Rey ria alisando o rosto de zero.
-“M...M..mesmo?” zero corou com o apelidinho carinhoso.
-“eu to com cara de quem ta brincando?” Rey ficava seria e dava um soco no ombro de zero.
Zero gemeu de dor, seu corpo ainda doía um pouco. -“Não...”
-“Desculpe zero...foi instintivo!” Rey encarava zero.
-“Te desculpo sim...com...uma condição...”zero se atrapalhava com as palavras.
-“Ae e qual é?” Rey olhava para zero de forma desafiadora.
-“Assim!” zero beijava Rey de forma intensa, parecia sedento por aqueles lábios dela. Os dois ficaram um bom tempo se beijando, matando a sede deles um pelo outro, mas o r começou a faltar para ambos que se separaram.
-“Me siga”Rey virava de costas e passava o dedo indicado no queixo do peregrino e o puxava levemente para dentro da caverna. Eles entravam então Rey virava para ele e sorria de forma maliciosa. Zero então segurava as mãos de Rey colocando as mãos dela acima da cabeça e a prendendo na parede da caverna voltando a tomar os lábios dela de forma sedenta, em um beijo cheio de luxuria. Ela correspondia abrindo mais a boca, logo a língua de zero começava a explorar toda a boca de Rey a procura da língua dela, que logo se encontravam e começavam a se enroscar numa dança de prazer.
Logo ambos se deitavam no chão da caverna, zero ficava por cima de Rey, logos eles se despiam.
-“Eu...eu não tenho muita experiência com isso...já vou avisando...” zero ficava vermelho olhando para Rey. Ela por sua vez colocava o indicador nos lábios de zero e sorria.
-“E quem disse que eu tenho?” Rey tirava a viseira de zero e o encarava nos olhos, ela sorria para ele e o beijava novamente.
O beijo foi ficando mais luxurioso, com mais desejo ate que ambos fizeram amor ali mesmo, se entregaram um para o outro naquela noite enluarada.
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